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	<title>The Coffee Traveler &#187; Videos</title>
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	<description>by Ensei Neto</description>
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		<title>Cup Shock: Cafés do Brasil são Surpreendentes!</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 02:35:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você já assistiu ao filme Bottle Shock, que no Brasil saiu com o nome de O Julgamento de Paris? Lançado em 2010, este belo filme dirigido por Randall Miller conta a impensável história de um sommelier britânico radicado em Paris que resolve agitar o mundo dos vinhos ao viajar à América em busca de novos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você já assistiu ao filme <strong>Bottle Shock</strong>, que no Brasil saiu com o nome de <strong>O Julgamento de Paris</strong>?</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1202_BottleShck_1.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1202_BottleShck_1.jpg',422,600,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1202_BottleShck_1.jpg" class="alignleft" alt="" width="175" height="250" /></a>Lançado em 2010, este belo filme dirigido por <strong>Randall Miller</strong> conta a impensável história de um <em>sommelier</em> britânico radicado em Paris que resolve agitar o mundo dos vinhos ao viajar à América em busca de novos sabores e emoções.</p>
<p>Em 1976, <strong>Steven Spurrier</strong>, personificado pelo sempre impecável <strong>Alan Rickman</strong>, segue para o <strong>Napa Valley</strong>, CA, USA, para conhecer as vinícolas da primeira origem do que seria conhecido como <strong>Novo Mundo</strong> num puro projeto de garimpagem. Encontra a família <strong>Barrett</strong>, proprietária do hoje místico <strong>Chateau Montelena</strong>, e com o jovem <strong>Bo</strong>, vivido por <strong>Chris Pine</strong>, e seus inseparáveis amigos <strong>Gustavo</strong> (<strong>Freddy Rodriguez</strong>), um filho de imigrantes mexicanos e enólogo autodidata, e a bela <strong>Sam</strong> (<strong>Rachel Taylor</strong>), andam por toda a região.</p>
<p>Feita a seleção das melhores garrafas, Steven retornou a Paris, onde organizou o que seria a mais famosa degustação comparativa entre vinhos dos dois mundos: o<strong> Clássico Francês</strong> versus o <strong>Caipira Californiano</strong>.</p>
<p>Grandes enólogos e sommeliers, acompanhados avidamente por importantes jornalistas, provaram às cegas e deram o seu veredito. E que acabou surpreendendo aos próprios juízes!</p>
<p>Belíssima fotografia, grandes elenco e uma trilha sonora embalada por deliciosas canções do <strong>The Doobie Brothers</strong>. Veja o trailer oficial através do link abaixo:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=DYs0kblXToA">Bottle Shock Movie Trailer</a></p>
<p>Há uma grande mensagem passada por este filme  e que se presta muito bem aos cafeicultores do Brasil: assim como os vitivinicultores californianos, considerados rudes pelos franceses, muitos lotes simplesmente fantásticos tem sido produzidos em nosso país desde sempre!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_P1140506.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_P1140506.JPG',800,515,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/P1140506.JPG" class="alignleft" alt="" width="250" height="160" /></a>  Alguns paralelos podem ser feitos com o nosso povo do café e os produtores de vinho do filme: há uma busca incessante em buscar o melhor na produção, apesar do certo ceticismo em relação à qualidade do que se produz.</p>
<p>Isto acontece com muita frequência por aqui, pois raros são os produtores que decidiram conhecer a fundo o que estão produzindo.</p>
<p>Nossos cafeicultores são competentes ao fazer as árvores produzirem frutos aos borbotões, mas cometem falhas que se mostram fatais no quesito qualidade no momento da colheita e da secagem. Quando, muitas vezes apenas guiados pela intuição ou por pura sorte conseguem ultrapassar essa fase, esbarram numa comercialização que em geral se parece como impenetráveis muralhas.</p>
<p>Pessoas como o personagem Gustavo, que procurou estudar a fundo a bebida, sua produção, conceitos técnicos e, principalmente, aprender a degustar, devem se multiplicar também na cafeicultura. No caso do café, nem sempre o tamanho das sementes, conhecido como &#8220;peneira&#8221;,  é sinal de que o lote tem excelente bebida. Portanto, aprender a degustar e saber como o seu café bebe é parte do ofício do novo cafeicultor.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_904_Ristretto_offers.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_904_Ristretto_offers.JPG',1024,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/904_Ristretto_offers.JPG" class="alignleft" alt="" width="250" height="187" /></a><strong>Conhecimento</strong> é o que define o domínio do jogo comercial.</p>
<p>Quando o nível de conhecimento é semelhante, existe equilíbrio e, em geral, a comercialização segue um rumo saudável. Quando o desequilíbrio acontece, quase sempre pendendo para o lado de quem compra, o saldo pode ser amargo para o produtor.</p>
<p>Não há outra saída: aprender, treinar e, assim, conhecer cada lote de café produzido. Degustar é manter diálogo com a bebida, conhecer seus deliciosos segredos ou mesmo seus defeitos e problemas que podem macular o lote. Só assim o cafeicultor pode realmente chamar cada lote de &#8220;seu filhote&#8221;!</p>
