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	<title>The Coffee Traveler &#187; Ensei Neto</title>
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	<description>by Ensei Neto</description>
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		<title>Letras Premiadas: Dicionário Gastronômico Café</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 01:42:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Anualmente é realizado na sempre charmosa capital francesa o badalado evento Paris Cookbook Fair, que reune o que há de melhor da literatura gastronômica.  Neste ano, um livro brasileiro se candidatou ao competitivo Gourmand World Cookbook Awards: o Dicionário Gastronômico Café com Suas Receitas, da Companheira de Viagem Giuliana Bastos e publicado pela Editora Boccato/Gaia. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Anualmente é realizado na sempre charmosa capital francesa o badalado evento <strong>Paris Cookbook Fair</strong>, que reune o que há de melhor da literatura gastronômica.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1002_Capa_Cafe.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1002_Capa_Cafe.jpg',513,600,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1002_Capa_Cafe.jpg" class="alignleft" alt="" width="256" height="300" /></a> Neste ano, um livro brasileiro se candidatou ao competitivo <strong>Gourmand World Cookbook Awards</strong>: o <strong><em>Dicionário Gastronômico Café com Suas Receitas</em></strong>, da <em>Companheira de Viagem</em> <strong>Giuliana Bastos</strong> e publicado pela Editora Boccato/Gaia.</p>
<p>Este concurso é disputado pelos melhores livros sobre alimentação e bebida do mundo, sendo que neste ano teve títulos de 136 países!</p>
<p>Na categoria <strong>Drinques Não Alcoólicos</strong> o livro escrito por Giuliana foi considerado o segundo melhor.</p>
<p>Bacana, não?!</p>
<p>Este livro de mesa tem um acabamento luxuoso, tendo como &#8220;surpresinha&#8221; uma sobrecapa com diversas microcápsulas de aroma que, ao ser levemente friccionado, libera uma intensa mescla notas de caramelo e baunilha típicas de excelentes cafés brasileiros.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_80201_GiuBastos_Me_cupping.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_80201_GiuBastos_Me_cupping.JPG',800,600,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/80201_GiuBastos_Me_cupping.JPG" class="alignleft" alt="" width="300" height="225" /></a> Giuliana é uma jornalista que é apaixonada por café.</p>
<p>Eu a conheci em 2.000, quando fazia parte da equipe da revista <strong>Claudia Cozinha</strong>.</p>
<p>Ao longo dos anos ela procurou se aprofundar no Universo Café, visitando cafeterias, experimentando diferentes cafés em diversos serviços. Despertado pelo seu espírito curioso começou a se aventurar por xícaras mais avançadas, procurando compreender alguns dos mistérios que cercam a produção do café e os seus incríveis aromas e sabores. Provar café, como nesta foto comigo, seu Coffee Traveler, em diferentes formas de preparo começou a fazer parte de sua rotina.</p>
<p>Assim, devemos todos ficarmos felizes com essa conquista, pois apesar de uma vitória pessoal da Giuliana, seu conhecimento é compartilhado através de um genial dicionário que, certamente, deverá abrigar de tempos em tempos novos verbetes.</p>
<p>Saiba mais através deste link: <a href="http://www.cookbookfair.com/winners.php">http://www.cookbookfair.com/winners.php</a></p>
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		<title>Microlotes de Café: Quando Menos é Muito Mais</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 01:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agronomica]]></category>
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		<description><![CDATA[O que leva um lote de café ser excepcional quando se fala em qualidade? São dois os fundamentos para isso: Pureza e Uniformidade. A Pureza significa que não existem &#8220;elementos estranhos&#8221; ao café como pedras, paus e torrões de terra, nem mesmo grãos que tenham sofrido algum tipo de fermentação indesejável. Quanto à Uniformidade, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que leva um lote de café ser excepcional quando se fala em qualidade?</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_907_Chapadao_Terreiro.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_907_Chapadao_Terreiro.JPG',640,462,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/907_Chapadao_Terreiro.JPG" class="alignleft" alt="" width="300" height="216" /></a>São dois os fundamentos para isso: <strong>Pureza</strong> e <strong>Uniformidade</strong>.</p>
<p>A Pureza significa que não existem &#8220;elementos estranhos&#8221; ao café como pedras, paus e torrões de terra, nem mesmo grãos que tenham sofrido algum tipo de fermentação indesejável.</p>
<p>Quanto à Uniformidade, é um conceito que nos dá a idéia de que os grãos que compõem esse lote tem praticamente as mesmas características, definidas principalmente pelo ponto de maturação no momento da colheita.</p>
<p>Como já abordei em outros <em>posts</em>, o café é um fruto que deve ser colhido apenas quando estiver perfeitamente maduro. Parece simples, mas não é.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_Fenologia_21.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_Fenologia_21.jpg',582,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/Fenologia_21.jpg" class="alignleft" alt="" width="227" height="300" /></a>O cafeeiro frutifica apenas na parte nova dos ramos, cuja preparação acontece quase uma ano antes, nas suas interseções, conhecidos também por <strong>internódios</strong>. Cada internódio abriga 2 folhas, uma em cada lado, digamos assim, sendo que nesse espaço entre a folha e o ramo ficam as gemas florais, formando um &#8220;buquê&#8221; de 4 grupos de 4 gemas.</p>
<p>Quando as condições para a floração são boas, em geral a florada é intensa e praticamente única. Mas, nem sempre isso acontece, devido a uma série de fatores como alta temperatura ou mesmo umidade insuficiente no solo e ar. É quando ocorrem as chamadas múltiplas floradas ao longo da safra, como a representada nesta foto, onde podem ser observados frutos verdes, maduros (&#8220;cerejas&#8221;) e até &#8220;passas&#8221;.</p>
