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	<title>The Coffee Traveler &#187; Bebida</title>
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	<description>by Ensei Neto</description>
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		<title>Café: Mitos, Paradigmas e Dogmas &#8211; 3</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Jun 2011 19:53:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É a adstringência um bom sinal no café? JAMAIS! A adstringência é a sensação de &#8220;raspar&#8221; a língua como quando experimentamos um caqui ou uma banana verdes. Lembrou? Tão logo colocamos na boca, a língua se &#8220;arrepia&#8221; ao sentir a ação dos alcalóides, substâncias presentes nos frutos verdes e que dão a sensação de queima. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É a <strong>adstringência</strong> um bom sinal no café?</p>
<p>JAMAIS!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_fases2_1.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_fases2_1.JPG',607,416,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/fases2_1.JPG" class="alignleft" alt="" width="280" height="191" /></a>A adstringência é a sensação de &#8220;raspar&#8221; a língua como quando experimentamos um caqui ou uma banana verdes. Lembrou?</p>
<p>Tão logo colocamos na boca, a língua se &#8220;arrepia&#8221; ao sentir a ação dos <strong>alcalóides</strong>, substâncias presentes nos frutos verdes e que dão a <strong>sensação de queima</strong>. Portanto, sentir isso no café bebida é sinal de que existem grãos no <strong>estágio Verde</strong> e que, ao ser preparado, acaba causando um desastre sensorial na bebida.</p>
<p>Esta foto mostra os estágios de maturação do café: Verde, Verde Cana (que em algumas regiões é chamado de Verdolengo), Quase Maduro (ou &#8220;De Vez&#8221;), Maduro (neste caso, vermelho como Cerejas!) e Passa.</p>
<p>Deve ser lembrado que <strong>do fruto</strong> <strong>do cafeeiro</strong> queremos a <strong>semente</strong> e <strong>semente boa</strong> é semente de <strong>fruto maduro</strong>. Simplesmente isso.</p>
<p>Outro tipo de <strong>adstringênci</strong>a é aquela que se percebe <strong>após en</strong><strong>golirmos</strong> o café, ficando uma sensação de <strong>ressecamento da boca</strong>, principalmente nas <strong>laterais. </strong>Esta outra adstringência, que não se percebe tanto na língua, também é causada por substâncias alcalóides, porém, presentes nas fases <strong>Verde Cana</strong> e <strong>Quase Maduro</strong>.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1106_douradoVerde.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1106_douradoVerde.jpg',600,450,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1106_douradoVerde.jpg" class="alignleft" alt="" width="280" height="210" /></a>É exatamente a mesma sensação que temos quando chupamos uma jabuticaba que aparentemente estava madura (pretinha), mas cuja parte que tem o pedúnculo ainda se encontrava esverdeada  ou com rajados brancos. Logo, bebida que tem este tipo de adstringência tem grãos com esse estágio de maturação, que também dá uma sensação desagradável. Podemos fazer uma outra comparação, agora com os vinhos: vinhos com taninos, digamos, agressivos, são aqueles em que uvas que ainda não estavam maduras foram esmagadas. Em geral, tenta-se consertar este defeito com o uso de madeira (vinho nos tonéis!), que acaba proporcionando certa maciez à bebida final.</p>
<p>No caso do café, não tem conserto: é por isso que, sendo uma sensação desagradável, as pessoas usam como recurso o uso de açúcar ou adoçante.</p>
<p>Para se ter uma idéia mais clara, dentro dos critérios de <strong>Avaliação Sensorial de Café</strong> segundo a <strong>SCAA &#8211; Specialty Coffee Association of America (= Associação Americana de Cafés Especiais)</strong>, <strong>cafés</strong> que tem <strong>bebida adstringente</strong> <strong>NÃO SÃO CAFÉS ESPECIAIS</strong>.  Ao se fazer equivalência com a <strong>Classificação Oficial Brasileira (= COB),</strong>    Cafés Especiais correspondem aos cafés que tem <strong>BEBIDA MOLE</strong>, que é descrita como ADOCICADA, DE SABOR AGRADÁVEL e SEM QUALQUER TIPO DE ADSTRINGÊNCIA.</p>
<p>Um Café Especial tem de ser bacana, agradável e de boa lembrança!</p>
<p>Fique esperto! Preste um pouco mais de atenção ao café servido e reclame ou devolva se não for o que está descrito no menu da cafeteria.</p>
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		<title>Trip to Yemen -2: Caravan Serai, Spices &amp; Cafe</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 03:04:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agronomica]]></category>
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		<description><![CDATA[Imaginando Sana&#8217;a como parte de rota das caravanas de mercadores vindas da região oriental da Península Arábica rumo ao Mar Vermelho, manter uma Caravan Serai seria algo mais do que esperado. Hoje em dia, os grandes espaços deste tipo de hospedaria se tornaram, como acontece em Bab Al Yemen, praças onde diversas barracas se instalaram para comercializar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imaginando <strong>Sana&#8217;a</strong> como parte de rota das caravanas de mercadores vindas da região oriental da Península Arábica rumo ao Mar Vermelho, manter uma <strong>Caravan Serai</strong> seria algo mais do que esperado.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip2_Spices.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip2_Spices.JPG',800,600,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1012_YemenTrip2_Spices.JPG" class="alignleft" alt="" width="280" height="210" /></a>Hoje em dia, os grandes espaços deste tipo de hospedaria se tornaram, como acontece em <strong>Bab Al Yemen</strong>, praças onde diversas barracas se instalaram para comercializar itens nobres como especiarias e frutas secas.</p>
