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	<title>The Coffee Traveler &#187; pesquisa</title>
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	<description>by Ensei Neto</description>
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		<title>Sobre Joaninhas &amp; Baratinhas: Variedades Híbridas &#8211; 2</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Sep 2010 03:30:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O Obatã, plantado em larga escala a partir do início da década de 2.000, apresenta alta produtividade desde as primeiras safras, revelando em alguns testes sensoriais feitos a partir de 2005 e 2006 promissora bebida, tendo alguns lotes conquistado importantes posições em concursos de qualidade no Brasil. No entanto, já naquele ano eu havia provado alguns lotes que me intrigaram, pois suas bebidas tinham algumas características sensoriais usualmente não presentes em <em>arabicas</em> como certo picante e untuosidade mais próximas aos <em>robustas</em>. A partir de então, iniciamos um monitoramento mais rigoroso de algumas lavouras em diferentes origens, levando-se também em consideração a idade da lavoura.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_Robusta_Karnataka_India1_1.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_Robusta_Karnataka_India1_1.JPG',640,409,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/Robusta_Karnataka_India1_1.JPG" class="alignleft" alt="" width="280" height="178" /></a>Nesta atual safra, algumas evidências já observadas em 2009 se tornaram mais fortes. Dentre as origens escolhidas estão o Oeste de São Paulo e a Média Mogiana/Oeste de Minas Gerais, num total de 4 diferentes propriedades.</p>
<p>Sabe-se que a <strong>Genotipia</strong> estabelece o potencial de cada característica de um indivíduo, porém o que fará com que esse potencial se concretize ou não são as condições ambientais, que é definido pela <strong>Fenotipia</strong>. É como se pudesse se afirmar que “O Meio faz o Indivíduo”.</p>
<p>Alguns lotes apresentaram uma bebida de boa característica sensorial com certa complexidade, porém dois chegaram a desconcertar por apresentarem característica sensorial  típica de&#8230; Robusta!</p>
<p>Procuramos levantar o máximo de dados desses dois lotes e uma série de evidências puderam ser detectadas: grãos vindos de regiões com grande amplitude térmica na maior parte do ciclo de frutificação, sendo que em uma das propriedades a lavoura se localiza em face de insolação intensa.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_ReloadingCup_1.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_ReloadingCup_1.jpg',576,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/ReloadingCup_1.jpg" class="alignleft" alt="" width="210" height="280" /></a>Foram feitas torras com repetição e o tempo de torra era sensivelmente mais curto do que o de outras variedades, ficando muito próximo do tempo de lotes de Conilon do Espírito Santo.</p>
<p>Numa inspeção visual, notou-se que nos lotes que apresentaram bebida com toques típicos de <em>canephora</em> havia uma presença perceptivelmente maior dos grãos com o formato “baratinha” do que os redondos, como “joaninhas”. É como se, sob a perspectiva da avaliação sensorial, Dr. Jekill estivesse se transformando no Mr. Hyde.</p>
<p>Por outro lado, algumas linhagens do Catucaí e do Icatu Vermelho desde o princípio apresentaram esse tipo de sabor característico do<em> robusta</em>, por vezes atenuado por um toque adocicado do <em>arabica</em>.</p>
<p>Poderia ter sido mera coinciência?</p>
<p>Isso é novo e oferece novas perspectivas para reflexão.</p>
<p>Imagine como ficaria a comercialização de um lote de café 100% <em>arabica</em> com bebida apresentando toques de <em>robusta</em>! Parece loucura, não?!</p>
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		<title>Sobre Joaninhas &amp; Baratinhas: Variedades Híbridas &#8211; 1</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 02:55:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O escritor inglês Robert Louis Stevenson publicou em 1886 sua mais famosa obra, cujo titulo The Strange Case of Dr. Henry Jekill and Mr. Edmond Hyde, baseada em fatos reais, logo alcançou reconhecimento por sua narrativa de suspense e terror. O enredo tem como tema a transformação de um boa praça e educado médico, Dr. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O escritor inglês Robert Louis Stevenson publicou em 1886 sua mais famosa obra, cujo titulo <strong>The Strange Case of Dr. Henry Jekill and Mr. Edmond Hyde</strong>, baseada em fatos reais, logo alcançou reconhecimento por sua narrativa de suspense e terror. O enredo tem como tema a transformação de um boa praça e educado médico, Dr. Jekill, através da ingestão de uma fórmula especialmente criada por ele, num violento e requintadamente perverso personagem, Mr. Hyde. Uma das grandes questões que esta obra aborda está em saber se a estranha poção que o Dr. Jekill desenvolveu provoca alterações genéticas (descontando, é claro, o efeito instantâneo que somente pode acontecer na ficção&#8230;), pois além de liberar seu terrível alter ego, seu corpo se transmuta, ficando maior e com algumas deformações (ou seria esta uma forma de reforçar a faceta maligna dessa personagem?).</p>
