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	<title>The Coffee Traveler &#187; orgânico</title>
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	<description>by Ensei Neto</description>
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		<title>Cafés del Peru: Selva Central – 1</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 15:31:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agronomica]]></category>
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		<description><![CDATA[Cafés del Peru. O Peru é conhecido hoje como o maior produtor mundial de cafés orgânicos certificados. Foi uma viagem surpreendente para mim, pois várias questões que até então eram míticas começaram a fazer sentido. Por exemplo, a área de café é dividida em três grandes territórios, ligados às chamadas &#8220;Selvas&#8221;: Selva del Norte, Selva [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cafés del Peru.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_911_Peru_SelvaCentral.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_911_Peru_SelvaCentral.JPG',640,480,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/911_Peru_SelvaCentral.JPG" class="alignleft" alt="" width="300" height="225" /></a>O Peru é conhecido hoje como o maior produtor mundial de cafés orgânicos certificados.</p>
<p>Foi uma viagem surpreendente para mim, pois várias questões que até então eram míticas começaram a fazer sentido. Por exemplo, a área de café é dividida em três grandes territórios, ligados às chamadas &#8220;Selvas&#8221;: Selva del Norte, Selva Central y Selva del Sud. (Ooops, já incorporei o español aí&#8230;).</p>
<p>A parte Norte tem como referência as províncias de Cajamarca e Jaén, enquanto que ao Sul, Cuzco e o sagrado Machu Pichu.</p>
<p>Devido ao curto tempo, a convite do <strong>Café Peru &#8211; Central de Organizaciones Productoras de Café y Cacao del Peru</strong>, pude conhecer apenas uma parte das áreas cafeeiras da <strong>Selva Central</strong>. Café Peru trabalha como uma federação de cooperativas e organizações locais, promovendo o desenvolvimento da produção e comercialização do café e cacau do Peru através de programas de capacitação técnica, extensão rural e outros serviços.</p>
<p>De <strong>Lima</strong> até <strong>L</strong><strong>a Merced</strong>, cidade que serviu de base, são aproximadamente 350 km. Porém, me disseram, durante os preparativos no dia 06 de novembro, que a viagem dura em média 8 horas de ônibus. Pensei comigo: &#8220;puxa, os ônibus daqui devem ser muito lentos&#8230;.&#8221;</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_911_Peru_LaMerced.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_911_Peru_LaMerced.JPG',640,480,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/911_Peru_LaMerced.JPG" class="alignleft" alt="" width="300" height="225" /></a>Às 22h, juntamente com o engenheiro agrônomo <strong>Carlos</strong>, cuja família vive m La Merced e que seria o meu guia, tomamos um confortável ônibus de 2 andares. Carlos se espantou quando me viu apenas com uma camiseta, enquanto ele estava com um casaco relativamente, eu diria, &#8220;pesado&#8221;. &#8220;Você vai passar frio&#8221;, ao que respondi &#8220;Mas todos me disseram sobre o calor da Selva&#8221;. E foi aí que me dei conta (aham&#8230; nada como dar uma olhadinha mais detalhada nos mapas!) de que teríamos de atravessar a cordilheira dos <strong>Andes Peruanos</strong> para alcançar a Selva Central. E assim foi.</p>
<p>Depois de quase 1h e 30m por autopistas modernas, iniciamos a subida da cordilheira. Ao passar por <strong>Casapalca</strong> (mais de 4.200 m de altitude!), era visível o gelo por sobre as áreas mais elevadas e, é claro, uma rápida sensação de frio. Digo rápida porque logo o motorista do ônibus ligou a calefação tão forte que quase assou o povo&#8230;  Ficou entendido, também, porque a viagem é demorada, pois a estrada é sinuosa, muito movimentada e com impressionantes conjuntos de aclives/declives.</p>
<p>Eram 6h30m da manhã quando chegamos em La Merced.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_911_Peru_LaMerced_2.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_911_Peru_LaMerced_2.JPG',640,480,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/911_Peru_LaMerced_2.JPG" class="alignleft" alt="" width="300" height="225" /></a>Depois de um merecido banho no hotel, dei uma rápida volta pela praça central, a Plaza de las Armas, onde fica a igreja matriz. E logo ouvi um zunido como enxame de vespas: diria que quase literalmente era um &#8220;enxame de vespas&#8221;!</p>
<p>Diversos <strong>mototaxis</strong> rondavam a praça em busca de passageiros. Lembrou-me a lendária <strong>Romi-Iseta</strong>, dos anos 60, porém com algo mais: entreeixo mais largo, permitindo acomodar 2 pessoas, mais o piloto, como numa &#8220;moto limusine&#8221;. São todos transportes oficiais e cada um dos donos acaba caprichando mais que o outro no visual dos seus mototaxis, com diferentes adornos e itens de conforto!</p>
<p>Logo reencontrei o Carlos e fomos tomar um <em>desayuno</em> tipicamente <strong>criollo </strong>(que é como pode ser chamada a cultura do interior): uma sopa com pedaços de carne de porco, arroz e mandioca cozida; um tipo de banana da terra cozida, um tipo de batata doce e suco de <strong>guanabana</strong>, fruta que lembra a pinha. Foi um &#8220;pequeno almoço&#8221;&#8230;</p>
<p>E daí, com o agrônomo Haroldo, coordenador regional pelo Café Peru, fomos visitar as áreas produtoras de café.</p>
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