<p>Mesmo que a florada tenha sido única, nem sempre o desenvolvimento dos frutos é igual. Dependendo da posição no ramo, mais ou menos próximos das pontas, por exemplo, pode haver uma diferença na circulação da seiva da planta, alimentando de maneira diferente os grãos em cada <strong>roseta</strong> (= conjunto de grãos num mesmo internódio). Portanto, estatisticamente é muito difícil ter dois grãos de uma planta no mesmo ponto de maturação sob uma visão mais detalhista.</p>
<p>Durante a colheita o principal cuidado deve ser dispensado na colheita dos grãos perfeitamente maduros, ponto em que os açúcares majoritários estão de todo formados.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_907_Ruvaldo_Chapadao.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_907_Ruvaldo_Chapadao.JPG',800,600,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/907_Ruvaldo_Chapadao.JPG" class="alignleft" alt="" width="300" height="225" /></a>Logo, o tamanho dos lotes de café formado por grãos com a melhor aproximação da Uniformidade, de novo pela visão estatística, nunca será muito grande. É compreensível que a tendência é, justamente por isso, de serem pequenos ou mesmo de tamanho &#8220;micro&#8221;.</p>
<p>Esta é a explicação porque em concursos de qualidade os lotes mais bem posicionados ou simplesmente produzidos sob artesanal capricho são compostos por poucas sacas, de 5 a 30 em média. É quando Menos é Muito, Muito Mais&#8230;</p>
<p>Publicada pela <strong>Folha de São Paulo</strong> no último dia 19, na seção <strong>Ilustrada</strong>, uma maravilhosa matéria escrita pela <em>Companheira de Viagem</em> <strong>Cris Couto</strong> procurou evidenciar tudo isso. Fiquei honrado em ver esta foto que fiz com o Ruvaldo Delarisse, da Fazenda Chapadão de Ferro, como destaque.</p>
<p>Veja a matéria através deste link: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/comida/ult10005u696449.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/folha/comida/ult10005u696449.shtml</a> </p>
<p>Para finalizar, conheça um pouco mais da magia dos cafés de origem vulcânica do Chapadão de Ferro neste vídeo:</p>

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		<title>Memória Sensorial: Olhos, Bocas &amp; Nariz</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 18:20:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lembra-se quais são os nossos 5 Sentidos? Audição, Olfato, Paladar, Tato e Visão. Eles são divididos em 2 grupos: Sensações de Natureza Física, onde ficam a Audição, o Tato e a Visão, e as Sensações de Natureza Química, lugar do Olfato e do Paladar. As sensações de Natureza Física, como o próprio nome já indica, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembra-se quais são os nossos <strong>5 Sentidos</strong>?</p>
<p>Audição, Olfato, Paladar, Tato e Visão.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_405_BlindCupping.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_405_BlindCupping.JPG',576,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/405_BlindCupping.JPG" class="alignleft" alt="" width="225" height="300" /></a>Eles são divididos em 2 grupos: <strong>Sensações de Natureza Física</strong>, onde ficam a <strong>Audição</strong>, o <strong>Tato</strong> e a <strong>Visão</strong>, e as <strong>Se</strong><strong>nsações de Natureza Química</strong>, lugar do <strong>Olfato</strong> e do <strong>Paladar</strong>. As sensações de Natureza Física, como o próprio nome já indica, são estimuladas por uma ação física, enquanto que as de Natureza Química envolvem reações químicas e bioquímicas. Portanto, cada uma será trabalhada em áreas específicas do nosso cérebro. E como se sabe, em alguns casos a diminuição de sensibilidade a ou mesmo da ausência de uma delas faz com que outras se amplifiquem.</p>
<p>No outro extremo, existem pessoas com o raríssimo e maravilhoso dom da <strong>Sinestesia</strong>, que é a capacidade de mesclar a percepção de dois ou mais Sentidos, criando uma fantástica interação, de modo que essas pessoas passam reconhecer sons, sabores ou aromas com um colorido especial (literalmente!).</p>
<p>Da parte da grande maioria da população humana, a compreensão das nossas respostas aos estímulos sensoriais pode nos ajudar na interpretação do que estamos efetivamente percebendo. Este é o principal fundamento que costumo empregar nos cursos e workshops sobre degustação e avaliação de café, a partir da compreensão dos mecanismos de percepção sensorial.</p>
<p>Dos 5 Sentidos, digo sempre que o &#8220;mais bobinho&#8221; é a Visão. Afinal, existe até uma ciência voltada ao estudo das chamadas Ilusões de Ótica, que nos fazem ver e crer coisas absurdas como plausíveis&#8230;</p>
<p>A foto acima retrata o momento em que aplicamos exercícios de Triangulação, onde o objetivo é, entre 3 xícaras, encontrar aquela que é diferente das outras duas. A luz modificada, no caso adotada a vermelha, faz com que a identificação de diferentes pontos de torra (em tons de marron), caso existam, seja dificultada ao máximo. Aqui o que importa é usar o Nariz e a Boca e não os Olhos.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_RodaSabores_aromaENZ_1.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_RodaSabores_aromaENZ_1.jpg',657,647,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/RodaSabores_aromaENZ_1.jpg" class="alignleft" alt="" width="300" height="295" /></a>  Uma vez que a Visão é pouco acionada, a percepção de Aromas e Sabores acaba se tornando mais precisa. E pessoas que apreciam degustar acabam acionando menos o olhar e mais o nariz e a boca, numa sequência de atitudes que envolvem introspecção, concentração e deleite&#8230;</p>
<p>É assim que fazemos uma Viagem Sensorial, procurando perceber cada detalhe das notas aromáticas e de sabor, das respostas aos estímulos táteis na boca e, principalmente, criar uma imagem que associada a esse grupo de sensações pode ser inifinitamente deliciosa enquanto durar.</p>
