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	<title>The Coffee Traveler &#187; Baristas</title>
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	<description>by Ensei Neto</description>
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		<title>Cafeterias da Terceira Onda &#8211; 3rd Wave Coffee Shops</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 01:47:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Lei da Natureza, soberana e inflexível, nos mostra que tudo caminha para a constante evolução. Simples, não? Isso vale para todos as coisas da vida e para as coisas do mercado, inclusive do café. Na longa cadeia que vai da produção da mais incrível das sementes até se transformar numa mágica e saborosa xícara [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Lei da Natureza</strong>, soberana e inflexível, nos mostra que <strong>tudo caminha para a constante evolução</strong>.</p>
<p>Simples, não?</p>
<p>Isso vale para todos as coisas da vida e para as coisas do mercado, inclusive do café. Na longa cadeia que vai da produção da mais incrível das sementes até se transformar numa mágica e saborosa xícara de café, que vira e mexe inspira revolucionários e suas revoluções, os <strong>Pontos de Serviço</strong> ao Consumidor tem experimentado nos últimos anos grandes mudanças.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1204_3rdGenCS_AG.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1204_3rdGenCS_AG.jpg',576,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1204_3rdGenCS_AG.jpg" class="alignleft" alt="" width="187" height="250" /></a>No Brasil as primeiras cafeterias, lojas realmente especializadas nos serviços de café, surgiram no final dos anos 70 com a visionária iniciativa do &#8220;Seu&#8221; <strong>Américo Sato</strong>, na época à frente da torrefação <strong>Café do Ponto</strong>. Um local que servia <em>espresso</em>, uma novidade para a época, além de mostrar que existiam diversas <strong>Origens de Cafés do Brasil</strong>, com folders que davam explicações sobre os locais de produção e como era cada bebida, é um merecido <strong>Caso de Estudos</strong>.</p>
<p>Em seguida, surgiu a primeira grande franquia nacional de cafeterias, o <strong>Frans Café</strong>, que fincou bandeira em diversas capitais e cidades médias do Brasil afora.</p>
<p>Estas são o que chamamos de <strong>Cafeteiras da Primeira Onda</strong>, ou seja, as primeiras que surgiram e cujo modelo tem como referência a força da marca.</p>
<p>No início dos anos 2.000 começaram a florescer as primeiras casas que ficariam posicionadas como as <strong>Cafeterias da Segunda Onda</strong>. Casas que rapidamente conquistaram posição de referência foram o <strong>Suplicy Cafés</strong>, que leva a assinatura do <em>Companheiro de Viagem</em> <strong>Marco Suplicy</strong>, e o <strong>Santo Grão</strong>, de Marco Kerkmeester, em São Paulo, e o <strong>Lucca Café Especiais</strong>, da dedicada Geórgia Franco, em Curitiba, PR. Um dos diferenciais destas casas foi, entre outros, o de incorporar um <strong>Cardápio de Cafés</strong> com cafés de alta qualidade e identificação da origem produtora. Parece inacreditável, mas a verdade é que nas grandes ondas não se sabe de onde vem cada grãozinho de café&#8230;</p>
<p>Usar máquinas e equipamentos de excelentes fornecedores foi outro ponto notável, somada à até então inovadora Torra na Cafeteria, a exemplo do que já vinha acontecendo na América do Norte, principalmente na Costa Oeste, parte do Japão Central e no Norte da Europa. Nomes como <strong>La Marzocco</strong>, <strong>Mahlkonig</strong> e <strong>Bunn</strong> passaram a ser comuns aos olhos e ouvidos dos consumidores brasileiros.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1204_3rdGenCS_BG.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1204_3rdGenCS_BG.jpg',914,663,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1204_3rdGenCS_BG.jpg" class="alignleft" alt="" width="250" height="181" /></a>Certamente a maior contribuição que essas cafeterias deram foi a de reconhecer uma nova classe de profissional: o <strong>Barista</strong>.</p>
<p>As <strong>Cafeterias da Segunda Onda</strong> se preocuparam em promover treinamento sistematizado de seus baristas e, principalmente, estimulando-os a competirem nos campeonatos de baristas, que é quando um grau de refinamento maior começa a contaminar esse já dinâmico pessoal. A cafeteria de Marco Suplicy é um dos grandes celeiros de baristas campeões paulistas e brasileiros, saindo de trás dos seus balcões exímios profissionais como a <strong>Yara Castanho</strong>, <strong>Bruno Ferreira</strong> e o atual Campeão Brasileiro <strong>Rafael Godoy</strong>.</p>
<p>Graças a essa geração de cafeterias, belos <em>Cappuccinos</em> e <em>Lattès</em>, junto com <em>Ristrettos</em> e <em>Longos</em>, passaram a fazer parte do dia a dia dos <strong>loucos por café</strong>.</p>
<p>Mas, segundo a <strong>Lei da Natureza</strong>, o progresso continua. As organizações tem o seu ciclo de vida, crescendo, expandindo seu território e ao mudar de tamanho acabam também tendo novas aspirações. E é nesse  momento que surgem as <strong>Cafeterias da Terceira Onda</strong>&#8230;</p>
<p>Assim como a famosa <strong>Lei da Informática</strong>, que diz que <em><strong>a capacidade de processamento dos computadores deve dobrar a cada 6 meses</strong></em>, depois de estabelecidos os novos segmentos do café, como num processo caleidoscópico, outros patamares se consolidam, com características inovadoras e serviços inéditos. E assim, tudo passa a acontecer em maior velocidade.</p>
<p>O que se passa atualmente no Brasil com essas novas casas é simplesmente fantástico!</p>
<p>São cafeterias que não apenas se espelham em outras de vanguarda no exterior, mas que (isso mesmo!) servem de referência para outros países. Na realidade, refletem o atual estágio de desenvolvimento do mercado brasileiro. Isso é ótimo!</p>