<p>Se você assistiu ao filme, vai entender porque o <strong>Cup Shock</strong> ( ou o <strong>Choque das Xícaras</strong>!) chegou aos <strong>Cafés do Brasil</strong>: veja nesta foto a tabela de preços de cafés de uma cafeteria referência em Portland, OR. Sim, é justamente um café brasileiro o mais caro da lista entre tantos outros mais famosos!</p>
<p>E que seus aromas e sabores justificaram plenamente o seu valor, reconhecidos por <strong>Mr. Spurrier</strong>s<strong> do Café</strong> de diversos países!</p>
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		<title>Café &amp; Arte: Quando Ambos Fazem Nossa Praia&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 02:02:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O café tem sido tema de muitas expressões artísticas, desde artes plásticas e musicais até cênicas há muitos anos. O estímulo que a cafeína provoca em boa parte foi responsável por tornar o café numa das bebidas preferidas pelos filósofos de plantão do Período Iluminista e dos escritores para que a inspiração viesse com maior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O café tem sido tema de muitas expressões artísticas, desde artes plásticas e musicais até cênicas há muitos anos.</p>
<p>O estímulo que a cafeína provoca em boa parte foi responsável por tornar o café numa das bebidas preferidas pelos filósofos de plantão do Período Iluminista e dos escritores para que a inspiração viesse com maior intensidade, bem como dos cineastas e diretores de teatro, para manter a atenção e foco durante os trabalhos.</p>
<p>Sou fã de cinema, não importando se curta ou longa metragem, simplesmente o que me importa é que seja um bom cinema. Com isso quero dizer que gosto de ver boas estórias com uma linguagem que nos faça pensar ou no mínimo faça cócegas no cérebro, embalados por fotografia de &#8220;gente grande&#8221; e uma trilha sonora  que funcione como uma grande lupa, tornando o resultado grandioso.</p>
<p>Gostaria de comentar e compartilhar uma série que me cativou desde o primeiro momento. Muitas vezes, coisas muito boas ocorrem fora do Eixo Rio-São Paulo e isso é muito saudável, ainda mais num país de dimensões continentais como o nosso. A diversidade cultural é o bem mais precioso do Brasil.</p>
<p>Imagine uma cafeteria no Recife, PE, pleno Nordeste, e que tenha vocação para casa multicultural. Pois é, o <strong>Castigliani Cafés Especiais</strong> tem disso. Não falarei do seu serviço de café, pois não tive a oportunidade de experimentar ainda, mas sim do seu ousado projeto de curta metragens chamado <strong>Mundo Café</strong>, que tem direção de <strong>Leonardo Lacca</strong>.</p>
<p>Até o momento estão disponíveis 5 belos curta metragens, todos acessíveis no <em><strong>Youtube</strong></em>: <strong>Praia</strong>, <strong>Tinta</strong>, <strong>Affogatta</strong>, <strong>Caffè Mocha</strong> e <strong>Espresso Doppio</strong>.</p>
<p>Os três primeiros tem uma linha de ligação muito clara como fragmentos de um único roteiro, enquanto que <strong>Caffè Mocha</strong> e <strong>Espresso Doppio</strong> já possuem vôos independentes.</p>
<p>O episódio <strong>Praia</strong> é construído a partir da conexão de sons e texturas entre a Torra e Preparo de Café e a Praia com sua Areia e Mar. Um roteiro inspiradamente genial!</p>
<p>Para mim, a melhor <em>sacada</em> sobre o preparo de café que já vi, assisti e ouvi em minha vida!</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/aGqRZarx7gY?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outro episódio que considero também uma pequena obra prima é o terceiro, <strong>Affogatta</strong>. Sim, no feminino!</p>
<p>Tem uma forte ligação com o segundo episódio, <strong>Tinta</strong>, e o uso de uma banheira como uma xícara de café (ou seria justamente o inverso, uma enorme xícara de café sendo usada como uma banheira?!) também se revelou outro lampejo de grande inspiração.</p>
<p>Assista e confira porque este serviço está no feminino&#8230;</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/pnfpn7I5WMQ?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Espresso de Fogão: Bacchi Espresso</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 03:46:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As máquinas de espresso, principalmente as profissionais, são equipamentos complexos dotados de caldeiras, válvulas, sensores, um sem fim de tubos e diversos controles para que a extração de um café sob alta pressão seja tão precisa quanto possa. Acabam sendo pequenas obras de engenharia em estado de arte! Para que as poderosas caldeiras funcionem, uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As máquinas de <em>espresso</em>, principalmente as profissionais, são equipamentos complexos dotados de caldeiras, válvulas, sensores, um sem fim de tubos e diversos controles para que a extração de um café sob alta pressão seja tão precisa quanto possa. Acabam sendo pequenas obras de engenharia em estado de arte!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1103_Bacchi_1.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1103_Bacchi_1.jpg',176,249,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1103_Bacchi_1.jpg" class="alignleft" alt="" width="176" height="249" /></a>Para que as poderosas caldeiras funcionem, uma boa quantidade de energia elétrica é exigida, de modo que, também,  muita eletrônica embarcada acaba fazendo parte dessas modernas máquinas (sem falar na iluminação por leds que vem ganhando muitos adeptos).  Para ter em casa uma máquina profissional, mesmo que de um único grupo, sem uma preparação hidráulica e elétrica adequada não é recomendável.</p>