<p>Este tema, de tão bom, gerou muitas versões como a deliciosa comédia <strong>O Professor Aloprado</strong>, com o impagável Jerry Lewis, que décadas depois ganhou uma releitura por parte de outro grande comediante, Eddy Murphy. Vale a pena comparar estes dois filmes, observando os valores e cultura de cada época, bem como curtir a inesquecível trilha sonora da versão original!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_bourbon_yellow_2.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_bourbon_yellow_2.jpg',395,635,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/bourbon_yellow_2.jpg" class="alignleft" alt="" width="174" height="280" /></a>Um dos grandes desafios que tem feito os pesquisadores da área de melhoramento genético se empenhado incansavelmente, principalmente nos melhores centros brasileiros, é o de se obter uma variedade de cafeeiro que seja mais produtivo, tenha maior vigor e resistência a determinadas doenças. <em>Rendo aqui uma homenagem, destacando nomes que já fazem parte dessa incrível história da evolução dos cafeeiros, como <strong>IAC – Instituto Agronômico de Campinas</strong> &amp; <strong>Fazuoli e Medina</strong>; <strong>EPAMIG – Empresa de Pesquisas Agropecuárias de Minas Gerais</strong> &amp; <strong>Tonico</strong>; <strong>IAPAR – Instituto Agronômico do Paraná</strong> &amp; <strong>Sera</strong>.</em></p>
<p>Dentre alguns legados vale a pena mencionar o Acaiá, que é um aprimoramento de uma das melhores linhagens do Mundo Novo, que, tal qual ocorre com o Catuaí Amarelo 62, conhecido desde o início da década de 1990 pelos produtores como “Rebenta Tulha”, possui excelente desempenho com peneiras maiores; o Catuaí Vermelho 144 é um primor em termos de arquitetura de planta, pois a cada internódio os ramos fazem uma torção de 90° (isso mesmo, um perfeito ângulo reto!), melhorando a disposição espacial das folhas, no que resulta em alta eficiência na captação dos raios solares. Genial, não!</p>
<p>Nas minhas andanças pelas diferentes origens produtoras, um dos temas que mais me apaixona é a interrelação entre o tal do <strong>Terroir</strong>, que é a famosa palavra francesa que sintetiza o conceito de algo produzido sob influência dos fatores geográficos, da botânica e do toque humano, e os sabores que poderão ser percebidos numa xícara de café.  Monitorar sucessivas safras de algumas origens produtoras é uma das tarefas que mantenho há vários anos e os resultados mostram claramente o poder de intervenção do clima ou mesmo do toque humano.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_cafe_Rondonia_close.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_cafe_Rondonia_close.jpg',580,480,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/cafe_Rondonia_close.jpg" class="alignleft" alt="" width="280" height="231" /></a>Como se sabe, as duas espécies de cafeeiros comercialmente mais importantes são a <em>arabica</em> e a <em>canephora</em>, cuja base genética é bastante distinta. Se geneticamente são diferentes, entre outras particularidades, o formato dos grãos acabam sendo também diferentes: o <em>arabica</em> em geral é arredondado ou alongado, mas predominantemente simétrico em todos os sentidos, quase que lembrando uma <em>joaninha</em>; a do <em>canephora</em> lembra um coração ou uma <em>baratinha</em>, com um lado arredondado e outro pontudo, portanto simétrico em apenas um alinhamento.</p>
<p>Um processo natural de hibridização entre ambas, encontrado na ilha de <strong>Timor</strong>, levou a plantas que receberam genericamente o nome de “Híbridos de Timor”. As plantas do <em>canephora</em> apresentam resistência às doenças que normalmente devastam as do arabica, como a ferrugem, o que despertou pesquisadores para uma linha de trabalho focado em plantas com essas características. Catimor, Catucaí e Obatã são alguns dos resultados desses esforços.</p>