<p>Equipamentos de vanguarda, de design inspirado, serviços modernos e de muita ciência aplicada, ambientes descontraídos e próprios para se criar experiências sensoriais muito bacanas!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1204_3rdGenCS_Din.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1204_3rdGenCS_Din.JPG',634,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1204_3rdGenCS_Din.JPG" class="alignleft" alt="" width="206" height="250" /></a>Em meados de 2010 esse movimento no Brasil começou com a hoje grande referência do segmento, o <strong>Ateliê do Grão</strong>, que tem a assinatura dos <em>Companheiros de Viagem</em> <strong>Rodrigo Ramos</strong> e <strong>Leandro de Lima</strong>, em Goiânia, GO. Máquina de Espresso <strong>Slayer</strong>, que permite controlar o fluxo da água do grupo, criando impensável flexibilidade para a extração do <em>espresso</em>, e o <strong>retrô-lucionário</strong> moinho <strong>Versalab</strong>, que inovou ao incorporar 2 sistemas de mós, resultando num perfil granulométrico totalmente diferente do comum. Apresenta uma seleção de microlotes de café de excepcional qualidade com torra magistral,  além de outros serviços de café como o preparo em <strong>Hario</strong> System com baristas muito bem treinados e focados na excelência do atendimento ao cliente.</p>
<p style="text-align: left;">Apresentar o produtor, a fazenda ou um pequeno sítio e seus cafés, discriminando variedade e o período em que foi colhido, por exemplo, é parte do requinte de transparência do modelo. O foco dessas novas casas é o de apresentar o produtor e os seus lotes de café como os verdadeiros atores principais, sendo assim o depuramento e evolução do que as cafeterias da Segunda Onda fazem.</p>
<p>A segunda cafeteria que segue o mesmo modelo é o <strong>Bistrô do Grão</strong>, em Joinvile, SC, com o duo <strong>Slayer-Versalab</strong> em Amarelo Ferrari como pode ser visto na segunda foto, que iniciou operações neste mês de abril. E outras com esse mesmo modelo iniciam atividades em breve!</p>
<p>Em São Paulo, a cafeteria <strong>Coffee Lab</strong> da Isabela Raposeiras faz parte dessa Terceira Onda também.</p>
<p>Agora, como sugestão para quem vai a sempre cativante <strong>Portland</strong>, OR, é obrigatória visita ao <strong>Ristretto Roasters</strong>, do grande <em>Companheiro de Viagem</em> <strong>Din Johnson</strong>.Din começou com uma pequena operação na <strong>3908 North Williams Avenue</strong>, onde também torrava o café à vista dos seus clientes. Ah, e verdade seja dita, o Ristretto tem a cara e espírito do Din, muito elegante e criativo!</p>
<p>A segunda casa fica na <strong>3520 NE 42nd Avenue</strong>, muito charmosa, mas a terceira, que fica na <strong>2181 NW Nicolai Street</strong>, é simplesmente incrível e inovadora!</p>
<p>Veja o vídeo e, se puder, confira pessoalmente  visitando o local!</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/40413511" width="500" height="331" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dia Internacional da Mulher&#8230; Com Café!</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 04:20:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ah, o que seria do café sem essas mulheres tão incríveis? Ficaríamos todos desamparados, como um Cappuccino sem Leite! A História dos Cafés do Brasil teve um início romanceado com a participação da Madame D&#8217;Orvilliers, que ofereceu mudas de cafeeiro para o galanteador sargento Mello Palheta, que as trouxe para o Pará, de onde esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, o que seria do café sem essas mulheres tão incríveis?</p>
<p>Ficaríamos todos desamparados, como um <em>Cappuccino</em> sem Leite!</p>
<p>A História dos Cafés do Brasil teve um início romanceado com a participação da <strong>Madame D&#8217;Orvilliers</strong>, que ofereceu mudas de cafeeiro para o galanteador sargento Mello Palheta, que as trouxe para o Pará, de onde esta planta se disseminou por diversos Estados.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1303_Mulheres_mosaico.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1303_Mulheres_mosaico.jpg',2765,1382,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1303_Mulheres_mosaico.jpg" class="alignleft" alt="" width="250" height="124" /></a>A Cafeicultura ficou como algo exclusivo do mundo masculino, à exceção dos tempos de colheita, quando as mulheres recolhiam delicadamente os rubros frutos.</p>
<p>O tempo passou, o mundo mudou e o que era doce se acabou&#8230; Bem, não foi assim, ainda bem!</p>
<p>As mulheres passaram a ter maior presença onde apenas os homens se sobressaíam ou simplesmente comandavam. Assim como houve a &#8220;Revolução Feminina&#8221; na Europa para que também pudessem as mulheres apreciar o <strong>Negro Vinho</strong>, a Cafeicultura em todos os seus setores experimentou a entrada dessas doces revolucionárias&#8230;</p>
<p>Mulheres na lida das fazendas vem se tornando cada vez mais comum, assim como muitas lideranças que alternam seus momentos de &#8220;botina de bico sujo de terra&#8221; com os de &#8220;sapato de salto alto&#8221;. Propriedades onde as mulheres tem o comando tem apresentando espetacular consistência nos resultados colheita após colheita. Talvez o cuidado e carinho que o espírito masculino sempre com altas doses de adrenalina e centrado em desempenho acaba não dispensando aos detalhes seja o diferencial do feminino. Como diz uma grande amiga e <em>Companheira de Viagem</em>, o toque feminino acaba dando um colorido especial nas coisas.</p>
<p>Baristas (sim, no Brasil elas são a esmagadora maioria), agrônomas, mas, também, superespecialistas Coffee Hunters e Juízas Certificadas Q Graders (pelo CQI &#8211; Coffee Quality Institute) são os novos terrenos onde as mulheres estão marcando presença.</p>
<p>E verdade seja dita: é impossível pensar no Mundo do Café sem as Mulheres&#8230;</p>
<p>Por isso, Vivas! Com Excelentes Cafés!</p>
