A preocupação com as questões ecológicas tem crescido nos últimos anos, sendo que as recentes demonstrações das alterações climáticas tornaram todos mais sensíveis ainda.
Novas palavras e expressões foram rapidamente incorporadas ao nosso dia a dia, como “seqüestro de carbono”, “sustentabilidade”, “responsabilidade ambiental” e ecologia. Modelos de casas ecológicas estão surgindo, demonstrando como todos nós podemos contribuir para que o nosso planeta não seja tão judiado.
O conceito de sustentabilidade compreende um conjunto de ações e posturas adotadas por um sistema de produção que visa preservar os recursos naturais e as vegetações nativas, proporcionando às novas gerações sua continuidade sob maior sentimento holístico do mundo.
Assim, as reservas naturais numa propriedade, muito mais do que uma obrigatoriedade legal, podem ser um valioso instrumento de perpetuação da biodiversidade nativa.
Na cafeicultura, assim como em outras lavouras, o tema tem despertado grande interesse de todos os agentes da cadeia, desde os produtores, até as indústrias de torrefação e os consumidores. E Certificadoras que garantam um processo de produção com forte enfoque na sustentabilidade e na conservação ambiental estão desenvolvendo trabalhos muito interessantes.
Como já comentei anterioremente, a Certificação da RainForest Alliance, cujo selo de identificação possui o famoso “sapinho” (na verdade, é uma perereca…), possui normas de produção que visam a preservação da vegetação nativa, além de abordar aspectos sociais e comunitários. Hoje, além do café, são certificadas produção de madeira e frutas.
Conheça a seguir um pouco mais sobre essa certificação através do depoimento do Eduardo Trevisan, responsável pela área de café do IMAFLORA, certificador Rainforest no Brasil:












Caro Ensei Neto:
Fugindo do assunto do post, embora tenha lido as boas informações que vc sempre traz, devo lhe dizer que me passou despercebido aquele comentário que vc deixou lá no meu blog a respeito daquele vídeo que postei com o Manhattan Transfer e o Stan Getz, mandando ver com Joy Spring. Nesse comentário vc alude a uma gravação em Tokyo de uma apresentação do Manhattan? também cantando Joy Spring? Em caso positivo e se vc tiver o link do vídeo, por favor, envie-me por e-mail. Desejo postar e comentar, referindo-me a vc como agradável parceiro de bom gosto musical…hehehe…e não apenas de café. Entretanto, jazz de primeira combina totalmente com um café excelente como esses que vc tem o privilégio de degustar! Fico muito contente de saber que vc também gosta desse tipo de música. De vez em quando estou postando essas maravilhas que garimpo no YouTube. Era isto. Forte abraço do Aluízio Amorim.
P.S.: Em tempo. Postei ontem um vídeo em homenagem póstuma ao grande bossa-novista que foi Durval Ferreira, que faleceu no Rio de Janeiro neste domingo. Junto com Maurício Einhorn, é autor de dois clássicos da bossa-nova: Batida Diferente e Estamos aí. Coisa de refinado bom gosto. Como já disse, pena que os artistas envelhecem, como todos os mortais, e lá se vão. A sorte é que os artistas deixam as suas obras. A verdadeira arte, costumo afirmar, é intertemporal. abs aa.