<p>Com uma forte inclinação para o comércio, os yemenis oferecem seus produtos a partir de estupendos arranjos onde combinam magistralmente cores e texturas, compondo um rico mosaico de cores e aromas, como pode ser observado  nesta foto. Vejam que bela composição com  cravo da índia e noz moscada em primeiro plano, cardamono e orégano, sementes de gergelim tostada e as rubras folhas de hibisco, conhecidas também como <em>tea rose</em>.  Gengibre e pimenta do reino completam o conjunto.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip2_Caravanserai.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip2_Caravanserai.jpg',576,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1012_YemenTrip2_Caravanserai.jpg" class="alignleft" alt="" width="210" height="280" /></a>Juntamente com Makonen, da Ethiopia, provei cada tipo de tempero, especiaria e frutas, comparando seus matizes de sabores com as que encontramos no Brasil, por exemplo. Foi um exercício sensorial inesquecível!</p>
<p>Algumas frutas são cultivadas na região Norte do Yemen como as uvas, que devido ao clima árido são muito saborosas e intensamente adocicadas. Observe nesta foto como a montagem para exposição das uvas passa levou-se em conta características como  ponto de maturação na colheita, tamanho das bagas e até procedência. Estavam deliciosas!</p>
<p>A região Sudoeste do Yemen é banhada pelo <strong>Mar Vermelho</strong>, tendo ao Sul o <strong>Mar Arábico</strong> e o <strong>Golfo de Aden</strong>. Há um estreito que separa estas duas águas, tornando esta parte da península muito próxima da chamada África Oriental, mais precisamente com a <strong>Ethiopia</strong>.</p>
<p>Nesta parte do Yemen a arquitetura difere um pouco das cidades mais ao norte, além do que seus habitantes com feições bastante distintas, também usam roupas destacadamente mais coloridas. Tudo isso é influência da cultura etíope. Ainda hoje o intercâmbio com a Ethiopia é muito grande e, por exemplo, diversas palavras e expressões são comuns aos dois povos.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip2_CShop.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip2_CShop.jpg',576,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1012_YemenTrip2_CShop.jpg" class="alignleft" alt="" width="210" height="280" /></a>A Ethiopia é o berço do cafeeiro (ou origem botânica), planta que deu início à saga da segunda bebida mais consumida no mundo depois da água, ou seja, onde foram identificadas originalmente. A proximidade com o Yemen fez com que plantas e sementes tenham sido transportadas a partir da Ethiopia. A partir daí, os yemenis passaram a cultivar os cafeeiros de forma sistematizada, o que faz com que aquele país seja considerado como o berço da Cafeicultura e do café como bebida.</p>
<p>Esta <em>questão de berço</em> disto ou daquilo ainda hoje desperta uma apaixonada discussão entre etíopes e yemenis&#8230;</p>
<p>Registros históricos indicam que com o domínio da produção sistematizada do café, o Yemen foi o maior produtor deste precioso fruto durante muitos séculos, tendo boa parte de sua comercialização feita pelo antigo porto de <strong>Mocha</strong>. Devido ao escoamento dos grãos de café através deste porto, denominou-se como <strong>Mocha</strong> o café produzido no <strong>Yemen</strong>, exatamente como ocorreu no <strong>Brasil</strong> ao se confundir o porto de <strong>Santos</strong> para muitos uma origem de café!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip1_cafe.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip1_cafe.JPG',800,600,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1012_YemenTrip1_cafe.JPG" class="alignleft" alt="" width="280" height="210" /></a> As origens produtoras de café do Yemen ficam mais ao norte, nas montanhas, onde o clima é mais ameno e chove mais (apenas impressionantes entre 400 mm a 500 mm de chuva por ano!!!), onde também ficam as outras produções agrícolas. O sul tem como paisagem predominante o deserto que, no entanto, faz aflorar vindo das profundezas um outro negro produto: o petróleo.</p>
<p>Para se ter idéia do meu espanto quanto à quantidade de chuvas é porque correspondem em média a algo como 25% a 30% do que normalmente ocorre no Brasil. Sendo a água escassa e tão preciosa, é compreensível porque toda a produção de café é secada pelo processo conhecido como <strong>Natural</strong> (= grãos maduros secos com a casca).</p>
<p>Sendo um produto de grande valor, em geral as sementes descascadas eram praticamente vendidas em sua maior parte para outros países, ficando por vezes apenas a casca do fruto. Veja na foto acima os dois produtos sendo comercializados, as sementes à esquerda, cascas à direita.</p>