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		<title>Saindo do Eixo&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 29 May 2011 23:12:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São Paulo, SP. É a Cidade que Nunca Dorme, é onde tudo acontece no Brasil. Até em música, como em letra do Caetano Veloso, é a maior Metrópole da América do Sul, Baby! É a cultura efervecente, novidades aos borbotões e indicativos das novas tendências em tudo. O movimento de cafés de alta qualidade ou, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo, SP.</p>
<p>É a Cidade que Nunca Dorme, é onde tudo acontece no Brasil. Até em música, como em letra do Caetano Veloso, é a maior Metrópole da América do Sul, Baby!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_PouringMilk.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_PouringMilk.jpg',636,811,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/PouringMilk.jpg" class="alignleft" alt="" width="219" height="280" /></a>É a cultura efervecente, novidades aos borbotões e indicativos das novas tendências em tudo. O movimento de cafés de alta qualidade ou, simplesmente, dos <strong>Cafés Especiais</strong> no Brasil tem em Sampa o seu melhor meio. Casas inovadoras como <strong>Suplicy</strong>, <strong>Santo Grão</strong> e <strong>Coffee Lab</strong>, de empreendedores locais, convivem com tentáculos das grandes empresas globais como Sara Lee e sua surpreendente <strong>Casa Pilão</strong>, e a nova avalanche de <strong>McCafés</strong>, com seu ambiente aconchegantemente convidativo aos novos consumidores. São Paulo oferece, também, um incrível oferta de cursos e treinamentos especializados para os profissionais e apaixonados da área.</p>
<p>Máquinas, equipamentos e acessórios para fazer café? Sim, você encontra tudo em Sã0 Paulo!</p>
<p>Todas as máquinas de espress0 mais conhecidas tem sua base de representação na capital paulista, desde as grandes <strong>La Spaziale</strong>, <strong>Nuova Simonelli, Astoria</strong> e <strong>Cimbali</strong> até a artesanal e porisso sonho de consumo de todo <em>Coffee Geek</em>, <strong>La Marzocco</strong>. Moinhos e todos os outros apetrechos são fáceis de se encontrar. </p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_PINGADO_AteliedoGrao_mini.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_PINGADO_AteliedoGrao_mini.jpg',673,484,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/PINGADO_AteliedoGrao_mini.jpg" class="alignleft" alt="" width="280" height="201" /></a>É justamente por essa incrível diversidade de opções que faz de São Paulo a principal fonte para o povo do café, entre outros povos&#8230;</p>
<p>Gente de todo o país se aporta para buscar idéias, informações e aprendizado, literalmente bebendo direto da fonte. E se houver pessoas inspiradas, novas idéias e projetos podem acabar pipocando em outras paragens brasileiras!</p>
<p>Apesar das dimensões da produção cultural e econômica, lastreadas pela extraordinária capacidade de consumo, outras cidades e capitais estão mostrando que o chamado eixo São Paulo-Rio de Janeiro não é soberano. E tem dois exemplos muito bacanas sobre isso.</p>
<p>Quando se fala em <strong>Goiânia</strong>, GO, a primeira imagem que vem à nossa mente são gostosuras típicas do interior como o Empadão Goiano e pratos com a amargosa Gueroba, como o povo goiano chama o palmito Guariroba. No entanto, numa iniciativa de empresários inspirados e visionários, lá está o <strong>Ateliê do Grão</strong>, cafeteria que reune como pioneira no Brasil e América do Sul equipamentos <em>high end</em> como a máquina de <em>espresso</em> <strong>Slayer</strong> e o moinho <strong>Versalab</strong>.</p>
<p><strong><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_CarolBsouza.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_CarolBsouza.jpg',739,550,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/CarolBsouza.jpg" class="alignleft" alt="" width="280" height="208" /></a></strong>Além dessa dupla dinâmica, a seleção de cafés de excelente qualidade e um serviço de alto nível tem atraído<em> Coffee Lovers</em>, <em>Coffee Geeks</em> e personalidades do café não só do Brasil, mas, também, do exterior!</p>
<p>Vale a pena conhecer essa casa, até como um programa de final de semana, para fugir do trânsito e loucura de outras grandes cidades.</p>
<p><strong>Educação </strong>e <strong>treinamento </strong>é a principal alavanca para o crescimento e maturação do mercado. São dois tempos distintos, na realidade: o crescimento tem relação com o desenvolvimento sócio-econômico e atividades promocionais, porém a maturação começa quando a legião de consumidores passa a deter maior conhecimento sobre o assunto.</p>
<p>A <strong>Lucca Cafés Especiais</strong>, de Curitiba, PR, tem o primeiro centro de treinamento fora do eixo São Paulo-Rio de Janeiro, idealizado pela <strong>Georgia de Souza</strong>. Conheci a Georgia em 2.000, quando atuava na área de comércio de café cru, e fiquei fã de sua mão para preparar muito boas pastas em nossas viagens internacionais. Obstinada e tenaz, logo depois começou as operações da Lucca, torrando garimpados em concursos de qualidade, formando, também, um geração de baristas e profissionais do café como poucos!<a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_FelipeLukasievicz.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_FelipeLukasievicz.jpg',683,1024,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/FelipeLukasievicz.jpg" class="alignleft" alt="" width="186" height="280" /></a>Além do talentoso <strong> Otávio Linhares</strong>, barista premiado em 2005, Georgia revelou em sua própria casa a <strong>Carolina</strong> <strong>de</strong> <strong>Souza</strong> ou simplesmente <strong>Carol</strong>, sua filha, que é a primeira a vencer por duas vezes seguidas o <strong>Campeonato Brasileiro de Cup Tasters</strong>. Emocionante foi presenciar a caçula entre os degustadores, alguns tarimbadíssimos, mostrando suas habilidades sensoriais de rapidíssimas respostas! Com isso carimbou seu visto no passaporte para competir no Mundial em Maastrich, Holanda.</p>