<p>Dentro de uma escala menor, todos nós somos um pouquinho sinestésicos quando falamos sobre o Sabor a partir de seu conceito mais amplo. Os <strong>Sabores Complexos</strong>, que vão muito além dos <strong>Sabores Básicos</strong> (estes identificados pelas papilas da língua), para serem percebidos acionam conjuntamente o conjunto olfativo. Caso isso não ocorresse, seria impossível desfrutar da grandiosa gama de notas de sabor, como as de origem Enzimática, algumas das quais estão incluídas na <strong>Roda de Aromas &amp; Sabores</strong> da <strong>SCAA &#8211; Specialty Coffee Association of America</strong>, parcialmente reproduzida ao lado.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_910_WhiteCups.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_910_WhiteCups.jpg',576,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/910_WhiteCups.jpg" class="alignleft" alt="" width="225" height="300" /></a>É claro que se não houver uma chance de experimentação não há como estabelecer uma comparação com os &#8220;registros de nossa Biblioteca Sensorial Olfato-Gustativa&#8221; construída pelas inúmeras Experiências Sensoriais ao longo de nossa vida. Para romper um pouco essa barreira, um dos grandes trunfos para se cativar a atenção das pessoas é a Apresentação<em>. </em>Ou seja, hora de estimular a Visão&#8230;</p>
<p><em> </em>Sim, o estímulo visual pode ser decisivo para a escolha de um prato ou um café para desfrutar.</p>
<p>O uso de técnicas sofisticadas como a <strong>Teoria das Cores</strong> e outras ferramentas baseadas em estudos comportamentais ajudam a criar um ambiente aconchegante ou, no mínimo, que prepara as pessoas para uma nova experiência sensorial. O <em>design</em> das peças e utensílios para os serviços também tem grande importância, pois elas auxiliam a completar a conexão com as pessoas.</p>
<p>Veja que muitas vezes basta uma apresentação prosaica, como este conjunto de xícaras amigavelmente brancas, para se obter ter um efeito muuuuito convidativo&#8230;</p>
<p>Porém, aos apaixonados por degustar, passada a primeira impressão, que é a visual, recomendo que fechem os olhos e simplesmente deixem se levar pelas sensações. Aí, sim, vai começar a segunda e provavelmente mais incrível parte de sua Viagem Sensorial&#8230;</p>
<p>Só para terminar, veja este trecho da maravilhosa animação Disney-Pixar <strong>R</strong><strong>atatouille</strong>,que mostra de forma genial a combinação de Imagem (lembrança), Aromas e Sabores.</p>

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		<title>Memória Gustativa: Um Copo de Água e um Café</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 00:08:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Certamente você já deve ter ouvido falar que em nosso cérebro temos diversos campos de memória, cada qual com sua especialidade. E armazenar experiências envolvendo os nossos sentidos é o que permitirá uma precisão ao comparar algo e uma grande riqueza para descrevê-lo.  As nossas experiências vividas mesclam sentimentos e sensações, permitindo que, ao nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Certamente você já deve ter ouvido falar que em nosso cérebro temos diversos campos de memória, cada qual com sua especialidade. E armazenar experiências envolvendo os nossos sentidos é o que permitirá uma precisão ao comparar algo e uma grande riqueza para descrevê-lo.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_905_Glasses_H2O.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_905_Glasses_H2O.JPG',442,600,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/905_Glasses_H2O.JPG" class="alignleft" alt="" width="221" height="300" /></a> As nossas experiências vividas mesclam sentimentos e sensações, permitindo que, ao nos lembrarmos de qualquer uma delas, nosso corpo reaja como se estivesse novamente passando pela mesma situação. Muitas vezes ao passar por algum lugar, por exemplo, um maravilhoso cheiro de bolo saindo de algum forno nos faz lembrar de uma tia que era uma &#8220;boleira&#8221; de primeira, fazendo nossa boca se encher de água!</p>
<p>É nossa <strong>Memória Olfativa</strong> (= Nariz) resgatando experiências deliciosas&#8230;</p>
<p>Por outro lado, nossa <strong>Memória Gustativa</strong> (= Boca) também nos recria momentos maravilhosos. Ou não. Principalmente quando se trata dos <strong>Sabores Básicos</strong> (Doce, Salgado, Ácido, Amargo e <em>Umami</em>), que são percebidos especificamente na boca pelas diferentes papilas da língua. Seu modo de trabalhar é muito interessante: sempre a última sensação é a que se torna referência para a próxima. É a chamada <strong>Memória Gustativa Residual</strong>.</p>
<p>Vejamos: você já deve ter observado que as cafeterias em geral tem oferecido juntamente com o <em>espresso</em> ou um belo cafezinho um pequeno copo com água, não?</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_905_Cups_Syphon.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_905_Cups_Syphon.JPG',527,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/905_Cups_Syphon.JPG" class="alignleft" alt="" width="205" height="300" /></a>Pois bem, a água é a nossa Bebida Neutra ou Neutralizadora, pois sua passagem pela língua faz o enxague, que nada mais seria do que <em>uma boa lavada </em>dos nossos <strong>Sensores de Sabores Básicos</strong> (= as Papilas). Ou seja, a partir deste momento, é como se você apertasse a tecla &#8220;reset&#8221; dos sensores, de modo que eles ficam &#8220;zerados&#8221; em termos de medição de presença de qualquer substância que desse um dos Sabores Básicos.</p>
<p>Um bom exemplo: depois de beber uma limonada, que tem na acidez sua principal característica, se o próximo líquido for a água, é bem fácil de perceber que a acidez se dilui, ou seja, vai se tornando gradativamente mais fraca à medida que você continua a beber água. Porém, a primeira sensação a cada novo gole de água é a de que a acidez é mais alta do que após a ingestão da água.</p>