<p>As sementes ou o Café Cru é praticamente, nos dias de hoje, totalmente consumido dentro do próprio país. Com uma produção bastante pequena, em torno do equivalente a 150.000 sacas de 60 kg líquidos, o café cru (= Green Coffee) atinge preços impressionantes como US$ 10/kg (isso mesmo, dez dólares por quilo!!!).</p>
<p>Café bebida no Yemen é o <strong>Bun,</strong> finamente moído e preparado em ibriqs em estilo tradicional à toda região árabe.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip2_Qishr.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1012_YemenTrip2_Qishr.jpg',576,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1012_YemenTrip2_Qishr.jpg" class="alignleft" alt="" width="210" height="280" /></a>Com a casca surgiu uma outra bebida, o <strong>Qishr</strong>. Ou seja, o seu uso é legal porque gera um produto distinto. Com o tempo, para dar notas de sabor diferentes, foram sendo adicionados outros produtos como gengibre, canela e cardamono às cascas, de modo que diversos <em>blends de Qishr</em> surgiram, como o que está nesta foto.</p>
<p>Observe que é muito clara a descrição do Qishr como feito a partir da casca do café.</p>
<p>No caso deste produto, considerado um dos melhores <em>blends </em>foi criado pelo mesmo senhor que está sentado na entrada de sua barraca, como pode ser visto na terceira foto da sequência.</p>
<p>Fica uma lição: os yemeni souberam dar um tratamento digno à casca do café, que atinge preços tão elevados quanto o do próprio café!!!</p>
<p>Mas que fique claro: Bun é Bun, Qishr é Qishr.</p>
<p>E outro detalhe: esse uso massivo da casca do café é possível porque as lavouras do Yemen são praticamente isentas de uso de agroquímicos, o que os torna bastante seguro o seu consumo.</p>
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		<title>Safra Nova, Nova Bebida</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 04:22:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A nova safra de café já está no mercado. Para a indústria do café, este é um momento desafiador. Como se sabe, cada torrefação procura ter um blend que tem por objetivo de cativar os consumidores por sua personalidade. Isso mesmo, uma mescla de grãos cuidadosamente selecionados vai resultar numa bebida única! As sementes da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A nova safra de café já está no mercado. Para a indústria do café, este é um momento desafiador.</p>
<p>Como se sabe, cada torrefação procura ter um <em>blend</em> que tem por objetivo de cativar os consumidores por sua personalidade. Isso mesmo, uma mescla de grãos cuidadosamente selecionados vai resultar numa bebida única!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1009_SafraNova_2.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1009_SafraNova_2.JPG',1024,749,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1009_SafraNova_2.JPG" class="alignleft" alt="" width="280" height="204" /></a>As sementes da fruta do cafeeiro são a matéria-prima para o nosso &#8220;pretinho básico&#8221; e mesmo tendo um ponto de seca, quando cruas, correto, elas continuam vivas e respirando. Pois é&#8230; o mesmo ar que nos dá a vida, acaba por retirá-la também. Isso porque o oxigênio promove as reações de oxidação, que para os seres vivos representa o seu envelhecimento.</p>
<p>Assim, é razoável pensar que o grão de café cru tem uma duração limitada.</p>
<p>O ponto de secagem ideal fica em torno de 11% de umidade no grão, quando deve ter um período do chamado &#8220;descanso&#8221; que serve para que as inúmeras substâncias presentes possam, digamos, se acomodar depois do processo de retirada da água. Para se ter uma idéia, o grão maduro tem em média 50% de água m/v. Nesse momento de jovialidade, se for torrado, os grãos poderão originar xícaras de café com intensas notas aromáticas e de sabor. Afinal, juventude é vigor!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1009_SafraNew_4.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1009_SafraNew_4.JPG',509,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1009_SafraNew_4.JPG" class="alignleft" alt="" width="185" height="280" /></a>Na medida que o tempo passa, devido à sua respiração, o grão de café começa a perder, a princípio sutilmente, a potência do aroma e sabor quando torrado. Depois de alguns meses armazenado, esse processo ganha velocidade, provocando sensíveis alterações como a alteração da cor, que começa a tender a cor de palha. Se as substâncias de aroma e sabor se oxidam, essa riqueza deixa de estar presente nas novas xícaras, tendendo ao surgimento do sabor de madeira na bebida, que nada mais  é do que o sabor da celulose.</p>
<p>Deve ser lembrado que o Brasil tem um clima tropicalmente quente e chuvoso durante o verão, que agrava ainda mais as condições de armazenagem do café. Isso afeta diretamente a qualidade sensorial dos grãos, pois o calor e a umidade alta aceleram o processo de perda dos aromáticos. Algumas alternativas para minimizar essa perda da vitalidade dos grãos tem sido desenvolvidas como o acondicionamento sob vácuo ou em invólucros considerados de alta barreira. O primeiro exemplo vem sendo utilizado há um bom tempo no Brasil, enquanto que o segundo corresponde ao uso de sacos plásticos com tratamento especial que impede a troca gasosa com o exterior. Neste caso, como o grão de café cru continua respirando, ao se saturar a atmosfera interna com gás carbônico, ele entra num  estado de dormência, preservando as substâncias que garantem a riqueza dos atributos sensoriais.