<p>Porém, ficou com o pupilo <strong>Felipe Lukasievicz</strong> a grande e consagradora vitória da Lucca. Felipe já havia se sagrado campeão de <strong>Lattè Art</strong> em 2010, sendo um dos fortes competidores no Brasileiro de 2011. Mais maduro, sua apresentação foi impecável, valendo o bicampeonato no Lattè Art para ele. Mas, ao vencer competidores de ponta como <strong>Bruno Ferreira,</strong> <strong>Cecília Sanada</strong> e a campeoníssima <strong>Yara Castanho</strong>, Felipe conseguiu um feito inédito ao unir os dois títulos. Representará o Brasil nas duas competições mundiais, o de Barista em Bogotá, Colombia, e o de Lattè Art em Maastrich, Holanda.</p>
<p>Pois é, ao juntar profissionais talentosos e aplicar rigoroso treinamento, sempre sob exigência de excelência típica de sua pessoa, Georgia demonstrou como é saudável ter novos polos, saindo do Eixo&#8230;</p>
<p>Isso é ótimo para o mercado! Isso é ótimo para o Brasil!</p>
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		<title>Aquecendo Motores: Regionais de Baristas!</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jan 2011 02:02:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chamadas para os Campeonatos Regionais de Baristas! Já no final de 2010 começaram os certames regionais de baristas a partir de Minas Gerais, prosseguindo agora em outros Estados como Rio Grande do Sul e o muito disputado de São Paulo.  Profissionalmente, um título tanto nas competições regionais quanto no Brasileiro traz valorização e reconhecimento. É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chamadas para os Campeonatos Regionais de Baristas!</p>
<p>Já no final de 2010 começaram os certames regionais de baristas a partir de Minas Gerais, prosseguindo agora em outros Estados como Rio Grande do Sul e o muito disputado de São Paulo.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1101_Regionais_1.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1101_Regionais_1.jpg',990,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1101_Regionais_1.jpg" class="alignleft" alt="" width="280" height="217" /></a> Profissionalmente, um título tanto nas competições regionais quanto no Brasileiro traz valorização e reconhecimento. É clara a evolução dos profissionais que entram nas disputas, seja no nível técnico que vem se apurando como nas apresentações que seguem as tendências internacionais. O mundo definitivamente está se tornando cada vez menor!</p>
<p>Como se sabe, cada competidor tem 15 minutos para sua apresentação, que deve contemplar 3 serviços: o <em>espresso</em>, o <em>cappuccino</em> e um drinque não alcoólico de assinatura. Os juízes se dividem em Técnicos, que se preocupam com o relacionamento do barista com sua estação de trabalho, e os Sensoriais, que julgam as bebidas em si.Vencida a etapa regional, vem o Brasileiro, que selecionará quem representará nosso país no Mundial, que neste ano será realizado em Bogotá, Colombia.</p>
<p>O Barista, que é o profissional especialista no serviço do café, acaba sendo envolvido por um grande aparato nessas competições, desde a escolha do <em>blend</em> de café, da intimidade com moinhos e máquinas de espresso, que idealmente devem ser da mesma fornecedora da competição Mundial, da seleção do leite, alguns extratos e mix de sabores, além de outros equipamentos de suporte. Fica evidente ao público a enorme cadeia agregada aos serviços de café, envolvendo experientes e jovens profissionais cheio de energia e idéias, porém todos com um mesmo traço característico: a paixão definitiva pelo café!</p>
<p>Veja o depoimento de Luiz Salomão, representante técnico da Bun Corporation para a América Latina, sobre sua fulminante paixão pelo café&#8230;</p>

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		<title>Trip to Yemen &#8211; 4: Haraz &amp; Jabal Bura (&amp; Yemeni Baristas!)</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Dec 2010 23:06:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os trabalhos da 2nd International Conference on Arabica Naturals, em Sana’a, encerram-se no dia 13 de dezembro com excelentes resultados. O dia seguinte,  14, estava reservado para o início de uma longa jornada pelas principais origens yemenitas produtoras de café. Eram antes das 6 h da manhã quando um grupo de amigos se juntou no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os trabalhos da <strong>2nd International Conference on Arabica Naturals</strong>, em Sana’a, encerram-se no dia 13 de dezembro com excelentes resultados. O dia seguinte,  14, estava reservado para o início de uma longa jornada pelas principais origens yemenitas produtoras de café. Eram antes das 6 h da manhã quando um grupo de amigos se juntou no lobby do hotel, aguardando as camionetes 4X4 que nos levariam. Expectativa total!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip4_terraces.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip4_terraces.jpg',576,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1012_YemenTrip4_terraces.jpg" class="alignleft" alt="" width="210" height="280" /></a>Todos estavam ansiosos pelo início da grande aventura, uma vez que todos, apesar de experientes no café, estavam se iniciando nas origens do Yemen. Este país, considerado ainda o mais pobre dentre os da Península Arábica, pode ser dividido em duas grandes áreas geográficas: o Sul, onde predomina o deserto, é rico em petróleo, que gera a maior parte das divisas do país, enquanto que o Norte, onde grandes cadeias de montanhas se estendem generosamente, tem na agricultura sua sustentação econômica. Apesar da conhecida fertilidade dos rincões montanhosos, em parte explicada pela incrível quantidade de rochas calcáreas, apesar da topografia íngreme e repleta de pedras, tem outra restrição: a água, que é bastante escassa. Ou seja: se não é o caso de paisagem desértica de dunas em mutação, predomina a aridez das montanhas pedregosas.</p>
<p>As chuvas são diminutas se compararmos à abundância existente no Brasil (não mais que 30% do que chove em nosso país!), por isso tem de ser sabiamente empregada pelos yemenis.</p>