<p>Como contraponto, surgiram alguns equipamentos manuais, mais parecendo <em>gadgets</em>, como a <strong>Mypressi</strong>, que usa as mesmas cápsulas com nitrogênio comuns às cremeiras pressurizadas. O problema é  o resultado em geral meio sem graça, quase medíocre, apenas o suficiente para dizer que, no meio de uma excursão às montanhas ou numa bela praia, foi possível desfrutar de uma xícara de <em>espresso</em>&#8230;</p>
<p>Um equipamento que me surpreendeu pelo seu inusitado conceito é o <strong>Bacchi Espresso</strong>, criado pelo italiano <strong>Andrea Bacchi</strong>, que conheci através dos <em>Companheiros de Viagem</em> <strong>Márcio Carneiro</strong> e <strong>Stella Bahiense</strong>, ambos exemplares <strong><em>Coffee Geeks</em></strong>!</p>
<p>Andrea Bacchi tem um escritório especializado no desenvolvimento de soluções eletromecânicas em Correggio, Reggio Emilia, Italia, e, como todo bom italiano, não vive sem o seu <em>espresso</em> de cada dia&#8230; Inspiradamente criou a sua Bacchi Espresso, cujo vídeo de funcionamento pode ser acessado pelo link <a href="http://www.caffemotive.com/Bacchi_Espresso.html">http://www.caffemotive.com/Bacchi_Espresso.html</a> .  </p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1103_Bacchi_OrphanEspresso.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1103_Bacchi_OrphanEspresso.JPG',556,393,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1103_Bacchi_OrphanEspresso.JPG" class="alignleft" alt="" width="280" height="197" /></a>Este equipamento é genial e tem dois conceitos muito interessantes: seu mecanismo de funcionamento é o de <strong>Alavanca Hidráulica</strong>, enquanto que sua montagem lembra um  conjunto <strong>Grupo Errogador</strong> <strong>+ Porta Filtro</strong> invertidos.</p>
<p>Na foto ao lado, produzida pela equipe da <strong>Orphan Espresso</strong> (<a href="http://www.orphanespresso.com/Bacchi-Design-Study_ep_618-1.html">www.orphanespresso.com/Bacchi-Design-Study_ep_618-1.html</a>) mostra as três partes principais, a partir da esquerda: a <strong>base</strong>, que vai ao fogo literalmente, o corpo com <strong>pistão</strong> e o <strong>grupo com o porta-filtro</strong> com saída dupla.</p>
<p>Na base há um pequeno recipiente para colocar água (aproximadamente 30 ml) e que recebe o calor da chama diretamente. Como na montagem há boa vedação com o emprego de borrachas e outros apetrechos, essa parte funciona como uma pequena panela de pressão, fazendo com que a temperatura do vapor de água vá além dos 125 C, forçando, assim, o pistão que fica no corpo intermediário. E aqui está a sacada genial: o pistão tem uma parte com diâmetro maior, que fica embaixo, enquanto que em cima o diâmetro da peça fica com medida que corresponde à metade. Para a pressão, o efeito é o contrário: área maior, pressão menor; área menor, pressão maior.</p>
<p>Estima-se que junto ao porta-filtro a pressão fique em torno de <strong>9 bar</strong> (Bingo!!!). O resultado é muito bom!</p>
<p>Pense comigo: dispensa energia elétrica, é portátil, não é caro (em torno de 250 euros na Itália), possui muito boa pressão, vai direto à boca de um fogão, leva em torno de 6 minutos para extrair 2 xícaras de <em>espresso</em> e tem um <em>design</em> muuuuuito simpático!</p>
<p>Dá p´ra ficar fã&#8230;</p>
<p>Assista ao vídeo a seguir para ver que belo<em> espresso </em>ele extrai: </p>

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		<title>Aquecendo Motores: Regionais de Baristas!</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jan 2011 02:02:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chamadas para os Campeonatos Regionais de Baristas! Já no final de 2010 começaram os certames regionais de baristas a partir de Minas Gerais, prosseguindo agora em outros Estados como Rio Grande do Sul e o muito disputado de São Paulo.  Profissionalmente, um título tanto nas competições regionais quanto no Brasileiro traz valorização e reconhecimento. É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chamadas para os Campeonatos Regionais de Baristas!</p>
<p>Já no final de 2010 começaram os certames regionais de baristas a partir de Minas Gerais, prosseguindo agora em outros Estados como Rio Grande do Sul e o muito disputado de São Paulo.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1101_Regionais_1.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1101_Regionais_1.jpg',990,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1101_Regionais_1.jpg" class="alignleft" alt="" width="280" height="217" /></a> Profissionalmente, um título tanto nas competições regionais quanto no Brasileiro traz valorização e reconhecimento. É clara a evolução dos profissionais que entram nas disputas, seja no nível técnico que vem se apurando como nas apresentações que seguem as tendências internacionais. O mundo definitivamente está se tornando cada vez menor!</p>
<p>Como se sabe, cada competidor tem 15 minutos para sua apresentação, que deve contemplar 3 serviços: o <em>espresso</em>, o <em>cappuccino</em> e um drinque não alcoólico de assinatura. Os juízes se dividem em Técnicos, que se preocupam com o relacionamento do barista com sua estação de trabalho, e os Sensoriais, que julgam as bebidas em si.Vencida a etapa regional, vem o Brasileiro, que selecionará quem representará nosso país no Mundial, que neste ano será realizado em Bogotá, Colombia.</p>
<p>O Barista, que é o profissional especialista no serviço do café, acaba sendo envolvido por um grande aparato nessas competições, desde a escolha do <em>blend</em> de café, da intimidade com moinhos e máquinas de espresso, que idealmente devem ser da mesma fornecedora da competição Mundial, da seleção do leite, alguns extratos e mix de sabores, além de outros equipamentos de suporte. Fica evidente ao público a enorme cadeia agregada aos serviços de café, envolvendo experientes e jovens profissionais cheio de energia e idéias, porém todos com um mesmo traço característico: a paixão definitiva pelo café!</p>