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1009_SafraNew_3.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1009_SafraNew_3.JPG',978,602,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1009_SafraNew_3.JPG" class="alignleft" alt="" width="280" height="172" /></a>Apesar de todos os cuidados, um lote de café acaba perdendo sensivelmente seus atributos sensoriais em torno de um ano, refletindo-se na xícara com um sabor que lembra madeira, como comentei. Como as substâncias de aroma e sabor são em geral voláteis, são perdidas com o tempo, resultando numa bebida no máximo adocicada, caso os grãos tenham sido corretamente colhidos, e mais ou menos ácida em razão da área de plantio. Ou seja, como resultado do envelhecimento, a bebida começa a ficar &#8220;sem graça&#8221;&#8230;</p>
<p>O problema é que tudo que é ruim permanece, como é o que acontece com a adstringência ou um amargor químico se o grão teve um grave problema de fermentação.</p>
<p>Portanto preste atenção na bebida em sua próxima xícara&#8230; até porque alguns lotes da nova safra já estão sendo utilizadas por algumas torrefações. Se você sentir notas de aroma vigorosas, seguidas de um intenso e rico sabor, por certo já são grãos desta nova safra empregados. Caso você perceba um sabor amadeirado, preocupe-se, pois é sinal de que esse café já &#8220;se finou&#8221;&#8230;</p>
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		<title>Sobre Joaninhas &amp; Baratinhas: Variedades Híbridas &#8211; 2</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Sep 2010 03:30:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Obatã, plantado em larga escala a partir do início da década de 2.000, apresenta alta produtividade desde as primeiras safras, revelando em alguns testes sensoriais feitos a partir de 2005 e 2006 promissora bebida, tendo alguns lotes conquistado importantes posições em concursos de qualidade no Brasil. No entanto, já naquele ano eu havia provado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Obatã, plantado em larga escala a partir do início da década de 2.000, apresenta alta produtividade desde as primeiras safras, revelando em alguns testes sensoriais feitos a partir de 2005 e 2006 promissora bebida, tendo alguns lotes conquistado importantes posições em concursos de qualidade no Brasil. No entanto, já naquele ano eu havia provado alguns lotes que me intrigaram, pois suas bebidas tinham algumas características sensoriais usualmente não presentes em <em>arabicas</em> como certo picante e untuosidade mais próximas aos <em>robustas</em>. A partir de então, iniciamos um monitoramento mais rigoroso de algumas lavouras em diferentes origens, levando-se também em consideração a idade da lavoura.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_Robusta_Karnataka_India1_1.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_Robusta_Karnataka_India1_1.JPG',640,409,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/Robusta_Karnataka_India1_1.JPG" class="alignleft" alt="" width="280" height="178" /></a>Nesta atual safra, algumas evidências já observadas em 2009 se tornaram mais fortes. Dentre as origens escolhidas estão o Oeste de São Paulo e a Média Mogiana/Oeste de Minas Gerais, num total de 4 diferentes propriedades.</p>
<p>Sabe-se que a <strong>Genotipia</strong> estabelece o potencial de cada característica de um indivíduo, porém o que fará com que esse potencial se concretize ou não são as condições ambientais, que é definido pela <strong>Fenotipia</strong>. É como se pudesse se afirmar que “O Meio faz o Indivíduo”.</p>
<p>Alguns lotes apresentaram uma bebida de boa característica sensorial com certa complexidade, porém dois chegaram a desconcertar por apresentarem característica sensorial  típica de&#8230; Robusta!</p>
<p>Procuramos levantar o máximo de dados desses dois lotes e uma série de evidências puderam ser detectadas: grãos vindos de regiões com grande amplitude térmica na maior parte do ciclo de frutificação, sendo que em uma das propriedades a lavoura se localiza em face de insolação intensa.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_ReloadingCup_1.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_ReloadingCup_1.jpg',576,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/ReloadingCup_1.jpg" class="alignleft" alt="" width="210" height="280" /></a>Foram feitas torras com repetição e o tempo de torra era sensivelmente mais curto do que o de outras variedades, ficando muito próximo do tempo de lotes de Conilon do Espírito Santo.</p>
<p>Numa inspeção visual, notou-se que nos lotes que apresentaram bebida com toques típicos de <em>canephora</em> havia uma presença perceptivelmente maior dos grãos com o formato “baratinha” do que os redondos, como “joaninhas”. É como se, sob a perspectiva da avaliação sensorial, Dr. Jekill estivesse se transformando no Mr. Hyde.</p>
<p>Por outro lado, algumas linhagens do Catucaí e do Icatu Vermelho desde o princípio apresentaram esse tipo de sabor característico do<em> robusta</em>, por vezes atenuado por um toque adocicado do <em>arabica</em>.</p>
<p>Poderia ter sido mera coinciência?</p>
<p>Isso é novo e oferece novas perspectivas para reflexão.</p>
<p>Imagine como ficaria a comercialização de um lote de café 100% <em>arabica</em> com bebida apresentando toques de <em>robusta</em>! Parece loucura, não?!</p>