<p>Nesta primeira etapa da jornada, nosso destino era <strong>Haraz</strong>, uma das mais antigas cafeiculturas do mundo (lembrem-se de que a cafeicultura do Yemen é milenar!) nas montanhas. Lavouras de café entre 1.500 m e 1.800 m de altitude. Não, não eram as mais elevadas&#8230; no entanto, elevações dessa magnitude já ultrapassam as Centro-Americanas como em <strong>Boquete</strong>, <strong>Panamá</strong>.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip4_JabalBura.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip4_JabalBura.jpg',800,600,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1012_YemenTrip4_JabalBura.jpg" class="alignleft" alt="" width="280" height="210" /></a>A principal característica das lavouras é o fato de que todo o plantio é feito empregando a técnica de terraços, que permitem lidar com a declividade das montanhas e auxiliam na retenção da água. O que impressiona é o perfeito trabalho em nível, no que podemos chamar de alinhamento em <em>State of Art</em>. Aproveitamos, o <em>Companheiro de Viagem</em> <strong>Manuel Diaz</strong> e eu, e fizemos algumas medições e cálculos rápidos. Conclusão: no espaçamento médio empregado, a densidade de plantio fica em torno de (pasmem!) 7.000 plantas por hectare!</p>
<p>Isso explica, em parte, a relativa boa produtividade dessas lavouras.</p>
<p>Estes terraços estão em Jabal Bura, e ficam entre inacreditáveis 2.000 e 2.400 m de altitude. Algumas lavouras chegam a conversar com as estrelas, pois estão a cerca de 3.000 m acima do nível do mar!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip4_terracesDetail.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip4_terracesDetail.jpg',576,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1012_YemenTrip4_terracesDetail.jpg" class="alignleft" alt="" width="210" height="280" /></a>Observem em detalhe a construção de um terraço. Impressionante, não?</p>
<p>Imagine que fizeram, inicialmente, o traçado de cada linha, verificaram o nível para, finalmente, construírem, literalmente, as paredes de cada terraço. Daí, é razoável concluir que por se tratar de uma obra de engenharia, o custo para a implantação de uma lavoura como essa chega a ser&#8230; impensável! Porém, é algo que fazem a centenas e centenas de anos&#8230;</p>
<p>Outra coisa: sendo a largura dos terraços, principalmente naquela altitude, bastante pequena, dá para compreender que todos os serviços são feitos manualmente. Tratores são impensáveis e até mesmo cavalos. Para vencer esses terrenos pedregosos e íngremes, somente burricos e cabras. Estradas em desenhos pouco civilizados e repletas de seixos rolantes são vencidas com certa dificuldade pelos valentes Toyotas 4&#215;4!</p>
<p>Foi uma aventura vertiginosa!</p>
<p>Como refresco, assiste ao vídeo abaixo e conheça o mais antigo serviço de café, o Ibriq, numa cafeteria típica do Yemen:</p>

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		<title>Educação &amp; Treinamento em Belo Horizonte, MG</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 02:50:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Minas Gerais é o Estado que tem a maior produção de café do Brasil, incluindo 3 das mais importantes origens: Sul de Minas, Matas de Minas e o Cerrado Mineiro. Juntas, produzem mais de 50% do total do Brasil, neste caso incluindo o Conilon, ou algo como 2/3 do total de arabica. Nos campos o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minas Gerais é o Estado que tem a maior produção de café do Brasil, incluindo 3 das mais importantes origens: Sul de Minas, Matas de Minas e o Cerrado Mineiro. Juntas, produzem mais de 50% do total do Brasil, neste caso incluindo o Conilon, ou algo como 2/3 do total de arabica.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1010_SensorySkills_Acidos.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1010_SensorySkills_Acidos.jpg',1024,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1010_SensorySkills_Acidos.jpg" class="alignleft" alt="" width="280" height="210" /></a>Nos campos o que há de mais avançado na tecnologia de produção pode ser encontrado nas grandiosas e centenárias fazendas do Sul de Minas ou em modernos plantios no Cerrado, e mesmo nas pequenas porém eficientes propriedades na Serra do Caparaó. Alguns dos mais excepcionais lotes de Cafés do Brasil saem dessas origens.</p>
<p>Para que todo esse esforço dos produtores possa ser reconhecido, é importante que o consumidor compreenda a extensão do que se considera QUALIDADE no café.</p>
<p>O grão cru, quando deixa a fazenda, ainda tem um longo caminho a percorrer. Deve ser entendido que quando se diz que um café é de ALTA QUALIDADE, como um CAFÉ ESPECIAL, ele é resultado de uma complexa combinação de fatores geográficos e rigoroso preparo. É, antes de mais nada, fruto de rigorosa seleção, que, em resumo, é PUREZA &amp; UNIFORMIDADE.</p>
<p>A etapa seguinte é a industrial ou da torra do café. Dominar todo este intrincado processo exige grande conhecimento de ciência dos alimentos e físico-química juntamente com ciência dos materiais e grande sensibilidade sensorial. São anos para formar um bom Mestre de Torras. Em seguida vem o serviço, que pode ser doméstico ou profissional e que exige cuidados na moagem, com a escolha da água, o tipo de equipamento e, é claro, a habilidade e conhecimento do &#8220;piloto&#8221;.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1010_SensorialBH_T1_BX.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1010_SensorialBH_T1_BX.jpg',1564,1185,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1010_SensorialBH_T1_BX.jpg" class="alignleft" alt="" width="280" height="212" /></a>Assim, Belo Horizonte ganha um centro de Educação e Treinamento das coisas do café num descolado local no Centro de Belo Horizonte, em frente à antiga Estação de Trem. Num antigo prédio que vem sendo restaurado, diversas atividades culturais já são ali abrigadas, dando lugar, agora, para o café.</p>