<p>Veja o depoimento de Luiz Salomão, representante técnico da Bun Corporation para a América Latina, sobre sua fulminante paixão pelo café&#8230;</p>

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		<title>Trip to Yemen &#8211; 6: Videos</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jan 2011 04:03:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para completar esta série sobre a incrível viagem ao Yemen com direito a conhecer as mais antigas lavouras de café do mundo, estou incluindo 2 vídeos. O primeiro vídeo mostra Tallook, onde é praticada cafeicultura sombreada a 1.300 m de altitude. Veja uma bonita cerimônia com serviço de Bun (café) e Qishr, e se surpreenda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para completar esta série sobre a incrível viagem ao Yemen com direito a conhecer as mais antigas lavouras de café do mundo, estou incluindo 2 vídeos.</p>
<p>O primeiro vídeo mostra Tallook, onde é praticada cafeicultura sombreada a 1.300 m de altitude. Veja uma bonita cerimônia com serviço de Bun (café) e Qishr, e se surpreenda em saber que lá a associação é de produtoras (mulheres), funcionando muito bem!</p>

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<p>Veja agora imagens do antigo Porto de Mocha, o Mar Vermelho (Red Sea) e  Taiz, maior cidade do Yemen e seu belo mercado. Ao final a divertida cantoria de Steve, do Kenya, cantando Akuna Matata, imortalizado no filme da Disney &#8220;O Rei Leão&#8221; pela impagável dupla Timão e Pumba, e como o café cria fortes laços de amizade:</p>

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		<title>Trip to Yemen &#8211; 5: Mocha, Red Sea &amp;Tallook</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 20:50:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A última etapa da jornada pelas origens yemeni de café foi particularmente fantástica!  Saindo de Jabal Bura, onde se encontram as lavouras mais elevadas de café que tenho conhecimento (quase 3.000 m acima do nível do mar!), iniciamos a &#8220;descida da serra&#8221;, literalmente, rumo ao Mar Vermelho. Vencida a sinuosa estrada das montanhas, a paisagem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A última etapa da jornada pelas origens yemeni de café foi particularmente fantástica!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_Yemen5_PortMocha.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_Yemen5_PortMocha.jpg',576,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1012_Yemen5_PortMocha.jpg" class="alignleft" alt="" width="210" height="280" /></a> Saindo de <strong>Jabal Bur</strong>a, onde se encontram as lavouras mais elevadas de café que tenho conhecimento (quase 3.000 m acima do nível do mar!), iniciamos a &#8220;descida da serra&#8221;, literalmente, rumo ao <strong>Mar Vermelho</strong>.</p>
<p>Vencida a sinuosa estrada das montanhas, a paisagem mudou radicalmente. As grandes rochas e imponentes picos deram lugar à branca e fina areia do deserto, que compõe grande parte da região sul do Yemen. Sol impiedosamente intenso e brilhante fez a diferença na temperatura, que atingiu rapidamente mais de 32°C. E chegamos ao mítico <strong>Porto de Mocha</strong>.</p>
<p>O Porto de Mocha teve seu auge entre os Séculos XV e XVII, quando era o principal porto para escoamento das mercadorias que vinham do norte do Yemen, muitas vezes passando por Sana&#8217;a. Banhado pelo Mar Vermelho, fica relativamente próximo ao <strong>Estreito de Bab al Mandeb</strong>, que separa o Mar Vermelho do Golfo de Aden e é onde está a menor distância entre a Península Arábica e o Leste da África.</p>
<p>Sendo um importante local para exportação, era natural que o café também tivesse parte na história. Tanto é verdade que foi por isso que os grãos crus de café ganharam o nome de <strong>Mocha Sanani</strong> (= vindo de Sana&#8217;a), que se tornou um nome comum a todo o café originário do Yemen.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_Yemen5_RedSea_Mocha.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_Yemen5_RedSea_Mocha.jpg',1024,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1012_Yemen5_RedSea_Mocha.jpg" class="alignleft" alt="" width="280" height="210" /></a>Essa fusão entre nome e produto é o que aconteceu no Brasil como o Porto de Santos. Santos é o mais importante porto exportador de café brasileiro, abrigando um grande número de casas de comércio internacional (lembre-se que o Brasil chegou ao posto de maior produtor mundial de café por volta de 1880&#8230;). Em geral, os comerciantes de commodities idealizam padrões para os seus produtos, o mesmo acontecendo com o café. Assim, ao se misturar grãos crus de diversas origens brasileiras, como Sul de Minas e Alta Paulista, por exemplo, com determinado padrão de qualidade, dão nomes para facilitar na venda. Assim, o ainda muito famoso é o chamado <strong>Café Tipo Santos</strong>, que nada mais é do que um café com certo padrão de pureza e qualidade de bebida, vinculados a uma característica sensorial média como sem <strong>Defeitos Capitais</strong> (<strong>PVA</strong> = Pretos, Verdes e Ardidos) e delicada acidez (afinal, o café brasileiro tem sido usualmente base de <em>blends</em>).</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip5_ReSea.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip5_ReSea.jpg',1024,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1012_YemenTrip5_ReSea.jpg" class="alignleft" alt="" width="280" height="210" /></a>Muita gente ainda pensa que Santos é um local onde existem lavouras de café, quando na realidade é apenas um porto de exportação, assim como foi Mocha. Este último perdeu seu brilho a partir do Século XIX, quando os portos de Aden e Hodeida ganharam importância. Hoje Mocha não passa de um vilarejo de pescadores, com bucólicas hospedarias e muita estórias para contar&#8230;</p>