<p>Da mesma forma, se você tivesse ficado apenas numa saladinha temperada com limão e depois pedisse um café, o fato da acidez ter ficado na sua Memória Gustativa Residual poderia gerar uma distorção na sua interpretação da intensidade da acidez do café, podendo lhe parecer menos ácido ou, então, sem acidez!</p>
<p>Sim, o copo de água acaba desempenhando um papel importante para degustarmos, em seguida, o café.</p>
<p>Mas, atenção: isso vale para cafés de boa a alta qualidade!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_ReloadingCup.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_ReloadingCup.jpg',576,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/ReloadingCup.jpg" class="alignleft" alt="" width="225" height="300" /></a>Imagine que você já lavou a boca e agora vai tomar um <em>espresso</em>. Se no <em>blend </em>desse café tiver <strong>Grãos Imaturos</strong> ou os chamados <strong>Verde Cana</strong>, que conferem <strong>adstringência</strong> (= sensação de boca ressecada, &#8220;apertando&#8221;) na <strong>Finalização </strong>(= sensação que fica na boca após engolir o café), ou, ainda pior, algum problema que cause o sabor <strong>Amargo </strong>(sim, o Amargor é o CONTRAPONTO da Doçura, que é tudo de bom!) essas sensações ficarão mais evidentes!</p>
<p>Portanto, se o <em>blend</em> for de qualidade duvidosa ou inferior, o efeito de se enxaguar a boca antes de beber o café é perverso&#8230;</p>
<p>A qualidade do café está diretamente ligado à sua DOÇURA, ou seja, sua quantidade de açúcares nos grãos após torrados. Se a quantidade de açúcares for bem menor do que a ideal e substâncias que podem conferir sabores desagradáveis (principalmente o AMARGO) estiverem em maior presença, a experiência não vai lhe estimular a uma repetição. Apenas para lembrar: somos muito mais sensíveis ao sabor Amargo do que ao Doce (na impressionante proporção de 10.000:1).</p>
<p>Outra evidência: quanto pior o café, mais açúcar é adicionado (= consumido), desequilibrando, novamente, o sabor da bebida&#8230;</p>
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		<title>Açúcar no Vinho e no Café</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 15:55:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Qual é a diferença entre um Vinho Fino e um Vinho de Mesa? E qual seria a diferença entre um Café Especial e um Café, simplesmente? Pois é, as duas bebidas podem ter muitos pontos em comum quando se fala na classificação quanto à qualidade. Um Café Especial, assim como o Vinho Fino, é aquele, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/uploads/2010/02/Coffee_Retail_US.jpg"></a>Qual é a diferença entre um Vinho Fino e um Vinho de Mesa?</p>
<p>E qual seria a diferença entre um Café Especial e um Café, simplesmente?</p>
<p>Pois é, as duas bebidas podem ter muitos pontos em comum quando se fala na classificação quanto à qualidade.</p>
<p>Um Café Especial, assim como o Vinho Fino, é aquele, por definição, que possui um alto padrão de qualidade sensorial, resultado garantido a partir de uma matéria-prima de alta qualidade. Basicamente, no caso dos grãos crus do café, a nossa matéria-prima, são dois conceitos que andam sempre juntos: <strong>Pureza</strong> e <strong>Uniformidade</strong>.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_Coffee_Retail_US.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_Coffee_Retail_US.JPG',225,300,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/Coffee_Retail_US.JPG" class="alignleft" alt="" width="225" height="300" /></a>Pelo critério de Pureza, podemos entender que grãos com problemas do <strong><em>Trio Calafrio</em> PVA &#8211; Preto/Verde/Ardido</strong> (= Fenólicos/Grande adstringência e Aspereza/Avinagrado) não fazem parte de um lote de grãos de alta qualidade, enquanto que a Uniformidade nos diz que esses grãos foram selecionados e devem ter praticamente o mesmo tamanho e ponto de maturação.</p>
<p>Para a elaboração de Vinhos Finos, também esses dois critérios prevalecem, ajustados ao produto.</p>
<p>Depois de torrado e feita a extração, podemos ter através do <strong>Nariz</strong> e da <strong>Boca</strong> (= Aroma e Sabor) uma revelação de como eram os grãos quando crus.</p>
<p>O mercado consumidor brasileiro é o segundo maior no mundo e caminha firmemente para, em breve, assumir a primeira posição. Os <strong>Cafés Especiais</strong>, apesar do grande espaço conquistado na mídia, é uma parcela pequena que, estima-se, fique em torno de 3% a 5% do total consumido em nosso país. Sim, a esmagadora maioria do café torrado e moído vendido no Brasil é o da classe <strong>Tradicional</strong>, segundo classificação de qualidade usada pela <strong>ABIC &#8211; Associação Brasileira da Indústria do Café</strong>, que sãos os cafés com notas entre <strong>4,5 a 6,0 pontos</strong> numa escala de zero a 10,0 (obviamente, é sensato se pensar que não existe café torrado com nota zero&#8230;) . Os cafés torrados da Classe <strong>Superior</strong>, que ficam com notas entre <strong>6,1 e 7,3 pontos</strong>, acabam se somando aos <strong>Gourmet, </strong>onde ficam os <em>Cafés Especiais</em>, que devem ter <strong>nota acima de 8,0 pontos</strong>.  O <strong>PQC &#8211; Programa da Qualidade do Café</strong> tem como objetivo trazer luz para o grande mercado de café quanto à qualidade sensorial dos torrados em grão e torrados e moídos em geral. Escala de simples compreensão e comunicação objetiva.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_801_Pacaembu_1a_2.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_801_Pacaembu_1a_2.JPG',627,983,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/801_Pacaembu_1a_2.JPG" class="alignleft" alt="" width="191" height="300" /></a>Ainda o Cafezinho, feito num tradicional coador de pano, apesar do uso cada vez mais comum do filtro de papel, é o campeão disparado de forma de consumo. E, ao observamos que a grande parte do café torrado está na classe dos Tradicionais, indefectivelmente vendidos nas embalagens <strong>a</strong><strong>lmofada</strong>, que podem ter grãos verdes e outros companheiros não tão bacanas, faz com que, &#8220;seguindo a tradição&#8221;, as pessoas coloquem muuuito açúcar.</p>