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		<title>A Revolução Silenciosa do Conilon</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 17:10:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Duas das principais variedades da espécie Coffea canephora são o Robusta e o Conilon. São variedades como são, por exemplo, o Mundo Novo e o Catuaí da Coffea arabica. Espécies diferentes com grãos cujas características físicas, químicas e sensoriais se diferem muito. Afinal, começando pela genética, a espécie arabica é planta com 44 cromossomos, enquanto que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Duas das principais variedades da espécie <em>Coffea canephora</em> são o <strong>Robusta</strong> e o <strong>Conilon</strong>. São variedades como são, por exemplo, o Mundo Novo e o Catuaí da <em>Coffea arabica</em>.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/Robusta_Karnataka_India1.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/Robusta_Karnataka_India1.JPG',280,178,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/Robusta_Karnataka_India1.JPG" class="alignleft" alt="" width="280" height="178" /></a>Espécies diferentes com grãos cujas características físicas, químicas e sensoriais se diferem muito. Afinal, começando pela genética, a espécie <em>arabica</em> é planta com 44 cromossomos, enquanto que o <em>canephora</em> conta com 22. Ou seja, esta última tem apenas a metade da outra.</p>
<p>Em termos agronômicos são também muito diferentes: plantas como o Conilon e Robusta adaptam-se muito bem em regiões de clima quente e mantem produtividade praticamente constante ao longo dos anos, enquanto que o Mundo Novo e, principalmente, o Bourbon pedem clima ameno para produzir, recaindo em producão bienal após adultas.</p>
<p>Na foto acima vemos grãos de um dos Robustas mais valorizados do mercado, o indiano <strong>Karnatka</strong>. Descascado e com muito boa seleção, estes grãos tem conquistado mercados exigentes pelo seu sabor inesperadamente delicado para um Robusta!</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/CONILON_CONVITE.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/CONILON_CONVITE.jpg',192,280,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/CONILON_CONVITE.jpg" class="alignleft" alt="" width="192" height="280" /></a>Durante o último Campeonato Brasileiro de Barista, em São Paulo, tive um interessante bate-papo com o <em>Companheiro de Viagem</em> <strong>Arthur Fiorott</strong>, que vem trabalhando pelo Conilon produzido no Espírito Santo. Este estado é o maior produtor do Brasil de Conilon, a variedade mais comum em nosso país da <em>Coffea canephora</em><strong>.</strong></p>
<p>Com o apoio da INCAPER &#8211; Instituto Capixaba de Pesquisas Agropecuárias, um grande e silencioso movimento de aprimoramento do Conilon vem sendo experimentado. Desde a seleção de linhagens mais produtivas, passando por tecnologias de nutrição e irrigação, até novos procedimentos de secagem (imaginou secar os grãos em terreiro de pedras?), fazem parte deste esforço. Agora, nesta nova etapa, busca-se  firmar como produto de grande importância econômica no mercado de café sob  o incentivo à qualidade sensorial.</p>
<p>Produtividade e eficiência são os pilares da competitividade, que habilita à continuidade no mercado.</p>
<p>Para que oficialmente este novo passo seja dado, Arthur convida a todos a participarem de reunião aberta no próximo dia 26 em Jaguaré, ES. Quem sabe um futuro diferente no mercado do café não esteja se descortinando?</p>
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		<title>Israelenses descobrem que o café inibe o mau hálito!</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 02:07:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta notícia foi garimpada e enviada pelo Companheiro de Viagem Aluizio Amorim, da bela &#8220;Floripa&#8221;. Segundo a BB Press, pesquisadores da Universidade de Tel-Aviv descobriram que o extrato do grão de café pode causar inibição da bactéria responsável pela halitose, mais conhecida como mau hálito ou &#8220;bafo de onça&#8221;. Segundo a notícia, os cientistas pretendem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta notícia foi garimpada e enviada pelo <em>Companheiro de Viagem </em><strong>Aluizio Amorim</strong>, da bela &#8220;Floripa&#8221;.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_810_CuppingTraining.JPG" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_810_CuppingTraining.JPG',576,768,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/810_CuppingTraining.JPG" class="alignleft" alt="" width="225" height="300" /></a>Segundo a BB Press, pesquisadores da <strong>Universidade de Tel-Aviv</strong> descobriram que o extrato do grão de café pode causar inibição da bactéria responsável pela <em>halitose</em>, mais conhecida como mau hálito ou &#8220;bafo de onça&#8221;.</p>