<p>Como não poderia deixar de fazer, coloquei os pés no Mar Vermelho que, apenas para esclarecer, é de um belíssimo azul&#8230; Junto comigo compartilhando o mágico momento estão os <em>Companheiros de Viagem</em>, a partir da direita,  <strong>Al-Masri</strong>, do Yemen, <strong>Tsion</strong>, da Ethiopia, <strong>Mario</strong> e <strong>Manuel</strong>, do Mexico, e eu, seu Coffee Traveler. Foi emocionante!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_Yemen5_TaizMarket.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_Yemen5_TaizMarket.jpg',800,600,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1012_Yemen5_TaizMarket.jpg" class="alignleft" alt="" width="280" height="210" /></a>Fizemos o pernoite em <strong>Taiz</strong>, a maior cidade do Yemen, com mais de 3 milhões de habitantes. Visitamos sua área antiga com um grande mercado. Aproveitei e compre um queijo de cabra defumado para experimentar. Apesar de muito salgado, certamente para evitar contaminações e &#8220;otras cositas más&#8221;, sua textura era muito macia, delicada, quase um pudim de leite.</p>
<p>Falando em leite, existe apenas o de cabra, quase todo destinado para a fabricação artesanal de queijos. O leite de vaca é importado e somente em hotéis é possível de encontrar.</p>
<p>De Taiz seguimos para <strong>Tallook</strong>, a região produtora menos elevada do Yemen , mas não menos que 1.300 m de altitude!</p>
<p>Fomos recepcionados pelos produtores, que nos serviram Bun (café) e Qishr. O café me impressionou pela riqueza de sabores com notas a frutas vermelhas e chocolate (é daí que veio o conceito do sabor do <strong>Mocha Coffee</strong>, divulgado pelos europeus), secundados por acidez do raro ácido fosfórico, em geral encontrado em cafés do Kenya.</p>
<p>O ponto alto foi saber que existe uma <strong>Associação de Mulheres Produtores de Tallook</strong>! Sim, foi uma surpresa saber que a associação é toda organizada pelas mulheres, num total de 164 da região, representando mais de 100 hectares cultivados de café. Através da associação conseguem adubos para o tratamento das lavouras, fazem o benefício e rebenefício de café, torram e comercializam, gerando riquezas para a comunidade.</p>
<p>Sim, foi um fecho de ouro para a viagem!</p>
<p>Veja o vídeo com imagens de <strong>Haraz</strong> e <strong>Jabal Bura</strong> a seguir:</p>

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		<title>Trip to Yemen &#8211; 4: Haraz &amp; Jabal Bura (&amp; Yemeni Baristas!)</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Dec 2010 23:06:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os trabalhos da 2nd International Conference on Arabica Naturals, em Sana’a, encerram-se no dia 13 de dezembro com excelentes resultados. O dia seguinte,  14, estava reservado para o início de uma longa jornada pelas principais origens yemenitas produtoras de café. Eram antes das 6 h da manhã quando um grupo de amigos se juntou no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os trabalhos da <strong>2nd International Conference on Arabica Naturals</strong>, em Sana’a, encerram-se no dia 13 de dezembro com excelentes resultados. O dia seguinte,  14, estava reservado para o início de uma longa jornada pelas principais origens yemenitas produtoras de café. Eram antes das 6 h da manhã quando um grupo de amigos se juntou no lobby do hotel, aguardando as camionetes 4X4 que nos levariam. Expectativa total!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip4_terraces.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip4_terraces.jpg',576,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1012_YemenTrip4_terraces.jpg" class="alignleft" alt="" width="210" height="280" /></a>Todos estavam ansiosos pelo início da grande aventura, uma vez que todos, apesar de experientes no café, estavam se iniciando nas origens do Yemen. Este país, considerado ainda o mais pobre dentre os da Península Arábica, pode ser dividido em duas grandes áreas geográficas: o Sul, onde predomina o deserto, é rico em petróleo, que gera a maior parte das divisas do país, enquanto que o Norte, onde grandes cadeias de montanhas se estendem generosamente, tem na agricultura sua sustentação econômica. Apesar da conhecida fertilidade dos rincões montanhosos, em parte explicada pela incrível quantidade de rochas calcáreas, apesar da topografia íngreme e repleta de pedras, tem outra restrição: a água, que é bastante escassa. Ou seja: se não é o caso de paisagem desértica de dunas em mutação, predomina a aridez das montanhas pedregosas.</p>
<p>As chuvas são diminutas se compararmos à abundância existente no Brasil (não mais que 30% do que chove em nosso país!), por isso tem de ser sabiamente empregada pelos yemenis.</p>