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		<title>Paladar 2010: Cafés &amp; Queijos &amp; Cia.</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 22:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tive a oportunidade de mais uma vez participar do evento que congrega e emulsifica a gastronomia brasileira: Paladar 2010. Delicioso e pujante projeto da equipe do Caderno Paladar, do jornal O Estado de São Paulo, com o Grand Hyatt Hotel de São Paulo, o Evento Paladar se destacou por 3 intensos dias, de 30 de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tive a oportunidade de mais uma vez participar do evento que congrega e emulsifica a gastronomia brasileira: <strong>Paladar 2010</strong>.</p>
<p>Delicioso e pujante projeto da equipe do <strong>Caderno Paladar</strong>, do jornal <strong>O Estado de São Paulo</strong>, com o <strong>Grand Hyatt Hotel</strong> de São Paulo, o <strong>Evento Paladar</strong> se destacou por 3 intensos dias, de 30 de julho a 01 de agosto, de aprendizado, troca de informações e congraçamento com todas as vertentes do &#8220;comer e beber&#8221;.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1008_Paladar1_1.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1008_Paladar1_1.jpg',576,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1008_Paladar1_1.jpg" class="alignleft" alt="" width="210" height="280" /></a>Na sexta-feira, juntamente com o grande <em>Companheiro de Viagem</em> <strong>Eduardo Maya</strong>, que se autointitula &#8220;um mineiro da gema caipira&#8221;, apesar de carioca (!), fizemos um laboratório apresentando uma harmonização à mineira: Café com Queijo. Sim, mas nada de queijos banais, mas daqueles recolhidos dos recônditos mineiros que apenas um andarilho como o Eduardo poderia encontrar.</p>
<p>Nesta foto, em primeiro plano está o Requeijão Moreno, produzido na região de Montes Claros, Norte de Minas, e que tem um impressionante sabor de doce de leite, chocolate e até canela, vendo-se, ainda, um Requeijão de Raspa de Tacho e dois Canastras ao fundo, um deles numa bela caixa de madeira &#8220;para levar&#8221; (coisa de mineiro&#8230;).</p>
<p>A idéia foi a de trabalhar com cafés que pudessem fazer contraponto e servir, por vezes, de &#8220;escada&#8221; para os sabores dos queijos, cujo quarteto se completou com um Cabacinha de Pedra Azul.</p>
<p>Escolhi 4 cafés mineiros que pudessem formar grandes duplas com esse queijos, numa tarefa que o Eduardo e eu levamos 2 tardes-noites em sua oficina gastronômica! Depois dessas empreitadas, só cachaça e comida de buteco para dar uma refrescada&#8230;</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1008_Paladar_2_1.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_1008_Paladar_2_1.JPG',1024,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/1008_Paladar_2_1.JPG" class="alignleft" alt="" width="280" height="210" /></a>Dos cafés: um de Lajinha, por um grupo de pequenos cafeicultores, parte do projeto Terra Firma, conduzido pela National Geographic e produzido pelo Café Bom Dia, de Varginha, que fez dupla com o Cabacinha. Um bourbon amarelo, de Patos de Minas, finalista de um concurso regional e torrado pelo Café Excelsior, de Sorocaba, que se harmonizou com o Requeijão de Raspa de Tacho. O terceiro café, o Serra Negra, de Pedro Rossi, torrado pelo Café Nuance, harmonizou-se com o Requeijão Moreno, e que foi a dupla eleita como a predileta da tarde!</p>
<p>Para o Gran Finale, um inusitado Canastra de 14 meses (que como estava muito duro, batizamos de &#8220;Queijo Tamborete&#8221;, que é como o mineiro chama aos banquinhos de madeira&#8230;) com o Chapadão de Ferro, vulcânico, que, apesar da sempre espetacular complexidade de seu sabor, encontrou um adversário à altura no quesito intensidade!</p>
<p>Tudo funcionou muito bem!</p>
<p>E de quebra, ainda pude participar de uma degustação às cegas com outro grande <em>Companheiro de Viagem</em>, o sempre brilhante sommelier <strong>Manoel Beato</strong>, que apresentou diversos vinhos brasileiros, alguns deles surpreendentes!</p>
<p>Dessa forma, ficou claro como nossos produtores, sejam eles de vinhos, queijos ou café, estão trilhando caminhos da busca incansável da excelência. E isso é ótimo para o mercado!</p>
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		<title>Café: Cada Vez Mais Amado!</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Mar 2010 17:33:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agronomica]]></category>
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		<description><![CDATA[O que torna algo mais amado é o fato de ser cada vez melhor conhecido, principalmente quanto a tudo de bom que pode oferecer. Nos últimos tempos no Brasil o café vem ocupando grande espaço na mídia, porém muito diferente do que tradicionalmente acontecia, passando a ocupar espaço em cadernos e revistas Gastronomia e Bebidas. Ainda no final [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que torna algo mais amado é o fato de ser cada vez melhor conhecido, principalmente quanto a tudo de bom que pode oferecer.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/Gr__osTorrados_arabical_1.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/Gr__osTorrados_arabical_1.jpg',280,210,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/Gr__osTorrados_arabical_1.jpg" class="alignleft" alt="" width="280" height="210" /></a>Nos últimos tempos no Brasil o café vem ocupando grande espaço na mídia, porém muito diferente do que tradicionalmente acontecia, passando a ocupar espaço em cadernos e revistas <strong>Gastronomia</strong> e <strong>Bebidas</strong>. Ainda no final da década de 90, abordagens como qualidade e iniciativas de algumas indústrias de torrefação eram tratadas apenas nas sizudas páginas dos cadernos de Economia &amp; Negócios. Naturalmente, produção e preços do grão verde ainda figuram nestas seções, pois facilita o acesso aos produtores.</p>
