<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>The Coffee Traveler &#187; Nestle</title>
	<atom:link href="http://coffeetraveler.net/tag/nestle/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://coffeetraveler.net</link>
	<description>by Ensei Neto</description>
	<lastBuildDate>Sat, 04 Feb 2012 13:16:53 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3</generator>
		<item>
		<title>Sobre variações de um Dolce Gusto&#8230;</title>
		<link>http://coffeetraveler.net/sobre-variacoes-de-um-dolce-gusto/</link>
		<comments>http://coffeetraveler.net/sobre-variacoes-de-um-dolce-gusto/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 23:15:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bebida]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Cappuccino]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate quente]]></category>
		<category><![CDATA[Dolce Gusto]]></category>
		<category><![CDATA[Nescafé]]></category>
		<category><![CDATA[Nestle]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://coffeetraveler.net/?p=1391</guid>
		<description><![CDATA[Logo após publicar o post anterior, recebi diversas mensagens sobre algumas colocações sobre o Dolce Gusto, que gostaria de abordar aqui. A primeira, sem dúvida a mais importante, é a de que o conteúdo da cápsula não é de café solúvel e sim de grãos moídos. Faço a &#8220;Mea Culpa&#8221; aqui. Falha minha! Outra: talvez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/uploads/2010/01/912_DolceGusto_close.jpg"></a>Logo após publicar o <em>post</em> anterior, recebi diversas mensagens sobre algumas colocações sobre o <strong>Dolce Gusto</strong>, que gostaria de abordar aqui. A primeira, sem dúvida a mais importante, é a de que o conteúdo da cápsula <strong>não é de café solúvel</strong> e sim de <strong>grãos moídos</strong>. Faço a &#8220;Mea Culpa&#8221; aqui. Falha minha!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_912_DolceGusto5.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_912_DolceGusto5.jpg',768,1024,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/912_DolceGusto5.jpg" class="alignleft" alt="" width="224" height="300" /></a>Outra: talvez tenha me expressado mal, mas as máquinas tem projeto global, sendo que no Brasil a fabricante escolhida foi a <strong>Arno</strong>, como pode ser visto sua famosa logo nas fotos do <em>post</em> anterior.</p>
<p>Bem, agora gostaria de continuar a comentar sobre a <em>Experiência Dolce Gusto</em>.</p>
<p>A grande questão, em meu ponto de vista, sobre as cápsulas de <strong><em>espresso</em></strong> reside no fato de que a diferença de preços entre as da Nespresso e Dolce Gusto é muito pequena para as experiências que podemos ter com elas, respectivamente. Como mencionei anteriormente, é uma clara questão de relação custo/benefício/qualidade. O emprego intensivo de grãos Robustas, mesmo de boa qualidade, faz com que o resultado final seja decepcionante devido a um pobre conjunto <strong>Aroma + Sabor</strong>, ou como digo, <strong>Nariz + Boca</strong>.</p>
<p>É o mesmo paralelo que podemos fazer, por exemplo, entre as impressoras a jato de tinta e a laser. Até  pouco tempo atrás, o diferencial de preço entre os equipamentos era de grandeza olímpica para a impressora a laser, mas hoje é algo muito pequeno. Pela qualidade e custo dos cartuchos ou toners, faz com que pensemos se não é o caso de, por bom senso, optar pela laser, pois ao se fazer as contas, o rendimento dos toners é francamente superior.</p>
<p>Ah, aqui um detalhe técnico que considero genial na confecção dessas cápsulas usadas na Dolce Gusto: a capa metálica superior tem resistência suficiente para suportar impressionantes <strong>15 bars</strong> (= 15 atmosferas ou equivalente a <strong>150 metros de coluna d&#8217;água</strong>!). Pois bem, por um pequeno furo nessa película &#8220;barreira&#8221; a água quente é injetada, preenchendo a parte inicialmente vazia. Há uma outra película que cobre o pó de forma tão justa quanto uma calça apertada, contando com alguns furos distribuídos com rigor geométrico que, com aquela notável pressurização, fazem a água passar uniformemente pelo café moído. É uma sofisticada solução de engenharia!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_912_DolceGusto_close.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_912_DolceGusto_close.jpg',584,519,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/912_DolceGusto_close.jpg" class="alignleft" alt="" width="300" height="266" /></a>Se as cápsulas de <em>espresso</em> foram decepcionantes, as de <em>cappuccino</em> tiveram um resultado surpreendente, assim como as de <em>chocolate quente </em>para mim.</p>
<p>Creio que é aqui que reside o trunfo da Dolce Gusto, principalmente porque estas são bebidas que para quem irá desembolsar pouco mais de U$ 1 (um dólar americano) por cápsula certamente irá considerar estas experiências muito motivadoras para uma repetição. Ou seja, o grau de satisfação nas experiências com essas duas bebidas é francamente positivo, inclusive porque não existem outros produtos para uma comparação direta como existe com o <em>espresso</em>.</p>
<p>Foram diversas experiências ao longo de alguns meses e em diferentes locais, muitos dos quais em lojas com aparelhos de demonstração, justamente para que eu pudesse verificar a percepção dos potenciais compradores desse sistema. E, BINGO!, em todos as lojas, sem exceção, os vendedores disseram que as cápsulas que cativam os clientes são as de <em>cappuccino</em> e as de <em>chocolate</em>&#8230;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://coffeetraveler.net/sobre-variacoes-de-um-dolce-gusto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Experimentando um Dolce Gusto&#8230;</title>