<p>Nesta primeira etapa da jornada, nosso destino era <strong>Haraz</strong>, uma das mais antigas cafeiculturas do mundo (lembrem-se de que a cafeicultura do Yemen é milenar!) nas montanhas. Lavouras de café entre 1.500 m e 1.800 m de altitude. Não, não eram as mais elevadas&#8230; no entanto, elevações dessa magnitude já ultrapassam as Centro-Americanas como em <strong>Boquete</strong>, <strong>Panamá</strong>.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip4_JabalBura.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip4_JabalBura.jpg',800,600,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1012_YemenTrip4_JabalBura.jpg" class="alignleft" alt="" width="280" height="210" /></a>A principal característica das lavouras é o fato de que todo o plantio é feito empregando a técnica de terraços, que permitem lidar com a declividade das montanhas e auxiliam na retenção da água. O que impressiona é o perfeito trabalho em nível, no que podemos chamar de alinhamento em <em>State of Art</em>. Aproveitamos, o <em>Companheiro de Viagem</em> <strong>Manuel Diaz</strong> e eu, e fizemos algumas medições e cálculos rápidos. Conclusão: no espaçamento médio empregado, a densidade de plantio fica em torno de (pasmem!) 7.000 plantas por hectare!</p>
<p>Isso explica, em parte, a relativa boa produtividade dessas lavouras.</p>
<p>Estes terraços estão em Jabal Bura, e ficam entre inacreditáveis 2.000 e 2.400 m de altitude. Algumas lavouras chegam a conversar com as estrelas, pois estão a cerca de 3.000 m acima do nível do mar!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip4_terracesDetail.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip4_terracesDetail.jpg',576,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1012_YemenTrip4_terracesDetail.jpg" class="alignleft" alt="" width="210" height="280" /></a>Observem em detalhe a construção de um terraço. Impressionante, não?</p>
<p>Imagine que fizeram, inicialmente, o traçado de cada linha, verificaram o nível para, finalmente, construírem, literalmente, as paredes de cada terraço. Daí, é razoável concluir que por se tratar de uma obra de engenharia, o custo para a implantação de uma lavoura como essa chega a ser&#8230; impensável! Porém, é algo que fazem a centenas e centenas de anos&#8230;</p>
<p>Outra coisa: sendo a largura dos terraços, principalmente naquela altitude, bastante pequena, dá para compreender que todos os serviços são feitos manualmente. Tratores são impensáveis e até mesmo cavalos. Para vencer esses terrenos pedregosos e íngremes, somente burricos e cabras. Estradas em desenhos pouco civilizados e repletas de seixos rolantes são vencidas com certa dificuldade pelos valentes Toyotas 4&#215;4!</p>
<p>Foi uma aventura vertiginosa!</p>
<p>Como refresco, assiste ao vídeo abaixo e conheça o mais antigo serviço de café, o Ibriq, numa cafeteria típica do Yemen:</p>

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		<title>Trip to Yemen &#8211; 3: Conference on Arabica Naturals</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Dec 2010 17:51:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao receber o convite para participar do 2nd International Coffee Conference on Arabica Naturals, em Sana&#8217;a, Yemen, uma das perspectivas que se abriu para mim foi estar numa discussão de alto nível sobre &#8220;Afinal, por quê Natural?&#8221;&#8230; Foi no Yemen que o cultivo de café se estruturou, ganhando padrão agronômico e, por isso mesmo, alçando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao receber o convite para participar do <strong>2nd International Coffee Conference on Arabica Naturals</strong>, em Sana&#8217;a, Yemen, uma das perspectivas que se abriu para mim foi estar numa discussão de alto nível sobre <strong>&#8220;Afinal, por quê Natural?&#8221;</strong>&#8230;</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip3_Confr.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip3_Confr.jpg',785,1024,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1012_YemenTrip3_Confr.jpg" class="alignleft" alt="" width="214" height="280" /></a>Foi no Yemen que o cultivo de café se estruturou, ganhando padrão agronômico e, por isso mesmo, alçando vôos como o principal produtor das cobiçadas frutas de <em>Coffea arabica</em> por um longo período.</p>
<p>Muitos me perguntaram: por que  uma conferência sobre <strong>Cafés Arabica Naturais </strong>?</p>
<p>A bem da verdade, a esmagadora maioria dos grãos disponíveis no mercado tem processo de secagem denominado Natural, que é aquele em que o fruto, preferencialmente maduro, é colhido e seco (desidratado) com sua casca externa. Esta é a definição do que é um <strong>Café Natural</strong>. Caso esta casca seja retirada, as sementes ficam expostas, envoltas apenas por uma casca interna, chamada de <strong>Pergaminho</strong>, pois sua cor e textura lembra os antigos materiais egípcios. Descascar frutos maduros é sempre mais fácil do que em frutos verdes, de forma que o resultado neste processo, que pode envolver ainda uma etapa com fermentação em tanque com água para retirada da mucilagem, conhecida como <strong>Fully Washed</strong> ou <strong>Café Lavado</strong>. Portanto, neste último processo, o resultado na obtenção de sementes bem formadas (= qualitativo) é superior em relação ao Natural, apesar de que em quantidade seja bem mais modesto.</p>
<p>Apesar dessa vantagem qualitativa, tão bem explorada nas campanhas de marketing de países produtores como a Colômbia e os Centro-Americanos, o principal insumo utilizado é também o mais precioso e escasso em nosso planeta: a <strong>água potável</strong>. Por isso, há uma crescente preocupação entre ONGs conservacionistas em relação a este tema.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip3_market.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip3_market.JPG',800,600,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1012_YemenTrip3_market.JPG" class="alignleft" alt="" width="280" height="210" /></a>Afinal, a contaminação que a desmucilagem provoca na água e, no caso de locais com menor infraestrutura, nos rios acaba por afetar o delicado equilíbrio biológico.</p>