<p>Num esforço conjunto da <strong>ACADEMIA DO CAFÉ</strong>, de Bruno Souza, da BECCOR, e do <strong>SPECIALTY COFFEE BUREAU</strong>, de seu Coffee Traveler, o primeiro curso acontecerá nos dias 28 e 29 de Outubro de 2010, com o Módulo 1 do Curso de Avaliação Sensorial Avançada. Formulamos um modelo diferente, voltado para a iniciação ao que chamo de INTERPRETAÇÃO SENSORIAL através de exercícios inovadores, baseados em sólidos conhecimentos de Ciência dos Alimentos, Fisiologia Humana e Técnicas Holísticas.</p>
<p>Deixo o convite para vocês acompanharem novas aventuras pelo mundo dos sabores e aromas do café neste novo espaço: o CAFÉ 104 &#8211; Praça Ruy Barbosa, 104, Centro, Belo Horizonte.</p>
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		<title>SLAYER: A &#8220;Matadora&#8221; em Ação</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 21:24:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comentei anteriormente sobre algumas das boas &#8220;sacadas&#8221; da Slayer, uma máquina de espresso que já está se tornando o novo sonho de consumo de muitos baristas. Agora, é o momento de ver essa &#8220;Matadora&#8221; em ação&#8230; Captei as imagens deste vídeo durante o SCAA &#8211; Specialty Coffee Association of America Show de 2009, que aconteceu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comentei anteriormente sobre algumas das boas &#8220;sacadas&#8221; da Slayer, uma máquina de espresso que já está se tornando o novo sonho de consumo de muitos baristas. Agora, é o momento de ver essa &#8220;Matadora&#8221; em ação&#8230;</p>
<p>Captei as imagens deste vídeo durante o SCAA &#8211; Specialty Coffee Association of America Show de 2009, que aconteceu em Atlanta, GA. Como ocorre bienalmente, o WBC &#8211; World Barista Championship dividiu espaço com esta que é a mais importante feira de cafés, principalmente de cafés especiais. Dessa forma, o lançamento internacional da Slayer não poderia ter sido em melhor momento!</p>
<p>Veja o vídeo a seguir:</p>

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		<title>The Coffee Club, Santiago, Chile.</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 04:18:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de muitos anos trabalhando em hotelaria, onde aprendeu a sutil arte de surpreender as pessoas com mimos quase que impensáveis, Claudia Cuevas estava decidida a criar um ambiente diferente em Santiago, Chile. O The Coffee Club nasceu com esse propósito. Em parte como resultado de um sofisticado amálgama delicadamente trabalhado por Claudia (posando junto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de muitos anos trabalhando em hotelaria, onde aprendeu a sutil arte de surpreender as pessoas com mimos quase que impensáveis, <strong>Claudia Cuevas</strong> estava decidida a criar um ambiente diferente em <strong>Santiago</strong>, Chile.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1006_CoffeeClub_2.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1006_CoffeeClub_2.jpg',576,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1006_CoffeeClub_2.jpg" class="alignleft" alt="" width="210" height="280" /></a>O <strong>The Coffee Club</strong> nasceu com esse propósito. Em parte como resultado de um sofisticado amálgama delicadamente trabalhado por Claudia (posando junto às placas que divulgam as origens de café disponíveis), que visitou muitas da clássicas cafeterias européias, da Alemanha ao norte da Itália, para se inspirar e dar forma ao seu sonho.</p>
<p>A experiência adquirida quando trabalhou na requintada rede <strong>Hyatt</strong>, onde tinha como tarefa observar detalhes para, então, analisar e desvendar os <em>pequenos segredos</em> de cada hóspede, permitiu-lhe estabelecer um serviço diferenciado em seu empreendimento. Ela contou-me algumas passagens que surpreendem pela sutileza, elegância e agradabilíssima surpresa que devem ter causado a alguns desses privilegiados hóspedes, como foi o caso em que ela percebeu que uma hóspede gostava de carnes quase cruas internamente. Quando, durante uma outra viagem retornou ao restaurante, fez o pedido de um medalhão, o garçon, orientado por Claudia, perguntou se o ponto deveria ser como o da vez anterior. Surpresa total e um sorriso de satisfação inesquecível&#8230;</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1006_CoffeeClub_front2.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1006_CoffeeClub_front2.JPG',800,548,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1006_CoffeeClub_front2.JPG" class="alignleft" alt="" width="280" height="191" /></a>O <strong>The Coffee Club</strong> está localizado no coração do bairro <strong>Providência</strong>, que lembra um pouco da região da Avenida Paulista, em São Paulo, junto ao charmoso <strong>Instituto Cultural de Providência</strong>, onde exposições e eventos culturais sempre acontecem. Como um pequeno refúgio do intenso trânsito que flui nas <strong>Avenidas Providência</strong> e <strong>11 de Septiembre</strong>, com muitas árvores e um prédio de inspiração européia com seus avermelhados tijolos aparentes, algumas mesas em ferro fundido e outras em madeira sob charmosos guarda-sóis, ao saborear um <em>espresso</em> ou um <em>cappuccino</em> as pessoas poderiam se sentir em uma cidade européia. Quando entrei na loja, onde um grande balcão ocupa quase todo o fundo, tendo uma clássica <strong>Vitoria Arduino</strong> em metal batido, ouvia-se Billie Holliday enquanto um <em>espresso</em> era extraído pela bela barista <strong>Alexandra</strong>.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1006_CoffeeClub_5.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1006_CoffeeClub_5.JPG',800,578,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1006_CoffeeClub_5.JPG" class="alignleft" alt="" width="280" height="202" /></a>Cada <em>macchiatto</em> ou <em>cappuccino</em> recebe um toque especial de <em>Lattè Art</em>. Em se tratando do mercado chileno, há 14 anos atrás, quando o The Coffee Club foi inaugurado, foi uma revolução. Ainda grande parte do consumo de café no Chile é de instantâneo. Sim, mesmo sendo um país que produz excepcionais vinhos e frutas, com uma cultura culinária e gastronômica muuuito acima de seus pares latino-americanos, no quesito <strong>Café</strong> somente agora há um despertar para bebidas de alta qualidade. Portanto, o trabalho que Claudia Cuevas faz tem, além de conceitos sofisticados de ambiente e excelente qualidade do serviço, tem um viés educativo muito grande, pois foi a primeira casa a trazer cafés de origens como Panamá e Costa Rica.</p>