<p>Para o consumidor, café é bebida e ponto final. Mas compreender como é produzido, selecionado e industrializado antes de chegar à nossa xícara de cada dia, tornou-se alvo da curiosidade de muitos consumidores.</p>
<p>Quanto mais gente bem informada, mais exigente será e, portanto, ajuda a aprimorar o mercado com seus produtos e serviços.</p>
<p>Num &#8220;toque&#8221; dado pelo C<em>ompanheiro de Viagem</em> A<strong>luizio Amorim</strong>, de Floripa, SC, passo para vocês o link da reportagem <strong><em>Mais Que Um Cafezinho</em></strong>, feita pela revista <strong>Época</strong> que circula nesta semana. Mais do que a reportagem em si, o excepcional e deslumbrante infográfico tornou as informações muito acessíveis ao leitor.</p>
<p>Vale a pena ver!</p>
<p><a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI129261-17445,00-BEM%20MAIS%20QUE%20UM%20CAFEZINHO.html">http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI129261-17445,00-BEM%20MAIS%20QUE%20UM%20CAFEZINHO.html</a></p>
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		<title>Cada Safra tem sua própria História…</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 10:32:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você sabe dizer onde está a grande graça do mercado de café? É o fato de que nenhuma safra se repete! Na verdade, como todo produto agrícola, o café é resultado de uma grandiosa soma de atividades executadas pelo homem como a adubação e colheita, além de inúmeras outras ações da Natureza como chuvas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabe dizer onde está a grande graça do mercado de café?</p>
<p>É o fato de que nenhuma safra se repete!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_910_Ritual_cup1_1.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_910_Ritual_cup1_1.jpg',360,480,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/910_Ritual_cup1_1.jpg" class="alignleft" alt="" width="225" height="300" /></a>Na verdade, como todo produto agrícola, o café é resultado de uma grandiosa soma de atividades executadas pelo homem como a adubação e colheita, além de inúmeras outras ações da Natureza como chuvas e períodos de estiagem.Parece algo muito inusitado?</p>
<p>Os grãozinhos que vão se transformar em deliciosas bebidas em todo o mundo tem um curso natural de sua história, que começa com a florada, seguindo-se o vingamento das frutinhas até o momento de sua colheita, que deve ser feita preferencialmente quando estiverem perfeitamente maduros.</p>
<p>Como um autêntico produto de Terroir, palavra de origem francesa que significa extensão territorial e as influências que o clima, solo e o toque humano podem influenciar nas características sensoriais de um produto, os grãos são muito sensíveis às variações climáticas, por exemplo. A safra brasileira de 2009 sofreu bastante com as quase initerruptas chuvas. O ideal é que o tempo de colheita, que coincide com o final do outono e o final do inverno, seja seco e com temperaturas, no mínimo, amenas.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_910_Ritual_packFR_1.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_910_Ritual_packFR_1.jpg',450,600,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/910_Ritual_packFR_1.jpg" class="alignleft" alt="" width="225" height="300" /></a>Os principais fundamentos para se definir o que é qualidade dos grãos de café, dentro de uma visão técnica, são dois: <strong>Pureza</strong> e <strong>Uniformidade</strong>.O mercado de café trabalha com 3 segmentos muitos bem definidos, a partir da qualidade dos grãos empregados: Cafés Especiais ou Gourmet, Cafés Superiores ou de Boa Qualidade e cafés, digamos, de preços mais competitivos. (Sobre a questão da qualidade dos grãos, comentarei num outro <em>post</em>.)</p>
<p>O conceito de Pureza significa que não deve existir nenhum intruso que tenha furtivamente se juntado aos grãos de café como paus, pedrinhas, cascas ou cevada, milho, e outros maus elementos. Da mesma forma, espera-se que grãos que tiveram problemas com fermentações indesejáveis estejam nesta lista de excluídos</p>
<p>A Uniformidade leva a imaginar que os grãos, após uma rigorosa seleção que chega a envolver 3 diferentes processos, são bastante parecidos entre si, seja em tamanho, formato, densidade, teor de umidade interna e, principalmente, ponto de maturação. É, realmente é bastante difícil preparar lotes de cafés especiais, aqueles de mais elevado padrão de qualidade.</p>
<p>Assim, conforme a Uniformidade começa a diminuir, a qualidade global da bebida cai igualmente.</p>
<p>Um dos aspectos mais interessantes é a sutil mudança que é possível perceber nas notas de aroma e sabor, principalmente quando se tem lotes de café de mais elevada qualidade. É que quando se tem maior Pureza e Uniformidade, perceber esse mosaico de sabores é facilitado para o paladar das pessoas.</p>