<p>A discussão sobre qualidade sensorial é um tema que envolve aspectos tecnológicos e de manejo, no que digo que o homem pode conduzir tudo de forma mais amigável com o meio ambiente. E a <strong>Conferência</strong> em Sana&#8217;a teve como preocupação abordar todos esses temas, justamente para demonstrar que o Café Natural possui características sensoriais ricas e que o padrão de qualidade de produto está muito mais ligado a procedimentos decorrentes da maior compreensão de cada localidade.</p>
<p>Saiba que mais de 80% dos grãos crus (= Green Coffee) de café, apenas ficando com os da espécie <em>arabica</em>, são <strong>Naturais</strong>! É que a minoria <strong>Lavados</strong> é bem mais barulhenta no mercado&#8230;</p>
<p>Qualidade sensorial está intimamente ligada com o conceito de Uniformidade, como já delineei acima. Ou seja, quanto mais maduros ou próximos disso estiverem os frutos, tanto mais uniforme será o lote e, consequentemente, sua bebida com muito maior potencial para alta qualidade.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip3_Cupping.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip3_Cupping.JPG',1024,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1012_YemenTrip3_Cupping.JPG" class="alignleft" alt="" width="280" height="210" /></a>E o que o produtor tem de fazer?</p>
<p>Colocar-se no lugar do consumidor: como você gosta de uma fruta, madura ou verde? Simples, não?</p>
<p>O conceito é, porém, a realidade é muito mais árdua&#8230; Há o procedimento de se colher seletivamente apenas os frutos maduros, que esbarra no elevado custo, principalmente se em regiões onde múltiplas floradas são comuns. Ou fazer a seleção com equipamentos de alta tecnologia depois das sementes corretamente secas, independentemente do processo de secagem escolhido.</p>
<p>A viagem ao Yemen trouxe uma série de respostas e confirmações que há tempos vinha buscando, que comentarei nos próximos <em>posts</em>.</p>
<p>Para este místico país, a Conferência ganhou muito destaque, tendo a presença de autoridades máximas na abertura, como o <strong>Primeiro Ministro</strong>, <strong>Dr. Ali Mohammed Mujawar</strong>, o segundo a partir da direita na foto acima, e o Ministro da Agricultura, além de outras autoridades. Ciente da importância do Yemen na saga histórica do café, o Governo vê neste precioso fruto a oportunidade de reinserir o país no mapa do comércio internacional de café em posição de destaque.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip3_cuppers.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip3_cuppers.JPG',1024,735,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1012_YemenTrip3_cuppers.JPG" class="alignleft" alt="" width="280" height="200" /></a>Além dos temas técnicos ao longo da Conferência, que contou com participantes de mais de 20 países, houve a primeira edição do <strong>Arabica Naturals International Contest</strong>, sob a coordenação do <em>Companheiro de Viagem</em> <strong>Manuel Diaz Pineda</strong>, do México. Foi formada uma equipe de juízes SCAA e Q-Graders, da qual tive a honra de fazer parte, e que estão nesta foto oficial: de pé, a partir da direita, <strong>Mario Roberto Fernández Alduenda</strong>, México, <strong>Michael Mekonen</strong>, Ethiopia, <strong>Surendra Kotecha</strong>, India, <strong>Manuel Diaz Pineda</strong>, México, e dois dos rapazes yemenis que estiveram na Equipe de Apoio; sentados, a partir da esquerda, <strong>Manuela Violoni</strong>, da Itália (que coordenou o workshop para baristas), um barista yemeni, e eu, seu Coffee Traveler. Participou, ainda, <strong>Resianri Triane</strong>, Indonesia, que não está nesta foto.</p>
<p>Mais de 30 amostras foram avaliadas cuidadosamente, algumas surpreendentes!</p>
<p>Veja, neste vídeo, o anúncio dos Top 10 do concurso, pelo Diretor Executivo da <strong>SMEPS &#8211; Small &amp; Micro Enterprise Promotion Service</strong>, <strong>Wesan Qaid</strong>:</p>

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		<title>Versões Divertidas da História do Café</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 01:58:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cafés do Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Produção de Café]]></category>
		<category><![CDATA[The Production Trail of Coffee]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem diversas formas de contar a História do Café, algumas sisudas como são as teses acadêmicas, outras leves como romances e por aí afora. No entanto, uma das formas mais cativantes tem sido os vídeos. E o grande desafio é o de condensar séculos de informação em poucos minutos, em linguagem fácil e ritmo que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem diversas formas de contar a História do Café, algumas sisudas como são as teses acadêmicas, outras leves como romances e por aí afora.</p>
<p>No entanto, uma das formas mais cativantes tem sido os vídeos. E o grande desafio é o de condensar séculos de informação em poucos minutos, em linguagem fácil e ritmo que seja tão apaixonante quanto uma bela xícara de café.</p>
<p>Selecionei alguns dos meus favoritos, que gostaria de compartilhar com vocês.</p>
<p>O primeiro, <strong>A HISTÓRIA DO CAFÉ</strong>, comenta da sua origem até a chegada no Brasil, com muitos detalhes históricos. Com direção de <strong>Thiago Alves</strong> e roteiro de <strong>Luan Barros</strong>, este filme é uma preciosidade.</p>