<p>Segundo a notícia, os cientistas pretendem desenvolver linhas de pesquisa para isolar a substância com essas promissoras propriedades a partir desse extrato e, em seguida, estabelecer estudos para aplicações industriais e criação de produtos como chicletes e balas que iriam atacar diretamente a causa desse terrível mal que assola a humanidade&#8230;</p>
<p>Bem, fiquei pensando cá com os meus botões: como o artigo já estava condensado, sem grandes explicações, muitas dúvidas ficaram sem respostas.</p>
<p>Primeiro: não ficou claro que se o extrato é de grão cru ou de grão torrado. Em cada situação, a lista de substâncias presentes possui considerável diferença.</p>
<p>Segundo: de qual das espécies mais usuais de café estava sendo considerada para este trabalho (<em>Coffea arabica</em> ou <em>Coffeea canephora</em>?). Pelo mesmo motivo, cada espécie apresenta, em seus grãos, uma composição diferente de substâncias e, mesmo considerando-se aquelas que estão presente em ambas, seus teores podem diferir.</p>
<p>Terceiro: também não está claro que tipo de grão, quanto à sua maturação, está sendo estudado. Do ponto de  verde até o plenamente maduro há um aumento impressionante de componentes no interior do grão, responsáveis, após um correto processo de torra e de uma extração adequada, pelas notas de aroma e sabor, além de aspectos específicos como doçura e acidez.</p>
<p>Quarto: por questão de sigilo de pesquisa, obviamente não mencionaram qual é a fantástica molécula que faz esse trabalho maravilhosos.</p>
<p>Portanto, até que estas questões sejam esclarecidas, na dúvida, recomendo que todos bebam várias xícaras ao dia de excelentes cafés&#8230;</p>
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		<title>Para acordar basta…um bom café cheirar!</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 08:28:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ensei Neto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É bem conhecido de todos que, para espantar o sono, uma xícara de um bom café sempre ajuda. São os conhecidos efeitos da cafeína. Um grupo de pesquisadores do National Institute of Advanced Science and Technology, de Tsukuba, no Japão, liderados pelo cientista Yoshinori Masuo, constataram que não apenas beber um café faz acordar, mas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É bem conhecido de todos que, para espantar o sono, uma xícara de um bom café sempre ajuda. São os conhecidos efeitos da cafeína.</p>
<p><a href="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_Ratos_Tom_B.jpg" title="" onclick="pp_image_popup('http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/orig_Ratos_Tom_B.jpg',500,375,''); return false;"><img src="http://coffeetraveler.net/wp-content/photos/Ratos_Tom_B.jpg" class="alignleft" alt="" width="300" height="225" /></a>Um grupo de pesquisadores do <strong>National Institute of Advanced Science and Technology</strong>, de Tsukuba, no Japão, liderados pelo cientista <strong>Yoshinori Masuo</strong>, constataram que não apenas beber um café faz acordar, mas, também, o seu aroma!</p>
<p>Incrível, não?!</p>
<p>O experimento foi assim: não deixaram ratos dormir por um dia. Depois, examinaram os cérebros desses pequenos animais e encontraram níveis reduzidos de <strong>mRNA</strong> (RNA mensageiro), que  são moléculas que indicam que uma sequência genética está evidente.</p>
<p>Depois colocaram os animais expostos ao aroma de café e fizeram nova verificação do mRNA. E aí veio a surpresa.</p>
<p>Nove genes voltaram ao nível normal, enquanto que dois ficaram em nível acima do normal, através da quantificação de cada mRNA.</p>
<p>Ou seja, os ratinhos ficaram &#8220;ligadões&#8221;&#8230; (como nesta divertida ilustração de <strong>Tom-B</strong>).</p>
<p>Bem, não sabemos ainda que tipo de café os cientistas empregaram, muito menos a concentração usada, muito menos quais são as substâncias voláteis que podem ter provocado esse estímulo.</p>
<p>Porém uma coisa é certa: algumas pessoas já me comentaram que bastam sentir o aroma de um excelente café para ficarem estimuladas&#8230; a beber o café. É claro, isto é um pouco diferente, mas um bom aroma ativa nossa memória olfativa e, caso a lembrança seja boa, respostas do nosso corpo são evidentemente verificadas: salivação e, nesse caso, a vontade de degustar o café.</p>
<p>A pesquisa, cujos destaques foram enviados para mim pelo <em>Companheiro de Viagem</em> <strong>Joseph Rivera</strong>,  foi publicada no respeitado <strong>Journal of Agricultural &amp; Food  </strong>Chemistry e há ainda um podcast que você pode acessar através do link abaixo: </p>
<p> </p>
<p><a href="http://tinyurl.com/celv9l" target="_blank"><img title="Image" src="http://coffeechemistry.com/images/stories/news/images/smellcoffee_npr_sm.jpg" border="0" alt="Image" hspace="6" width="336" height="160" /></a></p>
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