<div id="attachment_9" class="wp-caption alignleft">
<p class="wp-caption-text">Mas, não se preocupe caso você não consiga perceber notas de aroma ou sabor que parecem tão claras para outras pessoas. Cada um de nós é diferente, alguns mais nariz, outros mais boca, outros, ainda, boca e nariz, além do que isso faz parte de um treinamento contínuo. Dedilhar num teclado de computador fica mais fácil à medida que você pratica todos os dias</p>
</div>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_910_Ritual_pack2_1.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_910_Ritual_pack2_1.jpg',450,600,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/910_Ritual_pack2_1.jpg" class="alignleft" alt="" width="225" height="300" /></a>Além disso, esclarecer o consumidor, compartilhar conhecimento e experiências faz com que mais pessoas possam consumir e apreciar melhor o café.</p>
<p>Por isso considero o trabalho educativo desenvolvido pelo Ritual Coffee Roasters de San Francisco, CA, um grande modelo: há um primoroso texto explicando porque o café do Brasil que bebi nos últimos 6 meses está diferente agora</p>
<p>Explicar sobre a não repetibilidade das safras, que alterações climáticas podem fazer com que grãos colhidos numa mesma gleba de uma mesma fazenda acabem por beber sempre diferente, muitas vezes sutilmente diferente, mas diferente, é transmitir o precioso conhecimento de que a graça do café é que podemos esperar sempre passar por uma experiência diferente a cada ano!</p>
<p>Portanto, não se preocupe se o sabor de seu café predileto mudou de uma safra para outra. Apenas experimente e busque identificar o que de bom pode ser encontrado na bebida.</p>
<p>Excelentes xícaras!</p>
<div></div>
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		<title>AeroPress: quando menos é muito mais!</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 10:48:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A genialidade normalmente se expressa nas coisas mais simples. É o caso do AeroPress, um sistema incrível de preparar café! Desenvolvido pela Aerobie (www.aerobie.com), de Palo Alto, CA, USA, empresa dedicada a criar e desenvolver brinquedinhos esportivos como os famosos &#8220;discos que voam&#8221; (frisbies), anéis e até io-ios high tech, graças à paixão pelo café que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A genialidade normalmente se expressa nas coisas mais simples.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_aero_press_system_01.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_aero_press_system_01.jpg',250,246,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/aero_press_system_01.jpg" class="alignleft" alt="" width="250" height="246" /></a>É o caso do <strong>AeroPress</strong>, um sistema incrível de preparar café!</p>
<p>Desenvolvido pela <strong>Aerobie </strong>(<a href="http://www.aerobie.com">www.aerobie.com</a>), de Palo Alto, CA, USA, empresa dedicada a criar e desenvolver brinquedinhos esportivos como os famosos &#8220;discos que voam&#8221; (frisbies), anéis e até io-ios <em>high tech</em>, graças à paixão pelo café que seus <em>designers</em> tem.</p>
<p>O que surpreende é que, além da simplicidade e, é claro, genialidade do conceito, o resultado na xícara é fantástico!</p>
<p>Veja nesta foto que os componentes são de fácil manejo e feitos com peças robustas.</p>
<p>Na realidade, é como se fosse uma grande seringa de injeção, quando um êmbolo pressiona o fluido uniformemente e na velocidade que cada um deseja. O fundo do recipiente, que lembra o tubo de uma seringa gigante, possui uma grade por onde o café escoa, ao mesmo tempo que serve de local para acomodar o papel filtro.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_902_Isabela_aeropress.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_902_Isabela_aeropress.jpg',506,675,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/902_Isabela_aeropress.jpg" class="alignleft" alt="" width="224" height="300" /></a>Este equipamento me foi apresentado pela sempre bela <em>Companheira de Viagem</em> <strong>Isabela Raposeiras</strong>, nossa Barista n. 1, posando orgulhosa com seu achado.</p>
<p>Para compreendermos o que o AeroPress é capaz de fazer, foram preparados dois cafés, um produzido na microrregião vulcânica do <strong>Chapadão de Ferro</strong>, em Patrocínio, MG, pelo produtor Ruvaldo Delarisse, que é um Mundo Novo que apresenta notas aromáticas florais a rosas e um <strong>Kenya AA</strong>, torrado pelo pessoal do Coffee Collective, trazido pela Isabela.</p>
<p>Posso dizer que a degustação foi arrebatadora!</p>
<p>Nas duas preparações os aromas se mostraram claros e potentes, além de que o sabor na xícara apresentou perfeitamente todas as nuances desses incríveis cafés. Particularmente, o Kenya AA foi um dos melhores lotes que provei nos últimos tempos, com uma torra muito bem conduzida e que conseguiu transformar nossas bocas em verdadeiras passarelas de diferentes sabores.</p>
<p>Ficou claro que o <strong>AeroPress</strong> é o caso de quando <strong>menos é muuuito mais</strong>!</p>
<p>Isabela está trazendo um lote de AeroPress para o Brasil e logo mais colocará à disposição aos &#8221;loucos&#8221; por café. Seu contato é 11-3375-7400, em São Paulo.</p>