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<p>O próximo, <strong>THE PRODUCTION TRAIL OF COFFEE</strong>, uma criativa montagem de <strong>Tim Whalem</strong>, aborda os processos de secagem e de torra do café.</p>
<p>OK, existem alguns problemas conceituais, mas a idéia do filme é muito boa!</p>

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<p>Finalmente, veja o institucional <strong>PORQUE CAFÉ</strong>, com a missão de ajudar na promoção dos <strong>Cafés do Brasi</strong>l, tem um texto e interpretação divertidíssimos! Aborda a história, produção e consumo, além de mostrar os números que envolvem o café. Foi uma excelente &#8220;dica&#8221; do <em>Companheiro de Viagem</em> <strong>Marco De la Roche</strong>.</p>
<p>Vale o <em>Sho</em>t!!!</p>

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		<title>True Stories from Coffee People: Gente do Café &#8211; 2</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Oct 2010 20:53:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pois é, o café também tem o mágico poder de despertar a paixão entre as pessoas&#8230; Uma estória real muito bacana é a dos Companheiros de Viagem Joel Pollock e Letícia Ramos e que retrata muito bem essa magia. Joel é de Montana, Estado vizinho ao Oregon, USA, e iniciou-se no café como barista no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, o café também tem o mágico poder de despertar a paixão entre as pessoas&#8230;</p>
<p>Uma estória real muito bacana é a dos <em>Companheiros de Viagem</em> <strong>Joel Pollock</strong> e <strong>Letícia Ramos </strong>e que retrata muito bem essa magia.</p>
<p>Joel é de Montana, Estado vizinho ao Oregon, USA, e iniciou-se no café como barista no tempo do colégio para, como parte da cultura daquele país, ter seu próprio dinheiro. Foi se aprofundando nessa arte até que lhe ofereceram lugar junto ao torrador.</p>
<p>Uau!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1010_JoeLetica_panthers.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1010_JoeLetica_panthers.JPG',1024,731,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1010_JoeLetica_panthers.JPG" class="alignleft" alt="" width="280" height="199" /></a>Um novo desafio, que Joel encarou muito bem, vindo a se tornar um dos mais talentosos <strong>Mestres de Torra</strong> do Northwest. Foi assim que o conheci, ainda em 2004, quando tinha era o &#8220;cara&#8221; do torrador da microrrede premium <strong>Stumptown</strong>, de Portland, OR. Daí a se tornar um <strong>Coffee Hunter </strong>da casa foi um pulo, iniciando uma vida de contato direto com produtores, principalmente do Brasil. Fizemos muitas viagens pelas origens brasileiras, sempre divertidas. Já na <strong>BECCOR</strong> de <strong>Bruno Souz</strong>a, mais conhecida importadora de exclusivos cafés especiais do Brasil na América do Norte,  Joel passou a exercitar seu talento de vendedor, até que conheceu a Letícia em Minneapolis, durante o <strong>SCAA Show</strong> de <strong>2008</strong>. Letícia era barista do representante <strong>La </strong><strong>Cimbali </strong>em São Paulo e, também, a assessora do magistral <em>Sommelier</em> <strong>Manoel Beato</strong>.</p>
<p>Paixão fulminante. Como num samba de <strong>Adoniran Barbosa</strong>, foi como &#8220;<em>Tauba de Tiro ao Álvaro..</em>.&#8221;.</p>
<p>Juntos desde então, formam o casal <strong>Mr. &amp; Mrs. Pollock</strong>. Joel adora restaurar belos torradores, como o <strong>Perfket</strong> da foto acima, enquanto que Letícia tem se mostrado excelente treinadora de baristas.</p>
<p>Em busca de sol com luz mais intensa, deixaram Portland rumo a Miami, FL. Agora, tem o novo capítulo: <strong>Panther Coffee</strong>!</p>
<p>Que promete. Acompanhem o resto desta bela estória real em <a href="http://www.panthercoffee.com">www.panthercoffee.com</a> .</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1010_YasukoKimura.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1010_YasukoKimura.JPG',800,600,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1010_YasukoKimura.JPG" class="alignleft" alt="" width="280" height="210" /></a>Imagine uma garota de Tokyo, barista em Londres e em aventuras nas fazendas de café no Brasil&#8230; Combinação no mínimo exótica, não?</p>
<p>A estória real de <strong>Yasuko Kimura</strong> também é muito divertida!</p>
<p>Nascida em Tokyo, formou-se em Literatura Clássica Japonesa. OK, OK, ela conhece muito bem os instigantes contos de Akutagawa, sim. Mas, não era bem isso o que ela queria da vida e decidiu colocar o pé em outras paragens, atravessando oceanos. Acabou escolhendo Londres para seu grande desafio pessoal, onde vive há quase 5 anos.</p>
<p>Yasuko tem um perfil típico da nova geração japonesa, mais cosmopolita e interessada em viver em outros países, buscando experiências que não encontrariam num país onde quase tudo se torna tão previsível ou extremamente sofisticado como o Japão. O fato de não se intimidarem com a cultura e a língua tão diferente da japonesa é o que distingue esse novo pessoal.</p>
<p>Na busca por um emprego, acabou conseguindo uma vaga de barista num <em>Coffee Char</em>t, que são carrinhos com estrutura completa para serviços quentes, de propriedade de um ousado brasileiro, no Centro de Londres. De um trabalho que era a princípio puramente mecânico, o grãozinho despertou uma paixão crescente em Yasuko que, na primeira oportunidade quis conhecer onde e como é produzido. Destino: Brasil!</p>
<p>Depois de quase um mês visitando diferentes origens, tendo incríveis experiências, com direito à corrida fugindo de um boi nelore (!), ela comenta porque o café é tão apaixonante:</p>

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