<p>Em diversos rincões deste país, o Cafezinho é sinônimo de &#8220;bebida negra, amarga e quente&#8221;, lembrando um famoso poema de Omar Khayan. Negra de queimado na torra, amargo devido a vários fatores&#8230;</p>
<p>A saída para beber: adoçar.</p>
<p>Essa transição é lenta, seja para os cafés de alta qualidade, pois a primeira impressão que pessoas acostumadas com cafés, digamos, &#8220;mais fortes&#8221; tem é a de que os cafés especiais são &#8220;fraquinhos e meio sem presença&#8221;&#8230; Na realidade, estamos vivenciando uma transformação cultural.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_Vinhos_byBeato__1.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_Vinhos_byBeato__1.jpg',512,384,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/Vinhos_byBeato__1.jpg" class="alignleft" alt="" width="300" height="224" /></a>Num paralelo comumente feito, podemos dizer que o que está acontecendo com o mercado de café ocorreu com o dos vinhos com uma defasagem de 20 anos.</p>
<p>Agora, principalmente no Brasil, as pessoas tem tido mais acesso a novos tipos de serviços de café, proporcionado pelas inúmeras cafeterias que estão sendo abertas de Norte a Sul. Acesso é tudo!</p>
<p>No entanto, devemos estar preparados para entender que existem muitas pessoas que não deixarão o seu Cafezinho de lado, muitas vezes feito em coador de pano, com bebida cheio de asperezas e toques fenólicos. Respeitar o consumidor é a primeira lei do comércio.</p>
<p>Mas, continuar apresentando didaticamente os diferentes cafés que estão no mercado, suas qualidades e formas de preparo, é fundamental.</p>
<p>Uma interessante matéria foi publicada pelo UOL Notícias, abordando ainda a grande preferência que muitos consumidores tem pelos vinhos &#8220;docinhos e suaves&#8221;, muitos deles produzidos na antigamente famosa São Roque, SP, e imediações, bem como no Rio Grande do Sul, com rótulos inesquecíveis como <strong>Sangue de Bo</strong><strong>i</strong> e <strong>Chapinha</strong>.</p>
<p>Leia a matéria e assista ao vídeo. Veja que os problemas dos dois mercado são iguais&#8230;<br />
<a href="http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/02/10/vinho-paulista-quer-sair-do-garrafao-e-ficar-fino-mas-esbarra-no-clima-e-nas-criticas.jhtm">http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/02/10/vinho-paulista-quer-sair-do-garrafao-e-ficar-fino-mas-esbarra-no-clima-e-nas-criticas.jhtm</a></p>
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		<title>Café de Baixa Qualidade: O Crime Não Compensa!</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 14:36:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Duas matérias muito interessantes sairam na FOLHA DE SÃO PAULO no dia de hoje, com as seguintes chamadas: Consumo per capita do café se aproxima do recorde (no Brasil) e Baixa Qualidade derrubou o Consumo. Na primeira, há um clima de otimismo com a retomada do crescimento do consumo per capita de café no Brasil, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/uploads/2010/02/Susto.jpg"></a><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/uploads/2010/02/Susto2.jpg"></a>Duas matérias muito interessantes sairam na FOLHA DE SÃO PAULO no dia de hoje, com as seguintes chamadas: <strong>Consumo per capita do café se aproxima do recorde </strong>(no Brasil) e <strong>Baixa Qualidade derrubou o Consumo</strong>.</p>
<p>Na primeira, há um clima de otimismo com a retomada do crescimento do consumo per capita de café no Brasil, que alcançou <strong>4,65 kg de café torrado</strong> em 2009, bem próximo do recorde histórico, que é de <strong>4,72 kg</strong> em 1965. Segundo a <strong>ABIC &#8211; Associação Brasileira da Indústria do Café</strong>, esse retorno  pode ser creditado à maior oferta de cafés de alta qualidade, bem como de novas formas de consumo como cappuccinos e outras bebidas, muito difundidas pelas inúmeras cafeterias.</p>
<p>Será pouco ou muito?</p>
<p>Em geral, o <strong>Cafezinho</strong>, símbolo do consumo do café no Brasil, é preparado a partir de uma <strong>concentração média de 10% m/v</strong> ou <strong>100 g para 1 litro de água, </strong>que corresponde à tradicional receita de 5 a 6 colheres de sopa de café moído. Logo, esses 4,65 kg de café torrado equivalem a algo como 46,5 litros de café ao longo do ano consumido por um apreciador, o que corresponde a <strong>930 xícaras de Cafezinho</strong>!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_Susto.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_Susto.JPG',149,200,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/Susto.JPG" class="alignleft" alt="" width="149" height="200" /></a>Na década de 60 o consumo caiu assustadoramente por diversos fatores: concorrência com novos produtos como refrigerantes, sucos, sport drinks (como o Gatorade) e, mais recentemente, água, simplesmente. E, como não poderia deixar de ser, havia uma percepção do consumidor de que o café vendido no supermercado era ruim.</p>
<p>Ou seja, foi a época em que tomar café era quase sinônimo de &#8220;tomar um susto&#8230;&#8221; como nesta foto do ex-Ministro da Economia da Argentina, pelo <strong>Image Bank</strong>.</p>
<p>Cresci em meio à essa percepção geral; obviamente não bebia e, muito menos, gostava de café, até que me &#8220;converti&#8221; ao final da década de 80.</p>
<p>A questão da qualidade e sua percepção pode ser explicada pela Fisiologia Humana.</p>
<p>Os chamados <strong>S</strong><strong>abores  Básicos</strong> são o <strong>Doce</strong>, o <strong>Salgado</strong>, o <strong>Ácido</strong>, o <strong>Amargo</strong> e, o mais novo da turma, o <strong><em>Umami</em></strong>, descoberto pelos pesquisadores japoneses da síntese industrial do<em> Glutamato Monossódico</em>. São os sabores percebidos essencialmente na boca, mais particularmente na língua através de um incrível conjunto de <strong>Papilas Gustativas</strong>.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1001_LimiarSensoPaladar.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1001_LimiarSensoPaladar.jpg',799,528,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1001_LimiarSensoPaladar.jpg" class="alignleft" alt="" width="300" height="198" /></a>Podemos considerar os Sabores Básicos como super-hiper-importantes porque são sabores que podemos perceber mesmo quando estamos constipados. Os outros sabores precisam da ajuda no nariz para serem percebidos.</p>