		<link>http://coffeetraveler.net/experimentando-um-dolce-gusto/</link>
		<comments>http://coffeetraveler.net/experimentando-um-dolce-gusto/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 01:14:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bebida]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Dolce Gusto]]></category>
		<category><![CDATA[Espresso]]></category>
		<category><![CDATA[Nestle]]></category>
		<category><![CDATA[Robusta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://coffeetraveler.net/?p=1385</guid>
		<description><![CDATA[O preparo de café em casa ou no escritório vem ganhando contornos diferentes em razão da entrada de novas máquinas e equipamentos, para alegria dos &#8220;loucos&#8221; por tecnologia e café. Há muitos anos atrás o tradicional coador de pano era sinônimo de preparo de café. Com o tempo, chegaram os primeiros sistemas diferenciados como as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O preparo de café em casa ou no escritório vem ganhando contornos diferentes em razão da entrada de novas máquinas e equipamentos, para alegria dos &#8220;loucos&#8221; por tecnologia e café.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_912_DolceGusto2.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_912_DolceGusto2.jpg',576,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/912_DolceGusto2.jpg" class="alignleft" alt="" width="225" height="300" /></a>Há muitos anos atrás o tradicional coador de pano era sinônimo de preparo de café. Com o tempo, chegaram os primeiros sistemas diferenciados como as máquinas de <em>sachet</em> para extrair um <em>espresso, </em>conceito conhecido como <strong>monodose</strong>. Foram estas as primeiras máquinas para, digamos, democratizar o ato de beber um <em>espresso</em> em ambientes que não cafeterias.</p>
<p>Uma das empresas que reinou como referência desse mercado foi a italiana <strong>illycaffè</strong>, com sua elegante latinha para 20 saches, mas que, caso não fosse rapidamente utilizada depois de aberta, os últimos <em>espressos</em> ficavam sofríveis devido à oxidação que ocorria porque não eram embalados individualmente.</p>
<p>No final dos anos 90, a gigante suiça <strong>Nestlè</strong> resolveu entrar no seleto mercado de cafés especiais. Sim, <strong>Nespresso</strong> foi o nome e produto escolhido.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_912_DolceGusto1.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_912_DolceGusto1.jpg',450,600,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/912_DolceGusto1.jpg" class="alignleft" alt="" width="225" height="300" /></a>A partir de um conceito revolucionário de extração sob alta pressão, maior do que as até então conhecidas <strong>9 bar</strong><strong>s</strong> (= 9 atmosferas), inaugurou-se o patamar de <strong>15 bars, </strong>tendo de quebra as cápsulas em metal.</p>
<p>Com um surpreendente sistema de identificação de <em>blends</em> pela cor da cápsula,  junto com máquinas de elegantíssimo <em>design</em>, o seu cliente estava determinado: classe AAA e verdadeiros amantes do café. Mantendo um intenso namoro com a gastronomia e enologia, a Nespresso recentemente lançou o <strong>Codex</strong>, que é um impressionante trabalho de descrição e caracterização de seus produtos ou cápsulas, além de seu relacionamento com diferentes bebidas como a água e o vinho. Impressionante!</p>
<p>É claro que um produto dessa categoria não poderia descer do pedestal para não perder o glamuroso vínculo criado com seus consumidores.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_912_DolceGusto4.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_912_DolceGusto4.jpg',450,600,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/912_DolceGusto4.jpg" class="alignleft" alt="" width="225" height="300" /></a>Como alternativa, lançou-se a linha <strong>Dolce Gusto</strong>, pela sua divisão <strong>Nescafé</strong>. Como se sabe, Nescafé virou sinônimo de café solúvel no Brasil e em vários países, portanto, é uma marca forte. E café solúvel tem nos grãos de <em>Coffea canephora</em> (Robusta e Conillon) sua principal matéria prima.</p>
<p>No Brasil, em conjunto com a <strong>Arno</strong>, desenvolveu uma máquina muito simpática para uso exclusivo das cápsulas Dolce Gusto, como pode ser visto nestas fotos. Sua cápsula é bem maior do que a Nespresso, pois o pó do solúvel é expandido. E além do café, existem formulações para o cappuccino e outras bebidas.</p>
<p>No caso do <em>espresso</em>, que experimentei&#8230; é, não tem milagre. Uma extração de café com alta concentração de pó sob alta pressão (lamento pela eco&#8230;) pede sabores mais delicados, dada a potência da bebida resultante. Imagine então com apenas grãos primos do Arábica, ou seja, apenas Robusta. Fica minha dúvida se o consumidor continuaria comprando refis exclusivos Dolce Gusto, cujos preços não são nada baratos se comparados com as cápsulas Nespresso, até porque a distância entre a qualidade dos dois produtos é muito maior do que a existente entre seus preços.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://coffeetraveler.net/experimentando-um-dolce-gusto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