<p>Enquanto eu estava degustando o café panamenho, entrou um cliente que há mais de 10 anos frequenta a casa. Uma das baristas o reconheceu antes que abrisse a porta e preparou sua mesa predileta e perguntou se seria o pedido usual! A surpresa foi minha, enquanto que desse cliente ouvi: &#8220;Esta é uma das razões porque há tanto tempo bebo café aqui&#8230;&#8221;</p>
<p>Surpreender.</p>
<p>Um excelente serviço tem essa mágica!</p>
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		<title>United Nations of Coffee</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 03:40:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Durante grande parte do Século XX, o mundo viveu sob o desconfortável confronto de duas grandes potências, levando ao constante medo da destruição global que poderia acontecer como um simples piscar de olhos. Quando as últimas barreiras do que eram antes considerados domínios da Liberdade versus daqueles da Disciplina, o mundo começou a respirar aliviadamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante grande parte do Século XX, o mundo viveu sob o desconfortável confronto de duas grandes potências, levando ao constante medo da destruição global que poderia acontecer como um simples piscar de olhos. Quando as últimas barreiras do que eram antes considerados domínios da Liberdade versus daqueles da Disciplina, o mundo começou a respirar aliviadamente e, assim, diminuir as distâncias entre os povos. Foi a vitória do bom senso e da celebração da vida.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1005_UN_Coffee1.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1005_UN_Coffee1.JPG',800,557,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1005_UN_Coffee1.JPG" class="alignleft" alt="" width="280" height="194" /></a>O café é considerado produto globalizado por excelência, tendo alcançado este status há centenas de anos atrás. Saindo do berço da Humanidade, como a Mãe África é conhecida, essa incrível frutinha e suas maravilhosas sementes rodaram literalmente o mundo, seguindo pelo Oriente Médio para daí ganhar o Sudeste Asiático, as Antilhas e, finalmente, as Américas.</p>
<p>Sua cadeia de negócios é grandiosa e, também, possui complexidade enorme, envolvendo um número gigantesco de pessoas, profissionais e os simplesmente apaixonados pelo café. Sob a visão de cadeia, podem ser destacados os segmentos da <strong>Produção</strong> com os seus mais de 40 países produtores, passando pelas casas de <strong>Comércio Internacional </strong>com as trading companies, adentrando a <strong>Indústria de Torrefação</strong> até chegar às <strong>Cafeterias</strong>, que, finalmente, servirão ao <strong>Consumidor</strong>. São milhões de pessoas envolvidas desde o cultivo até a cuidadosa extração, que faz exalar aromas que cativam cada vez mais consumidores em todo o mundo.</p>
<p>O café, além de tudo, tem a maravilhosa capacidade de unir pessoas de diferentes países e cultura, pois faz com que todas elas busquem o máximo de prazer e alegrias que esse negro vinho pode proporcionar. Veja na foto acima o burburinho que uma máquina de espresso causou entre baristas de todo o mundo, durante uma pausa do <strong>Campeonato Mundial de Barista</strong> que aconteceu em Atlanta, GA, USA, em 2009. Nórdicos, norte-americanos, japoneses e brasileiros, todos extasiados e ansiosos para pilotar a novidade. E, é claro, muita troca de figurinhas sobre as impressões que cada um teve!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1005_UN_Coffee2.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1005_UN_Coffee2.JPG',1024,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1005_UN_Coffee2.JPG" class="alignleft" alt="" width="280" height="210" /></a>A busca de melhor posicionamento no mercado por parte das origens produtoras de café obriga a empreender intensivo treinamento na identificação de aromas e sabores que podem conquistar diferentes e específicos consumidores. Para que isso se converta num caminho consolidado é importante que a qualidade dos grãos crus tenham elevado padrão, pois como bebida, a percepção de atributos sensoriais como sabor, acidez e corpo é nítida.</p>
<p>Neste campo, a <strong>Metodologia SCAA de Avaliação de Café</strong> vem conquistando importante espaço no mercado como ferramenta para esse propósito, assim como cria maior entendimento entre cafeicultores e torrefadores durante a fase comercial. O treinamento de profissionais de degustação e mesmo de produtores tem se multiplicado em diversos países, quando um impressionante caldo cultural se forma. Nesta foto, durante treinamento na <strong>Central de Café y Cacao de Peru</strong>, vemos, a partir da esquerda, o peruano <strong>Mirko Villa</strong>, <strong>Kelly Peltier</strong>, coordenadora técnica do <strong>CQI &#8211; Coffee Quality Institute</strong>, USA, <strong>Rolando Cañas</strong>, de Honduras,  eu, seu Coffee Traveler, do Brasil, e a peruana <strong>Madeleine Lozaya</strong>.</p>
<p>A conexão entre produtores e torrefadores é um dos pilares do mercado dos Cafés Especiais. Relacionamento, integração e cooperação. É assim que funciona de verdade!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1005_UN_Coffee3.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1005_UN_Coffee3.JPG',1024,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1005_UN_Coffee3.JPG" class="alignleft" alt="" width="280" height="210" /></a>Há uma preocupação constante dessa indústria para que o produtor continue a oferecer grãos com a qualidade que encantam os seus consumidores, incentivando-os através de substanciais prêmios nos valores pagos. Portanto, conhecer os cafeicultores, suas propriedades, seus sonhos e dificuldades cria forte vínculo de amizade, muito acima do simples negócio.</p>