<p>Observe esta tabela, que adaptei do <strong>Handbook of Physiology</strong>, de <strong>Pfaffman</strong>, Volume I, 1959, onde estão apresentados os Limiares de Percepção dos Sabores Básicos. Veja como <strong><em>somos</em></strong> muuuito <strong><em>mais sensíveis ao sabor amargo</em></strong>, que predomina quando existem problemas no café, inclusive no caso de grãos apodrecidos.</p>
<p>Portanto, haja açúcar para esconder os sabores ruins presentes num café com esse tipo de problema, principalmente o <strong><em>medicinal</em> </strong><strong>Fenólico</strong>, que é o principal responsável pela contrapropaganda de que <strong>beber café ataca o estômago</strong>. Na realidade, <strong>beber café com fermentados fenólicos ataca o estômago</strong>!</p>
<p>O Crime não compensa: colocar café de baixa qualidade pode fazer uma determinada marca conquistar uma fatia do mercado devido a um preço mais em conta, mas os resultados perante o consumidor são desastrosos.</p>
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		<title>Chapada Diamantina &amp; Cafés Biodinâmicos</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 15:29:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foram alguns dias incríveis na Chapada Diamantina! A Chapada cobre uma extensa área, abrangendo diversos municípios como Mucuge, Piatã, Bonito e Seabra, além do famoso Parque Nacional. Encravada no Meio Leste da Bahia, o que destaca, além de seu solo por vezes típico arenito, por outras lembrando o cerrado, é a altitude média de 1.200 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/uploads/2010/02/1001_Nelson_Riverford.jpg"></a>Foram alguns dias incríveis na <strong>Chapada Diamantina</strong>!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1001_ChapadaDiamantina11.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1001_ChapadaDiamantina11.JPG',800,600,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1001_ChapadaDiamantina11.JPG" class="alignleft" alt="" width="300" height="225" /></a>A Chapada cobre uma extensa área, abrangendo diversos municípios como Mucuge, Piatã, Bonito e Seabra, além do famoso Parque Nacional.</p>
<p>Encravada no Meio Leste da Bahia, o que destaca, além de seu solo por vezes típico arenito, por outras lembrando o cerrado, é a altitude média de 1.200 a 1.300 m.</p>
<p>Apesar da relativa proximidade com o Oceano Atlântico, cadeias de montanhas formam diversos microclimas, gerando vegetações de transição com a Caatinga, lembrada pela grande presença de mandacarus, Cerrado e Mata Atlântica.</p>
<p>Mas, desta vez, minha ida foi para um destino específico: <strong>Piatã</strong>.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1001_NelsonRibeiro_I.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1001_NelsonRibeiro_I.JPG',800,600,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1001_NelsonRibeiro_I.JPG" class="alignleft" alt="" width="300" height="225" /></a>Encontro marcado com <strong>Michael Freitas</strong>, <strong>Luca Allegro</strong> e <strong>Nelson Ribeiro</strong>.</p>
<p>Que trio!</p>
<p>Sobre a qualidade dos cafés de Piatã já tinha conhecimento há tempos, inclusive porque algumas notas de sabor que tem nos seus grãos me agradam muito. Mas, havia um novo desafio: torrar alguns dos cafés com os três.</p>
<p>Antes de tudo, minha curiosidade maior foi para conhecer os cafés produzidos pela <strong>Dupla BioDinânmica</strong> Luca Allegro e Nelson Ribeiro, nesta foto ao lado comigo, seu <em>Coffee Traveler</em>, nas propriedades em <strong>Ibicoara</strong>, que fica  a cerca de hora e meia de carro distante. Aliás como no sertão em geral, as distâncias são sempre muito grandes&#8230;</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1001_LucaAllegro_I.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1001_LucaAllegro_I.JPG',640,480,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1001_LucaAllegro_I.JPG" class="alignleft" alt="" width="300" height="225" /></a>Ambos iniciaram seu projeto de café, dez anos antes, com o objetivo de produzirem segundo normas da <strong>Cafeicultura Orgânica</strong>, passando, também, a adotar o sistema <strong>Biodinâmico</strong>, que leva o selo <strong>Demeter</strong>. Muita dedicação, esforço, dificuldades e barreiras, porém, hoje já se dão ao luxo de praticamente programarem sua pequena produção para os clientes já estabelecidos.</p>
<p>Segundo Luca, proprietário da <strong>Fazenda Aranquan</strong> e ao meu lado nesta foto, ele e o Nelson, da <strong>Fazenda Floresta</strong>, &#8220;fundaram&#8221; uma &#8220;cooperativa de 2 produtores&#8221;, pois trabalham efetivamente de forma cooperada. Dividem tarefas, ficando as operacionais sob a batuta do Nelson, enquanto que as burocráticas e comerciais, com o Luca, este usando sua experiência como <em>trader</em> de fibra de sisal.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1001_Nelson_Riverford.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1001_Nelson_Riverford.jpg',450,600,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1001_Nelson_Riverford.jpg" class="alignleft" alt="" width="225" height="300" /></a>Propriedades vizinhas, num belíssimo platô em Ibicoara, estão sentindo o processo de seleção intensivo que o mercado está impondo, dentro de um quadro de forte competição global.</p>
<p>A saída: aprimoramento dos processos, incluindo colheita seletiva com  até 4 (sim, QUATRO!) passadas, resultando num excepcional aproveitamento dos grãos independente das diferentes floradas que acontecem normalmente na região.</p>
<p>Num raciocínio bastante claro, tanto Nelson quanto Luca colocam que, por mais cara que fique a colheita seletiva em tantas etapas, ainda o resultado é muito satisfatório porque grãos defeituosos são minoria. Isso é ainda mais importante porque estão distantes demais de locais que prestam serviços com sistemas de padronização por mesa densimétrica e eletrônica por cor, o que ficaria inviável.</p>