<p>Veja o vídeo sobre como usar o AeroPress através deste link</p>
<p> <a href="http://www.aerobie.com/Products/aeropress.htm">http://www.aerobie.com/Products/aeropress.htm</a></p>
<p>PS.: A propósito, para os que tem curiosidade sobre cafés africanos, recomendo a bela oportunidade que a Isabela está oferecendo para uma degustação de alguns lotes que ela trouxe de seu curso de torra.</p>
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		<title>Harmonizando Café &amp; Chocolate</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Sep 2008 14:38:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bebida]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
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		<description><![CDATA[Os grãos de café e os de cacau têm uma trajetória muito parecida são frutos de árvores de produção anual produzidos em áreas localizadas entre os Trópicos de Capricónio e de Câncer. Curiosamente, também, os países produtores de cacau se confundem como países produtores de café, como o Brasil e o Equador, por exemplo. Outro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os grãos de café e os de cacau têm uma trajetória muito parecida são frutos de árvores de produção anual produzidos em áreas localizadas entre os Trópicos de Capricónio e de Câncer. Curiosamente, também, os países produtores de cacau se confundem como países produtores de café, como o Brasil e o Equador, por exemplo.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/P1030931.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/P1030931.JPG',300,224,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/P1030931.JPG" class="alignleft" alt="" width="300" height="224" /></a>Outro ponto em comum é o fato de que o cacau, assim como o café, possui 3 espécies de grande importância comercial, que são: <strong>Criollo</strong>, considerado o mais nobre devido à sua maior exigência na produção, porém com produto de excepcional qualidade sensorial; <strong>Forastero</strong>, mais rústico e de sabor neutro, servindo como base para a grande indústria do chocolate; e o <strong>Trinitario</strong>, que é um híbrido dos dois anteriores, mesclando de forma positiva os melhores atributos de cada um.</p>
<p>Para efeito de comparação, o <em>Criollo</em> corresponde à espécie <em>Coffea arabica</em>, com a diferença que a participação daquela espécia no mercado do cacau corresponde a aproximadamente 5% do total de volume. O <em>Forastero</em> atende a 80% do volume de cacau comercializado no mercado global e têm sua correspondência no café com o <em>Coffea canephora</em>. Finalmente, o <em>Trinitario</em> seria um híbrido como os <em>Sachimor</em> e <em>Catimor</em>.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/Valrhona1.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/Valrhona1.jpg',300,224,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/Valrhona1.jpg" class="alignleft" alt="" width="300" height="224" /></a>Tive a oportunidade de realizar um workshop sobre Harmonização de Café &#038; Chocolate no último dia 17, durante a <strong>Etapa Paulista do Campeonato Brasileiro de Barista</strong>.</p>
<p>Muitas das informações obtive previamente com o <strong>Carlos Henrique Silva</strong>, da Vital Gourmet, que representa os espetaculares chocolates produzidos pela <strong>Valrhona</strong>.</p>
<p>Durante nossa preparação, pude conhecer com mais detalhes os processos de produção de cacau e de sua industrialização, onde muitos pontos são semelhantes aos processos do café. Sobre isso, abordarei em outro <em>post</em>.</p>
<p>A Valrhona é uma empresa francesa e produz chocolates de altíssima qualidade seguindo filosofia muito próxima a dos Cafés Especiais.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/Valrhona2.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/Valrhona2.jpg',224,300,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/Valrhona2.jpg" class="alignleft" alt="" width="224" height="300" /></a>Foram escolhidos alguns países para a produção do cacau em razão dos sabores que cada origem confere ao chocolate. Sim, mais uma vez encontramos semelhança com o café: são ambos produtos de &#8220;terroir&#8221;, ou seja, resultados diretos das influências geográficas, botânicas e de manejo!</p>
<p>Existem alguns produtos que são representativos dessa incrível gama de aromas e sabores produzidos pela Valrhona, que é a contração de Vallée du Rhône: <strong>Jivari</strong>, que é um blend América do Sul, Caraibe, <strong>um</strong> blend do Caribe, <strong>Manjari</strong>, 100% Madagascar, e <strong>Guanaja</strong>, blend Venezuela-Equador. </p>
<p>Para o workshop, escolhi os seguintes cafés desta nova safra: um café de Manhumirim, Serra do Caparaó, Bourbon Amarelo; um café de Patrocínio, de uma micro-região denominada Chapadão de Ferro, Mundo Novo; e um de Coromandel, MG, Catuaí Vermelho 144 e Mundo Novo.</p>
<p>Os resultados foram impressionantes principalmente ao combinar o Manjari com o Chapadão de Ferro, muito mineral e com toques aromáticos florais adocicados, e o Guanaja com o Coromandel, com marcante frutado a carambola e finalização a amêndoas.</p>
<p>Inesquecível!</p>
<p>Para conhecer mais sobre os chocolates, você pode visitar o <a href="http://www.valrhona.com/">www.valrhona.com</a> .</p>
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