<p>É o caso deste grupo de torrefadores suecos que visitaram algumas áreas produtoras do Sul de Minas e que tive a oportunidade de conhecê-los em São Paulo no <strong>Suplicy Cafés Especiai</strong>s. Na realidade, foi uma grande alegria para todos, pois Johan disse que vem acompanhando o <strong>The Coffee Traveler</strong>, apesar de não estar ainda na versão em sueco&#8230;  Incrível, não, como o mundo ficou pequeno e cada vez mais unido pelo café?!</p>
<p>A partir da esquerda, <strong>Johan Ekfeldt</strong>, do <strong>Johan &amp; Nyström Kafferostare-Tehandlare</strong> (<a href="http://www.johanochnystrom.se">www.johanochnystrom.se</a>), de Tullinge, é o segundo, com seu óculos preso à camisa, enquanto que <strong>Mattias Dellerhagen</strong>, do <strong>Dellerhagen Coffee</strong> (<a href="http://www.dellerhagen.se">www.dellerhagen.se</a>), de Borlänge, está na ponta da direita.</p>
<p>Isso não tem preço, pessoal!!!</p>
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		<title>Kiawamururu, um Kenyano no Campeonato Brasileiro de Barista</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 16:51:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Yara Castanho conquistou o Bicampeonato Brasileiro de Barista agora em 2010 devido a uma soma de elementos entre bem planejados, bem escolhidos e bem executados. Pensar, estruturar e executar o Drinque de Assinatura não é tarefa fácil, pois além de fazer evidenciar o café em termos de suas características sensoriais, base do drinque, os ingredientes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Yara Castanho</strong> conquistou o <strong>Bicampeonato Brasileiro de Barista</strong> agora em 2010 devido a uma soma de elementos entre bem planejados, bem escolhidos e bem executados.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_100311_YaraCastanaho_Champ.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_100311_YaraCastanaho_Champ.jpg',359,642,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/100311_YaraCastanaho_Champ.jpg" class="alignleft" alt="" width="156" height="280" /></a>Pensar, estruturar e executar o Drinque de Assinatura não é tarefa fácil, pois além de fazer evidenciar o café em termos de suas características sensoriais, base do drinque, os ingredientes devem se combinar perfeitamente. E não se deve esquecer que sua execução tem  de ser num tempo compatível com o que as regras do campeonato impõe e o visual de bom impacto.</p>
<p>Não cair em modismos ou mesmo em repetições de outros drinques é um tipo de tarefa que também compete ao barista.</p>
<p>A escolha do café que vai ser usado nas apresentações é um caso à parte. Tem de permitir extração de um excelente <em>Espresso</em>, com notas de aroma e sabor harmoniosos, bem como uma crema perfeita.</p>
<p>Depois, esse café irá ser também empregado no <em>Cappuccino</em> e no Drinque de Assinatura.</p>
<p>No <em>cappuccino</em>, a interação com o leite tem de ser perfeita!</p>
<p>Daí vem a dúvida cruel: <em>blend</em> ou <em>single origin</em> (= única origem)?</p>
<p>Compor um <em>blend</em> especialmente para uma competição, exige um grande domínio técnico de avaliação sensorial e de técnicas de torra, pois tem de ter essa facilidade de permitir combinações com leite e outros ingredientes, além de ser agradável em sua apresentação solo. Porém, encontrar um café com grãos de uma única origem ou mais especificamente, de parte de uma lavoura, é tarefa ainda mais complexa.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1004_CoffeeCollective.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1004_CoffeeCollective.jpg',576,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1004_CoffeeCollective.jpg" class="alignleft" alt="" width="210" height="280" /></a>Yara trouxe um café do Kenya, o <strong>Kiawamururu</strong>. Durante a competição, o café ainda não estava suficientemente descansado, pois sua torra havia sido feito a pouco mais de 5 dias da apresentação da Yara em São Paulo, ficando ainda sob influência da aspereza que o gás carbônico confere. Quase uma semana depois, o Marco Suplicy fez uma degustação com os grãos que ficaram e aí, sim, o resultado foi impressionante!</p>
<p>Cafés do Kenya tem como característica sua grande acidez, principalmente devido à presença do <strong>Ácido Fosfórico</strong>, que é o mesmo encontrado na Coca-Cola. Raro, encontrado apenas nos cafés desse país (daí o porque dos cafés kenyanos serem tão valorizados no mercado), servem de referência para os compradores, que chegam a testar a concentração desse ácido para conferir o lote adquirido.</p>
<p>O ácido fosfórico dá uma sensação de <strong>secura</strong> na boca, dando mais sede. Sim, na realidade, ao invés de &#8220;matar a sede&#8221;, ele a deixa mais intensa&#8230;</p>
<p>Outra singularidade é o fato de que ele adora se combinar com o <strong>cálcio</strong>. E você sabe onde temos a presença em abundância do cálcio em nossa boca?</p>
<p>Sim, nos dentes!</p>
<p>É quando percebemos um toque como um comichão neles.</p>
<p>Esse café em particular, revelou, além de grande presença desse ácido, notas de sabor frutadas incríveis, lembrando tanto frutas tropicais quanto as vermelhas, num desfile de sabores inesquecível, secundados por um intenso toque de chocolate a <strong>muitos % de cacau</strong>&#8230;</p>
<p>Boa parte dessas características se devem ao fato de ter sido um lote de café muito bem selecionado,  vindo de uma única origem e que pode não mais se repetir. Aproximar-se, sim. Mas, caso você não tenha a oportunidade de experimentar um café tão raro como este, tente com cafés que lhe sejam mais próximos, mesmo de algumas fazendas brasileiras. O que vale é começar!</p>
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