<p>Os lotes são realmente muito bons, dando-lhes credenciais para projetos como este com a <strong>Riverford</strong>, da Inglaterra.</p>
<p>Para finalizar, veja uma reportagem bacana sobre os dois feita pela britânica <strong>The Guardian</strong>:</p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial, sans-serif;"><a style="color: blue; text-decoration: underline;" href="http://www.guardian.co.uk/lifeandstyle/2009/dec/06/biodynamic-coffee-in-brazil"><span lang="PT-BR">http://www.guardian.co.uk/lifeandstyle/2009/dec/06/biodynamic-coffee-in-brazil</span></a></span></p>
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		<title>Conexão Diamantina, Bahia</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 23:21:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A linha do Equador divide o mundo, imaginariamente, em dois hemisférios: Norte e Sul. Distanciando-se do Equador, a 23. e mais um pouquinho de latitude, temos os Trópicos de Câncer e de Capricórnio, respectivamente ao Norte e ao Sul. Nesta grande faixa ficam os chamados Cinturões do Café, distribuidos no continente Americano (Central e Sul), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A linha do <strong>Equador</strong> divide o mundo, imaginariamente, em dois hemisférios: <strong>Norte </strong>e <strong>Sul</strong>.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1001_DivinoES_Piatan_BbAm.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1001_DivinoES_Piatan_BbAm.JPG',640,480,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1001_DivinoES_Piatan_BbAm.JPG" class="alignleft" alt="" width="300" height="225" /></a>Distanciando-se do Equador, a 23. e mais um pouquinho de latitude, temos os <strong>Trópicos de Câncer</strong> e <strong>de Capricórnio</strong>, respectivamente ao Norte e ao Sul. Nesta grande faixa ficam os chamados Cinturões do Café, distribuidos no continente Americano (Central e Sul), África e Sudeste Asiático.</p>
<p>As estações do anos, <strong>Primavera</strong>, <strong>Verão</strong>, <strong>Outono</strong> e <strong>Inverno</strong>, são mais bem definidas conforme um local está mais distante do Equador, e tudo isso graças à engenhosa inclinação do eixo da Terra que a Natureza providenciou&#8230;</p>
<p>As estações ficam desfasadas exatamente em 6 meses entre os hemisférios, ou seja, quando é Verão no Brasil (Hemisfério Sul), um rigoroso Inverno pode acontecer na Alemanha (Hemisfério Norte).</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_Antigua_volcanos_1800m_1.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_Antigua_volcanos_1800m_1.jpg',1600,1200,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/Antigua_volcanos_1800m_1.jpg" class="alignleft" alt="" width="300" height="225" /></a>A partir dessa constatação, fica claro porque enquanto no Brasil os frutos do cafeeiro estão em pleno desenvolvimento e iniciando o processo de maturação, na Guatemala a colheita está a pleno vapor.</p>
<p>Muitas variedades coexistem nos países dos dois hemisférios, como o Bourbon Amarelo que se vê na foto acima.</p>
<p>Agora, olhe bem a foto ao lado. Lavoura de café com certo adensamento e grevíleas (belíssima árvore!) dispostas estrategicamente para proteger os cafeeiros do vento e dos raios UV (ultravioleta) mais intensos porque essa área tem latitude relativamente baixa ou, pode-se também dizer, próximo ao Equador.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1001_DivinoES_Piatan.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1001_DivinoES_Piatan.JPG',640,480,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1001_DivinoES_Piatan.JPG" class="alignleft" alt="" width="300" height="225" /></a>Isso mesmo: os raios UV podem se tornar particularmente intensos em duas situações. A primeira é quando um local está em Latitude baixa, menor que 15 graus. A outra é quando a altitude do local é expressivamente alta, bem acima dos 1.500 metros de altitude em relação ao nível do mar.</p>
<p>Na foto ao lado, podem ser vistas grevíleas mais crescidas. Mas, observe que parece um pouco diferente das que estão na segunda foto. Hum&#8230; até parece um <strong>joguinho dos 7 Erros</strong>!</p>
<p>A segunda foto tirei em <strong>Antigua</strong>, Guatemala, vendo-se o majestoso <strong>Vulcão de Água</strong> ao fundo. A altitude? Impressionantes 1.800 metros a 14 graus e 2&#8242; de Latitude Norte!</p>
<p>A terceira foto foi tirada em <strong>Piatã</strong>, <strong>Chapada Diamantina</strong>, BA! São 1.350 m de altitude, 13 graus e 8&#8242; Latitude Sul. Grevíleas são plantadas para fazer proteção contra ventos e também sombreamento.</p>
<p>Incrível similaridade, não?!</p>
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		<title>Sobre variações de um Dolce Gusto&#8230;</title>
		<link>http://coffeetraveler.net/sobre-variacoes-de-um-dolce-gusto/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 23:15:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Logo após publicar o post anterior, recebi diversas mensagens sobre algumas colocações sobre o Dolce Gusto, que gostaria de abordar aqui. A primeira, sem dúvida a mais importante, é a de que o conteúdo da cápsula não é de café solúvel e sim de grãos moídos. Faço a &#8220;Mea Culpa&#8221; aqui. Falha minha! Outra: talvez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/uploads/2010/01/912_DolceGusto_close.jpg"></a>Logo após publicar o <em>post</em> anterior, recebi diversas mensagens sobre algumas colocações sobre o <strong>Dolce Gusto</strong>, que gostaria de abordar aqui. A primeira, sem dúvida a mais importante, é a de que o conteúdo da cápsula <strong>não é de café solúvel</strong> e sim de <strong>grãos moídos</strong>. Faço a &#8220;Mea Culpa&#8221; aqui. Falha minha!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_912_DolceGusto5.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_912_DolceGusto5.jpg',768,1024,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/912_DolceGusto5.jpg" class="alignleft" alt="" width="224" height="300" /></a>Outra: talvez tenha me expressado mal, mas as máquinas tem projeto global, sendo que no Brasil a fabricante escolhida foi a <strong>Arno</strong>, como pode ser visto sua famosa logo nas fotos do <em>post</em> anterior.</p>
<p>Bem, agora gostaria de continuar a comentar sobre a <em>Experiência Dolce Gusto</em>.</p>
<p>A grande questão, em meu ponto de vista, sobre as cápsulas de <strong><em>espresso</em></strong> reside no fato de que a diferença de preços entre as da Nespresso e Dolce Gusto é muito pequena para as experiências que podemos ter com elas, respectivamente. Como mencionei anteriormente, é uma clara questão de relação custo/benefício/qualidade. O emprego intensivo de grãos Robustas, mesmo de boa qualidade, faz com que o resultado final seja decepcionante devido a um pobre conjunto <strong>Aroma + Sabor</strong>, ou como digo, <strong>Nariz + Boca</strong>.</p>
<p>É o mesmo paralelo que podemos fazer, por exemplo, entre as impressoras a jato de tinta e a laser. Até  pouco tempo atrás, o diferencial de preço entre os equipamentos era de grandeza olímpica para a impressora a laser, mas hoje é algo muito pequeno. Pela qualidade e custo dos cartuchos ou toners, faz com que pensemos se não é o caso de, por bom senso, optar pela laser, pois ao se fazer as contas, o rendimento dos toners é francamente superior.</p>
<p>Ah, aqui um detalhe técnico que considero genial na confecção dessas cápsulas usadas na Dolce Gusto: a capa metálica superior tem resistência suficiente para suportar impressionantes <strong>15 bars</strong> (= 15 atmosferas ou equivalente a <strong>150 metros de coluna d&#8217;água</strong>!). Pois bem, por um pequeno furo nessa película &#8220;barreira&#8221; a água quente é injetada, preenchendo a parte inicialmente vazia. Há uma outra película que cobre o pó de forma tão justa quanto uma calça apertada, contando com alguns furos distribuídos com rigor geométrico que, com aquela notável pressurização, fazem a água passar uniformemente pelo café moído. É uma sofisticada solução de engenharia!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_912_DolceGusto_close.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_912_DolceGusto_close.jpg',584,519,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/912_DolceGusto_close.jpg" class="alignleft" alt="" width="300" height="266" /></a>Se as cápsulas de <em>espresso</em> foram decepcionantes, as de <em>cappuccino</em> tiveram um resultado surpreendente, assim como as de <em>chocolate quente </em>para mim.</p>
<p>Creio que é aqui que reside o trunfo da Dolce Gusto, principalmente porque estas são bebidas que para quem irá desembolsar pouco mais de U$ 1 (um dólar americano) por cápsula certamente irá considerar estas experiências muito motivadoras para uma repetição. Ou seja, o grau de satisfação nas experiências com essas duas bebidas é francamente positivo, inclusive porque não existem outros produtos para uma comparação direta como existe com o <em>espresso</em>.</p>
<p>Foram diversas experiências ao longo de alguns meses e em diferentes locais, muitos dos quais em lojas com aparelhos de demonstração, justamente para que eu pudesse verificar a percepção dos potenciais compradores desse sistema. E, BINGO!, em todos as lojas, sem exceção, os vendedores disseram que as cápsulas que cativam os clientes são as de <em>cappuccino</em> e as de <em>chocolate</em>&#8230;</p>
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		<title>O Cafezinho: Conhecendo a Cadeia do Café em 1 minuto</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 09:51:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agronomica]]></category>
		<category><![CDATA[Bebida]]></category>
		<category><![CDATA[Cafeterias]]></category>
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		<category><![CDATA[Venda Nova do Imigrante]]></category>
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		<description><![CDATA[Os filmes de propaganda tem na Síntese sua palavra-chave. Imagine, então, quando se trata de um tema complexo e amplo como o café. Falar da cadeia do café, que se inicia nos interiores com as lavouras, passando pela indústria, controle de qualidade com a degustação, até chegar no consumidor, quando xícaras de cafezinho ou espresso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/uploads/2010/01/911_DaviP_WA.jpg"></a>Os filmes de propaganda tem na <strong>Síntese </strong>sua palavra-chave. Imagine, então, quando se trata de um tema complexo e amplo como o café.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_911_DaviP_WA.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_911_DaviP_WA.JPG',460,600,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/911_DaviP_WA.JPG" class="alignleft" alt="" width="230" height="300" /></a>Falar da cadeia do café, que se inicia nos interiores com as lavouras, passando pela indústria, controle de qualidade com a degustação, até chegar no consumidor, quando xícaras de cafezinho ou espresso são avidamente apreciadas, é um grande desafio para se condensar em apenas 1 minuto.</p>
<p>Um dos vídeos que considero mais bem produzidos nos últimos tempos sobre café no Brasil, num belíssimo trabalho de concisão, foi ao ar recentemente. Faz parte de uma série institucional do <strong>Banco Bradesco</strong>, sendo este sobre o nosso tema favorito o quinto da série.</p>
<p>Com uma fotografia maravilhosa, o vídeo mostra lavouras de <strong>Venda Nova do Imigrante</strong>, nas Montanhas do Espírito Santo, uma indústria de café em <strong>Viana</strong>, ES, terminando em <strong>Santos</strong>, SP, onde o sempre mestre <strong>Davi Teixeira</strong>, na <strong>ACS &#8211; Associação Comercial de Santos</strong>, comenta sobre sua paixão pela café e a barista fala orgulhosa do seu trabalho.</p>
<p>Para mim, o ponto alto foi a abordagem sobre a <strong>QUALIDADE</strong> em toda a cadeia, numa clara demonstração de que este é o atributo e modelo de trabalho que deve prevalecer para se alcançar o sucesso.</p>
<p style="text-align: center;">
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